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Exportações do complexo carne crescem em julho, aponta MDIC

Postado por Grupo Santana
ás 10:01h

As vendas externas do complexo carnes – suína, bovina e de aves – in natura cresceram tanto em volume quanto em receita em julho na comparação com o mesmo mês do ano passado. De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (1/8) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações de carne de frango foram o destaque em receita. Já as vendas de carne bovina foram destaque em volume.

Em julho, as exportações de carne de frango in natura somaram US$ 597,2 milhões, avanço de 24,1% ante as de US$ 481,1 milhões de julho de 2012. O volume totalizou 311,4 mil toneladas, incremento de 11,8%, na comparação com as 278,6 mil toneladas de julho do ano passado. Os preços praticados no período subiram 11,1%, para US$ 1.917 a tonelada.

Já as vendas de carne bovina in natura ficaram em US$ 464 milhões, aumento de 22,8% ante as de US$ 377,9 milhões. Os embarques totalizaram 105,1 mil toneladas, incremento de 26,2% com relação às 83,3 mil toneladas exportadas em julho de 2012. Entretanto, foi o único segmento que apresentou queda de preços no período, de 2,7%, para US$ 4.414 a tonelada.

As exportações de carne suína in natura somaram US$ 114,6 milhões, alta de 19,3% ante US$ 96,1 milhões de julho de 2012. Os volumes registraram incremento de 15,7%, passando de 37,6 mil toneladas para 43,5 mil toneladas. Os preços praticados subiram 3,2%, para US$ 2.634 a tonelada. Os resultados, em grande parte, foram impulsionados pela retomada das vendas à Ucrânia.
Comparação mensal
O comportamento se repete na análise das vendas externas de julho ante junho. O volume embarcado de carne de frango subiu 7,4%; a receita cresceu 1,2%, mas o preço diminuiu 5,8%.

As exportações de carne suína avançaram 29,9% em receita; aumentaram 26,8% em volume e os valores foram 2,5% superiores a junho.

Já as vendas externas de carne bovina tiveram alta de 19,8% em receita; de 20% em volume e os preços ficaram praticamente estáveis. Os resultados foram influenciados pelo número de dias úteis nas bases de comparação. O mês passado teve 23 dias úteis; junho, 20 dias úteis e julho de 2012, 22 dias úteis.

Fonte: Revista Globo Rural

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Produção de laranja em SP é de 328 milhões caixas

Postado por Grupo Santana
ás 10:10h

A produção comercial de laranja para o ano safra 2013/2014 está estimada, para o estado de São Paulo, em 327,8 milhões de caixas de 40,8 kg. Além disso, 16,2 milhões de caixas poderão situar entre perdas ou de pouca expressão econômica.

Os números são do 1º levantamento da safra, realizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em parceria com órgãos da Secretaria de Agricultura do estado de São Paulo, o maior produtor nacional (70%), e divulgado nesta terça-feira (14), em Brasília. Inclui também a produção do Triângulo Mineiro, o terceiro maior produtor do país.

Os motivos das perdas paulistas se devem a fatores econômicos (64%), climáticos (40%), fitossanitários (34%) e adubação inadequada (15%). Da produção, as indústrias processadores de suco absorverão 85% (279,1 milhões de caixas) e o restante (48,7 milhões de caixas) será destinado ao mercado “in natura”, cujos percentuais (15%) se assemelham aos obtidos em 2011/2012. A produtividade média é de 660 caixas por hectare.

Área - A área plantada é de 531,5 mil hectares e em produção de 497 mil ha. No estudo foi observada a erradicação de 36,7 mil hectares, sendo 72% substituída por cana-de-açúcar e 15% por milho e soja, principalmente em áreas de menos de 300 ha dos municípios de Araraquara, Barretos e Limeira. A colheita mais intensa deve se dar nos meses de setembro a novembro, enquanto que nos meses de maio a fevereiro do ano subseqüente inicia a de variedades precoces, de meia-estação e variedades tardias.

Triângulo Mineiro - A produção da região deve ser de 11,9 milhões de caixas, com perdas estimadas em 133 mil caixas. Dos 22,2 mil hectares de área total plantados, 21,4 estão em produção, com produtividade média estimada em 556 caixas por ha. A colheita se dá com mais intensidade no mês de junho (32,5%) e agosto (50%).

Fonte: Agrolink

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Seca das últimas semanas favorece a colheita da cana produzida em SP

Postado por Grupo Santana
ás 11:00h

São as primeiras toneladas de cana processadas este ano. Enquanto muitas usinas começaram a colheita há 40 dias, a empresa em Sertãozinho, no nordeste de São Paulo, esperou o mês de maio para dar início à safra.

A quantidade de chuva nos primeiros meses atrasou o processo, mas de acordo com o diretor industrial, Jairo Balbo, a demora foi positiva. “Colher de maio à outubro é o que todo diretor industrial e todos os profissionais da indústria desejam porque você acaba tendo uma cana de melhor qualidade com custo menor de industrialização”, diz.

Não chove há quase um mês na região de Ribeirão Preto. “Conforme a estiagem se prolonga, nós temos uma concentração maior de açúcar. Isso torna a cana melhor para o processamento”, diz Sérgio Prado, representante regional da União da Indústria de Cana-de-Açúcar, Unica.

O clima tem contribuído com usinas e agricultores. A seca facilita a entrada das máquinas no campo para fazer a colheita. O agricultor Roberto Rosseti, que deve produzir 47,5 mil toneladas de cana, espera uma boa produtividade. Mesmo com o bom momento, o produtor não deixa de pensar no fim da safra e segundo ele, a cana que deve ser colhida em outubro, ainda está amadurecendo e pode ser prejudica se a seca se prolongar.

“Existem as canas de final de safra e de meio para final de safra, que precisam de mais um pouco de chuva para poder crescer e produzir mais. Então, a gente espera pelo menos mais um pouco de chuva até junho para essas canas de outubro e novembro produzirem bem”, explica.

De acordo com o último levantamento divulgado pela Unica, a moagem no Centro-Sul do país já chegou a 41 milhões de toneladas.

Fonte: G1

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Queda na produção aumenta preço do feijão no atacado e varejo

Postado por Grupo Santana
ás 14:38h

Com a baixa na produção de feijão no país os preços de comercialização subiram em todos os setores (da indústria ao consumidor final). Nas gôndolas dos supermercados de Cuiabá, por exemplo, o produto pode ser encontrado a R$ 6,29 o pacote de 1 quilo. Já estas empresas, que em maio do ano passado pagavam R$ 3,70 o quilo, agora desembolsam cerca de R$ 4,70 o quilo. A diferença é de aproximadamente 30%. Atualmente o estado não produz tudo o que consome e para abastecer o mercado estadual as empresas têm que importar o alimento de outras regiões. A queda na produção do feijão foi de 2% em todas as safras, passando de 2,9 milhões de toneladas para 2,8 milhões de toneladas. De acordo com dados da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab), uma queda mais acentuada foi observada na primeira safra do feijão, quando a produção reduziu de 1,2 milhão de toneladas para 984 mil toneladas – queda de 20%. Conforme o setor produtivo, essa quebra na produção faz parte de conjunto de variações climáticas enfrentadas e pragas nos principais polos produtores do país que refletem na produtividade. “No Paraná foram as geadas, em Goiás a mosca branca e mofo e em outros estados foi a estiagem. Isso foi o que desencadeou a quebra na produção”, justifica o gerente de uma empacotadora do alimento em Várzea Grande, Rafael Melo. Para ele, o preço do quilo do feijão deve permanecer estável até a colheita das próximas safras. O levantamento realizado pela Conab, publicado neste mês de maio, mostra ainda que o estado do Paraná, o maior produtor de feijão do Brasil, teve uma redução de 14,4% na quantidade de toneladas na primeira safra. O volume produzido passou de 348,3 mil toneladas para 298,1 mil toneladas do grão. O beneficiador de feijão de Várzea Grande, Osmar Janderci, diz que por conta desta quebra os compradores criaram uma disputa pelo que está disponível no mercado. “O normal é a comercialização de 15 mil sacas por mês, mas agora são apenas 3 mil sacas disponíveis. Esta disputa entre os compradores parece com um leilão. Está faltando feijão no mercado e por isso o preço aumentou”, conclui Janderci. De acordo com o material da Conab, a segunda safra do ano deve apresentar uma recuperação na produção em toneladas. No ano passado o Brasil produziu 1,06 milhão de toneladas de feijão, neste ano a expectativa é de 1,211 milhão de toneladas do grão, um crescimento de 13,9%. Para entender A negociação do feijão e de outros cereais acontece na capital do estado de São Paulo nas madrugadas. Ela começa às 01:00h e vai até as 05:00h da manhã no mesmo dia. A bolsinha de cereais, como é conhecida, é a base de negócios do país. De acordo com a Associação Supermercadista de Mato Grosso (Assmat), a saca do feijão de 60 quilos está custando R$ 150,00. Fonte: Agrodebate

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Faturamento com máquinas e implementos agrícolas aumenta 13%

Postado por Grupo Santana
ás 10:17h

O setor de máquinas e implementos agrícolas faturou nominalmente R$ 1,636 bilhão no primeiro bimestre de 2013. O resultado significou alta de 12,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos).

Já as vendas externas foram de US$ 127,254 milhões – uma queda de 32,4% na mesma base de comparação. Por outro lado, os produtores brasileiros compraram US$ 111,456 milhões em máquinas e implementos agrícolas do exterior. O número representa aumento de 6% se comparado a janeiro e fevereiro do ano passado.

Fonte: Agrolink

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Banco Central prevê crescimento de 3,1% da economia brasileira em 2013

Postado por Grupo Santana
ás 09:14h

De acordo com o Relatório Trimestral de Inflação divulgado na manhã desta quinta-feira, o Banco Central (BC) estima que a economia brasileira crescerá 3,1% em 2013, após avanço de 0,9% em 2012. A projeção anterior, que considerava os quatro trimestres encerrados no terceiro trimestre de 2013, sugeria avanço de 3,3% dentro desse intervalo.

Para a atividade agropecuária a estimativa é de avanço de 6%, ante os 4,8% previstos no relatório de dezembro, que tinha como data de corte os quatro trimestres encerrados no terceiro trimestre de 2013. Em 2012, essa atividade encolheu 2,3%. A projeção capta os aumentos projetados para as safras de soja, feijão, cana, fumo e arroz.

Fonte: Notícias Agrícolas

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Aprovada MP que amplia Garantia-Safra para cobrir perdas causadas pela seca

Postado por Grupo Santana
ás 15:14h

Foi aprovado no Plenário do Senado, nesta quinta-feira (4), o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 3/13, que autoriza o pagamento de valor adicional do Benefício Garantia-Safra e do Auxílio Emergencial Financeiro pela quebra da safra 2011/2012.

Produtores do Nordeste pedem ao governo urgência no envio de milho para salvar gado
O projeto, proveniente da Medida Provisória (MP) 587/2012, amplia os recursos do benefício de R$ 560 para R$ 1.240 por família. O auxílio sobe de R$ 320 para R$ 720. O dinheiro é destinado aos agricultores familiares de municípios atingidos pela seca na área de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que, comprovadamente, em função da estiagem, sofreram perdas acima de 50% nas safras de feijão, milho, arroz, mandioca, algodão e das culturas para alimentação animal.

Com parecer favorável, o relator, senador Jayme Campos (DEM-MT), ressaltou que são cerca de 770 mil famílias beneficiadas pelo Garantia-Safra e 935 famílias atendidas pelo Auxílio Emergencial. Ele assinalou que a medida atende os critérios de relevância e urgência, de mérito, de adequação financeira e orçamentária e acrescentou que “sem dotação extraordinária os recursos foram praticamente duplicados”.

O PLV também autoriza a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a adquirir milho em grão a preço de mercado para recompor estoques públicos. O objetivo é revender diretamente a pequenos criadores de aves, suínos, bovinos, caprinos e ovinos.

Na discussão, o senador Benedito de Lira (PP-AL), afirmou que a matéria é relevante para atender os segmentos da sociedade brasileira “que mais sofrem hoje”, referindo-se aos moradores do semiárido brasileiro, que vivem em função da atividade agropecuária.

Lira citou a queda na produção de leite em Pernambuco por causa da seca, que passou de 2 milhões de litros para 600 mil litros por dia. O senador lembrou que seu estado, Alagoas, anteriormente uma das maiores bacias leiteiras do Nordeste, está reduzido a “quase nada”.
- A seca é um fenômeno da natureza, não tem como acabar com ela, mas teremos que ter políticas públicas para conviver com a seca – disse.

Fonte: Notícias Agrícolas

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Preço do algodão tem aumento de 30% por baixa nos estoques em MT

Postado por Grupo Santana
ás 08:54h

Com os estoques baixos, o preço do algodão pago em Mato Grosso teve alta de 30% desde o início do ano. O mercado da pluma ainda sinaliza para a baixa oferta do produto no mercado externo. A previsão é de queda na exportações nos próximos meses, acompanhando o volume dos estoques no estado.

Conforme o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), os preços do algodão acumulam alta de 30% desde janeiro deste ano e ganhos diários de 1% durante a semana. Em Campo Verde a semana encerrou com a pluma cotada a R$ 63,6 a arroba e em Sorriso a R$ 63 a arroba. Apesar dos preços, as compras do mercado externo também estão em alta.

Nos primeiros dois meses deste ano, a venda externa da pluma chegou a 73 mil toneladas em Mato Grosso. Em janeiro foram 42 mil toneladas e em fevereiro, 31 mil toneladas. Em meados de fevereiro a produção da safra 2011/12 encontrava-se 89% comercializada, e neste mês as vendas atingem 93% da produção.

De acordo com o Imea, as reservas de caroço de algodão estão praticamente zeradas, 100% da produção já foi comercializada, restando volumes insignificantes no oeste e noroeste do Estado. Já para a safra 2012/13, com o reajuste de queda na produção, foram comercializados 60% da produção estimada de 616 mil toneladas.

Fonte: G1

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Grãos: Demanda mundial deve garantir valorização dos preços, afirma gestora internacional

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ás 09:00h

O executivo da gestora de ativos internacional AIS, Josh Hummel, afirmou nesta quinta-feira (21) que a demanda global por grãos deve continuar sustentando uma valorização dos preços dos grãos. Hummel diz que, apesar de o mundo estar caminhando para uma nova volumosa safra de grãos, a procura pelos produtos amplia o espaço para a valorização das cotações. O mundo em franco desenvolvimento é outro fator de alta para os preços. Além disso, há problemas ainda com o acesso à água na China e na Índia, dois dos maiores consumidores mundiais, e isso deverá favorecer o aumento da importação de grãos. Frente a isso, a aposta de Hummel nas altas mais expressivas são no milho e no farelo de soja a longo prazo, uma vez que são produtos essenciais na alimentação de animais em um momento em que a demanda mundial por carne é crescente, principalmente em países emergentes. Fonte: Notícias Agrícolas

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Brasil está próximo de se tornar o maior exportador mundial de milho

Postado por Grupo Santana
ás 09:30h

Mesmo longe de competir com a enorme produção de milho dos Estados Unidos, o Brasil está próximo de desbancar a liderança histórica norte-americana nas exportações do grão. A combinação de dois fatores — quebra superior a 100 milhões no volume de produção dos EUA e safra brasileira cheia — devem colocar o país na condição inédita de maior vendedor externo.

O status, mesmo que seja temporário e causado por um acidente de percurso, resgata a confiança de produtores em abrir mercados. Os embarques nacionais de milho nunca estiveram tão altos. Em 2012, foram quase 20 milhões de toneladas vendidas para países como Japão, Irã, Coreia do Sul e Marrocos — mais do dobro do embarcado em 2011.

Fonte: Notícias Agrícolas

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A partir de agora, alimentação escolar paulistana terá produtos da agricultura familiar

Postado por Grupo Santana
ás 09:20h

O município de São Paulo efetuou na última segunda-feira (11) sua primeira compra de produtos da agricultura familiar para a merenda escolar. Por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), a prefeitura adquiriu 240 toneladas de arroz parboilizado, fornecido pela Cooperativa de Comercialização e Reforma Agrária Avante, de Querência do Norte (PR). A expectativa é que o município realize outras compras ao longo de 2013. A entrega será feita em quatro carregamentos de 72 toneladas e vai beneficiar 150 mil alunos da rede pública municipal. Cada quilo de arroz foi comprado por R$ 2,35, totalizando R$ 540 mil. Pedro Bavaresco, coordenador das políticas de comercialização de produtos da agricultura familiar do MDA, considera muito importante a participação da capital paulista nas compras de produtos do segmento. “É de suma importância que São Paulo comece a comprar, já que eles são o município que mais possui verba para adquirir produtos da agricultura familiar”, afirma Pedro. São Paulo é a cidade com o maior valor de repasse do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para o Pnae. Em 2012, recebeu aproximadamente R$ 72 milhões e, desse montante, R$ 21,6 milhões devem ser destinados à compra de produtos da agricultura familiar. O valor investido permitirá atender a mais de 860 mil alunos. Pedro Bavaresco acredita que ao longo de 2013, 2014 seja ampliada a compra de produtos da agricultura familiar para atender as escolas municipais de São Paulo. Mais compras De acordo com Érika Fisher, diretora do Departamento Técnico de Merenda Escolar (DME) da prefeitura de São Paulo, o município está muito satisfeito com o produto. Ela afirmou que a compra pode ajudar a alavancar a agricultura familiar a nível nacional. “A secretaria de Educação é muito rígida. Então, eu tenho certeza que se a agricultura familiar consegue atender as premissas e entrar na alimentação escolar de São Paulo, ela vai angariar muitos outros negócios”, garante Érika. Está prevista ainda, para o primeiro semestre de 2013, mais quatro chamadas para aquisição de alimentos da agricultura familiar pelo município de São Paulo. Em breve, a capital vai adquirir mais 480 toneladas de arroz parboilizado, 370 mil litros de óleo de soja, além de seis milhões de unidades de 200 ml de suco – metade de suco de laranja, metade de néctar de pêssego. Fonte: Agrolink

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Colheita do feijão começa com otimismo no Paraná

Postado por Grupo Santana
ás 09:00h

Com 4% da área já colhida, a segunda safra de feijão no Paraná, plantada nos meses de dezembro e janeiro, promete dar bons frutos ao produtor neste ano. Até agosto, término da colheita, deverão ser retiradas das lavouras paranaenses mais de 405 mil toneladas do grão, 17% a mais se comparado ao mesmo período do ciclo anterior, segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Em área, o órgão registrou um recuo de 3% no atual ciclo. Ao todo, foram destinadas para a cultura 216,9 mil hectares.

Carlos Alberto Salvador, engenheiro agrônomo do Deral, explica que a redução de área no atual período se deve à migração de parte dos produtores de feijão para culturas que possuem uma maior margem de lucro, como o milho e a soja. Mesmo assim, o especialista completa que a área destinada para o atual ciclo é uma das maiores já contabilizadas para a segunda safra de feijão. Salvador salienta que devido ao crescimento da produção de grãos no Norte e Oeste do Paraná, o feijão tem se concentrado em regiões específicas. Só o Sul representa 54% da produção paranaense. A região Sudoeste fica em segundo lugar com 27%.

A produção brasileira de feijão segunda safra, de acordo com o último levantamento realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), está estimada em 1,36 milhão de toneladas, 28,6% a mais se comparado ao mesmo período da safra anterior. Em área, o Brasil destinou para a cultura 1,42 milhão de toneladas, representando 44,6% da área total cultivada.

Ao percorrer as principais regiões produtoras do Paraná, Salvador descreve que a safra está indo muito bem. No ano passado, o agrônomo conta que a estiagem prejudicou muito a produção de feijão. Ele avalia que as chuvas regulares deste ano estão favorecendo o bom florescimento da cultura.

Mercado

Os preços pagos aos produtores seguem firmes no mercado paranaense. De acordo com informações do Deral, em fevereiro o valor recebido ao produtor pelo feijão cor foi de R$ 172 a saca, contra R$ 158 em janeiro. No feijão preto, o valor da saca fechou o mês de fevereiro a R$ 122,49, ante R$ 116,38 registrado no mês anterior. O especialista do Deral observa que os preços seguem favoráveis ao agricultor, por isso ele acredita em uma boa safra.

No varejo, o valor do feijão cor pago pelo consumidor em fevereiro foi de R$ 4,88 o quilo, registrando uma leve alta em relação a janeiro, que fechou a R$ 4,52/kg. Já o feijão preto contabilizou um recuo de R$ 0,17 o quilo em fevereiro, com média de R$ 3,58/kg, em relação a janeiro (R$ 3,75/kg).

Fonte: Notícias Agrícolas

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Exportação de carne bovina registrou alta de 45% em fevereiro no MS

Postado por Grupo Santana
ás 09:00h

Impulsionadas pela demanda aquecida no mercado internacional, as exportações de carne bovina “in natura” do Estado do Mato Grosso do Sul subiram 45% em fevereiro de 2013 em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando 9,3 mil toneladas e gerando faturamento de US$ 42 milhões, de acordo com os números da Secex (Secretaria de Comércio Exterior).

De acordo com as informações apresentadas no Informativo Casa Rural da Federação da Agricultura e Pecuária do MS (Sistema Famasul), na primeira semana de março, o preço do boi gordo no Estado de Mato Grosso do Sul apresentou média de R$ 90,68/@, praticamente estável.

Já a vaca gorda registrou média de R$ 83,74/@ no período analisado, com variação de 0,77%. Destaque para a região Sul que na primeira semana deste mês contabilizou forte valorização 2,37%, alcançando média de R$ 85,58/@.

Segundo a economista do Sistema Famasul, Adriana Mascarenhas, a tendência para a próxima semana é de estabilidade nos preços, uma vez que não existe oferta excessiva da matéria-prima.

“Os produtores estão insatisfeitos com o preço oferecido pelas indústrias frigoríficas e como existe disponibilidade de pasto, eles preferem reter o gado e aguardar melhores preços. Por outro lado, a ponta compradora, ou seja, os frigoríficos estão esperando reação do varejo, o que não pode ocorrer daqui pra frente devido à proximidade da semana santa”, enfatiza Mascarenhas.

No varejo, os preços dos príncipes cortes bovinos anotaram desvalorização em fevereiro de 2013, como resultado do desaquecimento do mercado. Entre os principais cortes, o destaque é o cupim que teve queda de 16,3% em fevereiro. Em sentido contrário, três cortes tiveram alta no intervalo: o fígado subiu 2,4%, a cotação do patinho que acelerou quase 7% e a picanha que anotou valorização de 5,1%.

O Informativo Casa Rural Bovino de Corte é elaborado pela Unidade Técnica do Sistema Famasul. O objetivo da publicação é fornecer ao produtor rural informações precisas e atualizadas sobre o andamento do mercado pecuário no Mato Grosso do Sul.

Fonte: Notícias Agrícolas\

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Produção de sementes de milho é abordada pela Embrapa em evento técnico no Paraná

Postado por Grupo Santana
ás 10:25h

Estão sendo demonstradas três tecnologias nesta edição da feira: a produção de sementes de milho variedade; a cultura do sorgo para silagem; e o sorgo como opção para corte e pastejo.

Na vitrine tecnológica da Embrapa, os produtores rurais e os demais visitantes podem conferir pequenas áreas (parcelas) plantadas com milho e sorgo que mostram as opções de cultivo. No caso do sorgo para corte e pastejo, são quatro parcelas plantadas em diferentes datas, o que permite a percepção de variados estágios da cultura.

O agrônomo Fredson Ferreira Chaves, da área de transferência de tecnologia da Embrapa Milho e Sorgo, atendeu diversos produtores rurais na vitrine do Show Rural. Um deles é Joaquim Ferreira, de Janiópolis-PR, que planta soja no verão e milho no inverno. Ele disse que o contato com a Embrapa esclareceu a dúvida que tinha: “tem que estar por dentro”, comenta.

Entre vários outros pontos importantes e para os quais o produtor precisa estar atento quando vai produzir a própria semente de milho, o agrônomo da Embrapa alertou Joaquim para a questão do isolamento necessário entre as lavouras de milho, devido à possibilidade de polinização indesejada entre áreas diferentes. Segundo Fredson, “campos de produção de sementes precisam estar isolados à distância (300 m) ou por tempo (25 a 30 dias)”, sendo que o primeiro tipo de isolamento é mais indicado que o segundo.

O aproveitamento da época ideal de plantio, a adubação de acordo com resultados da análise de solo que precisa ser feita antes do plantio, atenção às plantas daninhas (o milho tem período crítico por volta dos 50 dias) e a população recomendada de plantas também foram pontos observados por Fredson: “o ideal para a produção de sementes é população entre 40 e 50 mil plantas por hectare”.

Beneficiamento e colheita

O agrônomo da Embrapa Milho e Sorgo, quando atendeu o produtor paranaense, falou ainda das etapas do beneficiamento de sementes de milho, destacando a questão da classificação dessas sementes em diferentes tipos de peneira (maior, média e menor). Em relação à colheita, a atenção é com a umidade dos grãos, que precisa estar entre 15% e 18%, medida que pode ser verificada riscando-se o grão de milho.

Fredson lembrou também da importância de o produtor usar equipamentos de proteção individual no manuseio de produtos químicos. E, com mais de um ano de armazenagem, explica o agrônomo da Embrapa, a semente de milho variedade perde o poder de germinação. Como exemplo de cultivar que pode ser utilizada para a produção de sementes, foi citada a variedade de milho BRS 4103, ideal para a agricultura familiar e que apresenta bom potencial produtivo (de até 6 toneladas por hectare) e ampla adaptação para plantio em grande parte do Brasil.

Além de Fredson, o atendimento aos produtores e aos demais visitantes da vitrine tecnológica da Embrapa no Show Rural 2013, no espaço dedicado às culturas do milho e do sorgo, teve o também agrônomo Diego de Oliveira Carvalho, da área de transferência de tecnologia, e o técnico agrícola Orismar da Silva, que permanece no evento até sexta-feira, último dia. Ao todo, devem passar pelos vários espaços da feira mais de 200.000 pessoas.

Fonte: Portal Agronegócio

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Autoridades do Mapa negociam comércio de carne brasileira

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

O secretário de Defesa Agropecuária, Ênio Marques, e o diretor do Departamento de Saúde Animal, Guilherme Marques, do Ministério da Agropecuária, Pecuária e Abastecimento (Mapa), visitam a Arábia Saudita e o Catar, neste final de semana, no intuito de suspender restrições à carne bovina. Na Turquia, os representantes negociarão o certificado fitossanitário para comércio de bovinos vivos. A ideia é prestar, pessoalmente, esclarecimentos às autoridades sanitárias do oriente médio, quanto às considerações da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Segundo o secretário de Relações Internacionais do Mapa, Célio Porto, é importante restabelecer as negociações comerciais com os países que impuseram a restrição. “Eles já receberam o documento com as observações da OIE, mas a nossa visita é fundamental para sanarmos todas as dúvidas e restabelecer as negociações”, informou. Fonte: Agrolink

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Produtores terão mais prazo e milho para compra

Postado por Grupo Santana
ás 09:55h

Será publicada nesta sexta-feira, 1º de março, no Diário Oficial da União (DOU), portaria interministerial prorrogando o prazo para as operações extraordinárias de venda de milho no balcão. O prazo foi estendido para 31 de maio. O objetivo da medida é beneficiar os pequenos produtores da região Nordeste atingidos pela seca.

A portaria proposta pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, e aprovada pelos ministros da Fazenda e Planejamento, também aumenta a quantidade total de milho disponível para venda de 400 para 700 mil toneladas.

Fonte: Agrolink

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Exportações do agronegócio atingem US$ 96,66 bilhões em 12 meses

Postado por Grupo Santana
ás 09:43h

As exportações brasileiras do agronegócio, entre fevereiro de 2012 e janeiro de 2013, somaram US$ 96,66 bilhões, o que representa um crescimento de 1,1% sobre os doze meses anteriores. As importações alcançaram US$ 16,37 bilhões. O saldo da balança comercial do setor foi positivo em US$ 80,28 bilhões. As informações foram divulgadas na segunda, dia 18, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Os setores que mais contribuíram para o crescimento de US$ 1,09 bilhão foram: cereais, farinhas e preparações (crescimento de US$ 3,27 bilhões), complexo soja (crescimento de US$ 1,04 bilhão), fibras e produtos têxteis (crescimento de US$ 396,93 milhões), fumo e seus produtos (US$ 274,01 milhões) e animais vivos (crescimento de US$ 185,99 milhões). O principal setor, em termos de valor exportado, foi o complexo soja, com US$ 25,53 bilhões, o que representou um crescimento de 4,2% em relação aos doze meses anteriores. O produto destaque em vendas no setor foi a soja em grãos, com 16,98 bilhões, 66,5% do valor exportado. As exportações de farelo de soja foram de US$ 6,55 bilhões ou 13,85 milhões de toneladas, enquanto de óleo de soja foi de US$ 1,99 bilhão ou 1,69 milhão de toneladas. As carnes somaram US$ 15,83 bilhões no período. A carne de frango foi o principal produto em vendas do setor, com US$ 7,18 bilhões, ou 3,7 milhões de toneladas. Destacam-se ainda as exportações de carne bovina (US$ 5,86 bilhões, ou 1,27 milhões de toneladas) e carne suína (US$ 1,49 bilhão ou 578,76 mil toneladas). Já o açúcar foi responsável por 84,9% desse montante, com US$ 13,21 bilhões. As exportações de álcool totalizaram US$ 2,34 bilhões. Resultados do mês As exportações atingiram a cifra recorde para o mês de janeiro, atingindo os US$ 6,58 bilhões, o que correspondeu a um aumento de 14,7% em relação ao mesmo mês de 2012. O saldo da balança comercial do agronegócio atingiu US$ 5,12 bilhões. Devido à expansão das exportações do agronegócio em 14,7% e diminuição nas vendas externas dos demais produtos em 9,8%, o agronegócio teve aumento de participação nas exportações totais no Brasil, passando de 35,6% em janeiro de 2012 para 41,2% em janeiro de 2013. O complexo sucroalcooleiro foi o principal valor exportado, alcançando US$ 1,34 bilhão em janeiro (63,2%), com o açúcar ocupando posição de destaque, US$ 1,11 bilhão em vendas (48,4%). As carnes ficaram na segunda posição em valor exportado, aumentando de US$ 1,18 bilhão em janeiro de 2011 para US$ 1,27 bilhão em janeiro de 2012 (7,7%). A quantidade exportada subiu 35,8%, de 86 mil toneladas para 117 mil toneladas, enquanto a cotação média de exportação caiu 4,8. Dessa forma, as vendas externas de carne bovina atingiram US$ 515 milhões em janeiro de 2013 (29,2%). Houve aumento também nas exportações de carne suína. As exportações passaram de US$ 97 milhões em janeiro de 2012 para US$ 104 milhões em janeiro de 2013 (7,6%). Os cereais, farinhas e preparações ficaram na terceira posição como principal setor de exportação no agronegócio em janeiro de 2013. As vendas do setor atingiram US$ 1,12 bilhão, com aumento de 200,5% em relação a janeiro de 2012. O principal produto do setor é o milho, que atingiu de US$ 221 milhões em janeiro de 2012 para US$ 947 milhões em janeiro de 2013 (327,5%). A quantidade embarcada de milho subiu para 3,37 milhões de toneladas em janeiro de 2013, o que significou uma expansão de 297,8% em relação às 847 mil toneladas exportadas em janeiro de 2012. Os produtos florestais tiveram expansão de venda de 1,0%. As exportações subiram de US$ 703 milhões em janeiro de 2012 para US$ 709 milhões em janeiro de 2013. Fonte: RuralBR

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Exportações de arroz em alta em janeiro

Postado por Grupo Santana
ás 09:38h

As exportações brasileiras de arroz base casca atingiram 77,7 mil toneladas em janeiro de 2013, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Este volume representa um aumento de 95,4% em relação ao mês anterior, quando os embarques somaram 39,8 mil toneladas. Na comparação com o mesmo período de 2012, houve queda de 65,4% no volume exportado. Naquele mês foram embarcadas 224,7 mil toneladas.

O faturamento de US$28,0 milhões foi 130,5% maior que dezembro (US$12,1 milhões), mas 63,9% menor que janeiro de 2012 (US$77,6 milhões). O preço médio pago pela tonelada do produto foi de US$360,20, 18,0% maior que no mês anterior e 4,0% mais que no mesmo período do ano passado.

Fonte: Notícias Agrícolas

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Venda de milho verde no Litoral Norte gaúcho deve alcançar sete milhões de unidades neste verão

Postado por Grupo Santana
ás 09:33h

Produtores gaúchos estão satisfeitos com a venda do milho verde nas praias do Rio Grande do Sul. O município de Maquiné, maior produtor do Litoral Norte do Estado, que abastece a maioria dos quiosques das praias da região, deve vender sete milhões de espigas na beira-mar neste verão.

O produtor rural Nazareno Dalsotto plantou 16 hectares e já colheu cerca de 150 mil espigas. A expectativa é de a produção supere 200 mil espigas no fim da colheira, o que deve se confirmar, já que sua produtividade é de mais de 25 mil espigas de por hectare, cinco mil a mais do que no ano passado. Todo o milho plantado na propriedade é vendido nas praias gaúchas.

Dos mais de 1,1 mil hectares cultivados em Maquiné, 300 são de milho verde. Os outros 800 hectares são destinados à produção de grãos para consumo animal. Para a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), a boa produtividade está relacionada ao clima, que vem ajudando os produtores que vivem da cultura.

– Tivemos chuva dentro do normal, não foi excesso e nem falta. O calor também colaborou bastante para a cultura. Dos últimos três anos, este foi o melhor para produzirmos milho – destaca o técnico agrícola da Emater-RS José Nilton Munari.

Cada espiga comprada pelo comerciante Lorenço Fagundes Nascimento custa em média R$ 0,70, mas é comercializada a R$ 3,00 para o consumidor final.

– Eles entregam aqui prontinho, descascado, preparado, é só colocar na panela e fazer a entrega. Só que em cima disso tem o problema do garçom, da cozinheira, o gás, uma série de coisas que também temos que embutir no preço – explica o vendedor, que compra cerca de 200 espigas por dia e, conforme a data, vende quase 230.

Fonte: ruralBR

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Exportações do agronegócio capixaba atingem US$ 2 bilhões

Postado por Grupo Santana
ás 11:05h

Apesar da crise econômica mundial, que afetou o comércio internacional em todos os continentes, o agronegócio capixaba fechou o ano de 2012 com cerca de US$ 2 bilhões de produtos exportados para dezenas de países. O Espírito Santo ampliou em 1,15% o volume total exportado, passando de 2,716 milhões para 2,748 milhões de toneladas comercializadas, apesar de preços médios 10,4% inferiores aos praticados em 2011. O total de geração de divisas foi 9,4% inferior ao recorde de 2011, quando as exportações dos produtos do agronegócio capixaba atingiram US$ 2,24 bilhões. “Foi um ano de preços médios praticamente estáveis para café e inferiores para celulose, açúcar e carne bovina, produtos importantes de nossa pauta de exportações e, mesmo assim, atingimos a segunda melhor marca de geração de divisas de todos os tempos”, afirma Enio Bergoli, secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca. No ano passado houve redução significativa nas exportações do Complexo Café, (Verde, Solúvel e Torrado) que se retraíram 29,7% em volume exportado e 26,4% em valor. Segundo Bergoli, apesar das exportações totais de café sofrerem uma redução de US$ 211,5 milhões, o mercado interno brasileiro manteve-se aquecido e os cafeicultores não tiveram dificuldades para comercializar a safra, que foi mais uma vez recorde no Espírito Santo. Os cafés e a celulose representaram quase 89% das divisas, mas produtos como pimenta-do-reino, açúcar de cana, carne bovina e chocolates ampliaram suas participações em 2012. Com um valor exportado de US$ 45,8 milhões e crescimento de mais de 64% em relação a 2011, a pimenta-do-reino foi grande destaque no ano passado, e se consolidou como o terceiro produto da pauta capixaba. “A agropecuária capixaba e seus negócios associados se caracterizam pela competitividade, pois enfrentam entraves como custos elevados de logística para alguns produtos, além de barreiras tarifárias, sanitárias e outros gargalos inerentes ao comércio internacional e, mesmo assim, continua evoluindo e gerando divisas para nosso Estado, com indicadores comparativos superiores ao Brasil como um todo”, afirma Bergoli. O ano de 2012 ainda foi marcado pelo retorno das exportações de álcool de cana e recorde das exportações de noz macadâmia, que é produzida em boa escala

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no Norte do Espírito Santo, principalmente em São Mateus. Peixes ornamentais também se tornaram um item de destaque no comércio internacional, com mais de US$ 2,4 milhões exportados no ano passado, superando o gengibre, um produto que tradicionalmente é direcionado ao mercado externo. Fonte: Agrolink

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Com soja, agricultura pode voltar a liderar exportações em 2013

Postado por Grupo Santana
ás 09:35h

Dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) indicam que, neste ano, a safra brasileira de soja deve crescer 25,3%, recuperando-se do mau desempenho causado pela seca em regiões produtoras em 2012.

Como os preços da oleaginosa estão elevados no mercado mundial, em razão das previsões de queda na produção nos Estados Unidos, as exportações devem gerar receita recorde para o Brasil. Segundo a Agência de Comércio Exterior do Brasil (AEB), essas vendas alcançarão US$ 31,5 bilhões neste ano, ultrapassando as receitas que devem ser geradas pela exportação de minério de ferro (US$ 29,5 bilhões).

A última vez que as exportações do chamado “complexo da soja” (que incluem grãos, farelo e óleo de soja) superaram as de minério de ferro no Brasil ocorreu em 2009, quando, ainda no início da crise econômica mundial, os preços do metal despencaram. Nos últimos três anos, graças à retomada parcial do apetite das siderúrgicas chinesas, o minério de ferro voltou a se valorizar e a liderar a lista de principais produtos exportados pelo Brasil.

Em 2013, porém, incertezas quanto ao desempenho do setor siderúrgico chinês tornam difícil prever qual será o preço médio do bem. Enquanto algumas instituições, entre as quais o banco Goldman Sachs, avaliam que a cotação do minério de ferro se manterá próxima da valorização de 80% conquistada desde outubro, a AEB e a Consultoria Tendências acreditam que o preço atual é insustentável e cairá.

“Essa queda permitirá à soja ultrapassar o minério de ferro. Mas se o metal mantiver o preço, continuará sendo principal produto de exportação do país”, diz à BBC Brasil o presidente da AEB, José Augusto de Castro.

Debate

Capaz ou não de deixar para trás o minério de ferro em 2013, o resultado da soja neste ano joga luz sobre um velho debate entre economistas brasileiros: deve-se comemorar o desempenho do setor ou condenar que produtos primários – que também englobam o minério de ferro – liderem as exportações do país?

“Quando você analisa o valor da receita (gerada pela venda de soja), comemora. Quando compara a qualidade da exportação, fica preocupado”, diz Castro. Hoje, segundo a AEB, 70% das exportações brasileiras são compostas por commodities (matérias-primas), bens sobre os quais o Brasil não detém qualquer controle de preço.

“Nossa preocupação não é que o Brasil exporte muita commodity, é que só exporte commodity. Ficamos ao sabor da saúde financieira do mundo: se ele vai bem, ficamos bem, se vai mal, ficamos mal”, afirma ele. Segundo Castro, em tempos de crise econômica global, quando há maior volatilidade nos preços de produtos básicos, a concentração desses bens na pauta de exportações torna especialmente difícil prever receitas e planejar investimentos. “Tanto é assim que o governo brasileiro não tem projeções de exportação para 2013.”

As exportações são fundamentais para a saúde financeira de um governo, já que que irrigam os bancos nacionais com moeda estrangeira, permitindo o pagamento de dívidas externas e de importações e a criação de reservas em moeda forte. “Equilibrar as exportações de commodity e de produtos industrializados é uma forma de mitigar riscos e fazer planejamento. As manufaturas, além de gerarem mais receitas, têm uma volatilidade menor de preços”, diz Castro.

Impostos

Mesmo no caso da soja, afirma ele, o Brasil tira menos proveito do que poderia caso industrializasse o produto. Hoje, cerca de 70% da soja produzida pelo Brasil é vendida em grãos, 28% em farelo e 2% em óleo. O preço da tonelada do óleo de soja é mais do que duas vezes maior do que a tonelada do grão ou do farelo.

“Se em vez de soja em grão exportássemos o óleo de soja, como faz a Argentina, geraríamos mais receita e mais empregos qualificados.” O presidente da AEB diz, porém, que o sistema tributário brasileiro indiretamente estimula a exportação do produto bruto, uma vez que a industrialização resultaria na cobrança de impostos que baixariam as margens de lucro dos produtores.

Para o engenheiro agrônomo Leonardo Machado, técnico da Faeg (Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás), mesmo que exportada em grãos, a soja gera benefícios em cadeia para a economia brasileira. Ele diz que o plantio e escoamento da oleaginosa movimenta a economia das regiões produtoras, ao requerer a compra de máquinas e caminhões, criar empregos, estimular investimentos imobiliários e recolher impostos.

Machado atribui o sucesso da soja a três fatores principais: a oferta de crédito aos produtores, o avanço tecnológico no setor e a forte demanda externa pelo produto (principalmente da China), que facilita a comercialização do produto.

Trajetória

Ele conta que, no Brasil, a soja começou a ser produzida em escala comercial nos anos 60, no Rio Grande do Sul, quando um programa governamental estimulava que produtores de trigo também plantassem a oleaginosa. “Eles acabaram se especializando na soja e, nas décadas seguintes, migraram para o Sudeste, Centro Oeste e, nos últimos anos, também ao Norte e Nordeste.”

O avanço do setor nesse período, diz ele, teve participação fundamental de empresas multinacionais e da Embrapa, que desenvolveram variedades de soja adaptáveis ao Cerrado, onde a produção nacional hoje se concentra, além de plantadeiras e colheitadeiras. Para Machado, a produção poderia se expandir ainda mais, sem prejudicar outras lavouras nem desmatar novas áreas, se houvesse melhores condições de transporte.

Hoje, estima-se que até 75% dos gastos com o transporte da soja colhida em Mato Grosso, maior produtor nacional, e vendida para a China sejam consumidos em deslocamentos rodoviários da área de cultivo até o porto brasileiro onde a carga é embarcada. “A soja não é um produto para ser transportado em caminhões, mas sim em trens ou barcos”, defende Castro, da AEB. “Quando a cotação está alta, o custo do frete interno é absorvido, mas, se amanhã o preço da soja cair, podemos ficar sem condições de exportar.”

Fonte: Notícias Agrícolas

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Produtividade brasileira de grãos cresce 24% em dez anos

Postado por Grupo Santana
ás 10:18h

Projeções do Governo Federal apontam que o crescimento da produção de grãos no Brasil nos últimos dez anos deve registrar elevação de 46,5%, o que não implica também no aumento excessivo de área, de apenas 15,7% no período. Como resultado, o índice de produtividade previsto para o país este ano de 3,46 toneladas por hectare (t/ha), se confirmado, será o maior da história – 24% maior que na safra 2002/2003. As informações têm base nos levantamentos históricos de safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Com o aumento dos investimentos e do uso de tecnologia no campo, o Brasil saiu de uma produção de 123,1 milhões de toneladas na safra 2002/2003 para 180,4 milhões esperados na temporada 2012/13. Também houve aumento de área plantada, mas em ritmo muito menor: de 43,9 milhões de hectares, há dez anos, para 52 milhões previstos este ano.

Um fator determinante para o cenário positivo tem sido o crescimento nos últimos anos da produtividade nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Na safra 2002/2003, esses índices eram respectivamente de 3,3 t/ha, 3,13 t/ha e 3,1 t/ha. Já na temporada atual, os valores saltaram para 3,9 t/ha, 3,76 t/ha e 3,67 t/ha. O Distrito Federal é a Unidade da Federação com o melhor resultado: 4,9 t/ha em 2013.

“O produtor brasileiro se destaca no cenário mundial pelos investimentos cada vez maiores em aumento produtivo, não de área cultivada. Diversos produtos do agronegócio têm contribuído para esse resultado, como o milho e a soja”, destacou o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho.

Em dez anos, ampliaram os recursos em crédito de investimento adquiridos pelos agricultores. Foram R$ 3,5 bilhões durante todo o ano safra 2002/2003, enquanto em apenas seis meses da temporada 2012/13 esse valor já é de R$ 5,5 bilhões, de acordo com levantamentos da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura.

Segundo o secretário de Política Agrícola do Mapa, Neri Geller, os empréstimos em investimento tendem a continuar aumentando com as perspectivas otimistas no cenário agrícola brasileiro. “A expectativa de ganhos ainda maiores nas lavouras brasileiras tem elevando os financiamentos para aquisições de máquinas e equipamentos modernos. Não há dúvidas de que o Governo também disponibilizará mais recursos nas próximas safras para essa finalidade”, destacou o secretário, lembrando que o setor tem uma das menores taxas de inadimplência do mercado, de 0,5%.

Fonte: Notícias Agrícolas

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Confira as fotos do V Natal Solidário

Postado por Grupo Santana
ás 16:19h

O Grupo Santana realizou uma festa em benefício das crianças carentes de algumas comunidades do interior do Rio Grande do Norte nesta quinta-feira, 20 de dezembro. As comunidades de Barrocas, Floresta e Listrada no Alto do Rodrigues/RN se reuniram na Escola A.E.M Manoel Venâncio Filho para a festa. Na ocasião, foram realizadas brincadeiras e distribuição de presentes. Além disso, foi sorteada uma bicicleta.

Ficou curioso? Então confira as imagens:

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Exportações de algodão em pluma de Mato Grosso geram receita de US$ 280 milhões

Postado por Grupo Santana
ás 15:13h

Mato Grosso exportou, entre janeiro e maio de 2012, 152 mil toneladas de algodão em pluma, vendas que geraram uma receita de US$ 280 milhões. O dado foi divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

De acordo com o levantamento, tendência é que as exportações devem continuar aquecidas. China, Indonésia e Coreia do Sul continuam como principais compradores da pluma do Estado, sendo responsáveis por 52% da compra do produto mato-grossense nos cinco primeiros meses de 2012.

O preço da pluma está em R$ 46,30/arroba em Rondonópolis, 8,8% menos que há um mês.

Fonte: Notícias Agrícolas

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Arroz: ritmo de negócios aumenta e preço volta a subir

Postado por Grupo Santana
ás 15:11h

Beneficiadoras mostraram mais interesse de compra, mas, no geral, ainda estiveram cautelosas ao conceder aumento ao valor pago pela saca de casca. Agentes de empresas alegam dificuldades nos negócios no setor atacadista/varejista dos grandes centros consumidores, tanto em volume como em termos de repasse das altas do casca para o beneficiado. A exceção esteve na região da Zona Sul, onde as indústrias estiveram mais agressivas nas compras, especialmente devido à necessidade de atender os contratos de exportação. Assim, entre 11 e 18 de junho, o Indicador do Arroz em Casca Esalq/Bolsa Brasileira de Mercadorias-BM&FBovespa (Rio Grande do Sul, 58 grãos inteiros)

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subiu 0,46%, fechando a R$ 28,65/saca de 50 kg na segunda-feira, 18. Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho: Colheita pode superar 73 milhões de toneladas

Postado por Grupo Santana
ás 15:10h

Segundo estimativa divulgada pela Agroconsult,a produção brasileira de milho do ciclo que se encerra em junho (2011/12)

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pode ser ainda maior do que se previa. As duas colheitas da temporada podem somar um recorde de 73,7 milhões de toneladas, um aumento de 16,6 milhões de toneladas ou 29% em relação à safra passada.O número é quase 9% maior do que a previsão oficial. A revisão foi motivada pelas expectativas elevadas em relação à segunda colheita de milho (a safrinha) em Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná após uma avaliação das condições das lavouras nos dois primeiros Estados. Ainda de acordo com a Agroconsult, o aumento do plantio e as condições climáticas favoráveis devem garantir uma safrinha de 38,8 milhões de toneladas, um acréscimo de 83,88% ou 17,7 milhões na comparação com a segunda colheita do ano passado. A estimativa da Conab para a safrinha é bem mais modesta: 32,9 milhões de toneladas. Se a previsão se confirmar, a safrinha será maior inclusive que a safra de verão, estimada pela consultoria em 34,9 milhões de toneladas – volume 2,78% inferior ao da primeira safra de 2011/12. Além disso, confirma o milho como principal cultura da safra atual (em volume de produção), superando a soja pela primeira vez desde a safra 2000/01. A confirmação do número também pode pesar sobre os preços da commodity, já pressionados pela expectativa de uma colheita nos EUA. A Agroconsult está avaliando a condição das lavouras no Paraná e em Mato Grosso do Sul. Na semana que vem, a empresa divulga uma nova estimativa para a produção brasileira do cereal. Fonte: Notícias Agrícolas

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Milho: China abre as portas para cereal brasileiro

Postado por Grupo Santana
ás 14:31h

A China apresenta agora um protocolo que abre as portas do país ao milho produzido no Brasil. Segundo informações do jornal Gazeta do Povo, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu um documento que descreve parâmetros fitossanitários que devem liberar o comércio do cereal entre os países.

A compra do milho brasileiro pelos chineses acontece em função da ameaça de escassez do cereal no mercado interno. Somente nas últimas cinco safras o consumo de milho registrou acréscimo de 50 milhões de toneladas no país.

A China possui atualmente uma das maiores produções de milho do mundo, com estimativa de colher 193 milhões de toneladas do cereal na temporada 2012/13. As importações do gigante asiático há três anos não atingiam 1 milhão de toneladas, mas na temporada passada chegaram a 5 milhões de toneladas e nesta devem atingir a marca de 7 milhões de toneladas, em um ano em que o Brasil terá 10 milhões de toneladas de milho disponível para as exportações.

A China, que também trava negociações para exportação do milho argentino, deverá enviar este mês ao país representantes para discutir as variedades aceitas para comercialização. As deliberações com o país vizinho devem servir de parâmetro para o Brasil. Ainda assim, só devem ser aceitas variedades já aprovadas para o consumo chinês.

Segundo informações do presidente executivo da Abramilho (Associação Brasileira de Produtores de Milho) em entrevista ao jornal Gazeta do Povo, o Brasil tem condições de atender às exigências fitossanitárias da China e deve ganhar espaço no mercado frente ao milho estadunidense. “Os Estados Unidos não tem milho suficiente para mandar para fora. A Argentina é grande exportador, mas também não dispõe de grande volume. A China deve levantar o mínimo de exigências possível, porque precisa repor seus estoques”, esclarece.

Fonte: RuralBR

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Milho ‘desbanca’ reinado da soja em Mato Grosso

Postado por Grupo Santana
ás 14:37h

Após anos de hegemonia, o reinado da soja pode estar com os dias contados em Mato Grosso. A oleaginosa é atualmente o carro-chefe da agricultura estadual, mas nos próximos anos pode deixar o posto. Tudo baseado principalmente no crescimento exponencial da safra de milho. O próprio setor produtivo fala em uma inversão de papeis embora não se determinem prazos. Mas a transformação já começou. Em quatro cidades do estado a produção do cereal nesta temporada já ultrapassará a oleaginosa: Sorriso, Lucas do Rio Verde (importantes produtoras da soja), Vera e Cláudia, indica o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). De acordo com a entidade, será a primeira vez na história do Estado que isso deve ocorrer. Sorriso, com uma área de 460 mil hectares, a segunda safra deve atingir 2,5 milhões de toneladas, 28% maior do que a produção

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de soja (1,9 milhão de toneladas). Já em Lucas do Rio Verde devem ser 914,7 mil toneladas do cereal para 701,4 mil toneladas de soja. Já Vera e Cláudia terão mais milho do que soja, 4,6% e 26%, respectivamente. Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho no estado (Aprosoja), Carlos Fávaro destaca que o crescimento do milho está associado ao misto de condições favoráveis e nos investimentos maiores feitos pelos agricultores. Em tom otimista destaca que aos poucos o potencial do milho vai remodelar o cenário agrícola da unidade federada. “O milho está engatinhando e acredito que certamente será o maior produto de Mato Grosso”, disse ao Agrodebate. Mas como lembra o dirigente da Associação, a soja não deixará de influenciar diretamente a economia do estado. Embora possa ser ultrapassada no quesito de produção ainda será ela a maior geradora de riquezas para a agricultura. Somente para este ano, por exemplo, a renda com a cultura deve bater a casa de R$ 14 bilhões frente aos R$ 3,4 bilhões do milho, aponta o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “O milho está engatinhando ainda, mas certamente será o maior prodtuo de Mato Grosso. Talvez não em renda, mas em produção vai passar a soja pela vocação da cultura em aceitar a tecnologia”,

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lembra Fávaro. Para o ex-ministro da Agricultura e presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), Alysson Paolinelli, a safra de milho perdeu status de safrinha e se tornou safrão. “Mato Grosso tem uma safrinha com indicativos formidáveis que podem atender a demanda mundial”, declarou. Somente em 2012 Mato Grosso deve produzir 13,1 milhões de toneladas de milho, volume 87,5% maior peraante ao verificado no período 2010/11, em 6,9 milhões de toneladas, conforme o Imea. “O milho já tendo a produção maior”, reforça Nery Ribas, gerente-técnico da Aprosoja de Mato Grosso. Cleber Noronha, analista de mercado Imea, lembra ainda que as condições climáticas e a tecnologia utilizada contribuirão com o resultado do estado. O especialista frisa que somente neste ano Mato Grosso deve ofertar quase 20% de todo milho que será produzido no Brasil. Estrutura Atrelado ao crescimento do milho, maiores deverão

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ser os investimentos a serem feitos para que a estrutura seja suficiente para comportar o produto. Entre eles, mais recursos para a construção de armazéns. “Precisamos de mais armazéns. Alguns grandes produtores têm a oportunidade de fazer por conta própria [a construção]. Mas todos podem fazer sua parte, se organizarem”, cita o presidente da Aprosoja, Carlos Fávaro. Fonte: Notícias Agrícolas

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Brasil deve ultrapassar a Índia nas exportações de algodão

Postado por Grupo Santana
ás 14:36h

Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), devido às barreiras que a Índia está impondo para a exportação de algodão, está previsto que o Brasil ultrapasse-a, se tornando o segundo maior exportador de algodão em 2013, atrás apenas dos Estados Unidos.

A Índia deve iniciar a temporada 2012/2013 com estoques baixos e a produção tende a ser 6,0% inferior.

Em Rondonópolis, a arroba da pluma está cotada em R$50,40 ou 0,4% mais que há um mês.

Em relação a maio de 2011, os preços estão 27,1% menores.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Supersafra de milho começa ser colhida em MT antes do previsto

Postado por Grupo Santana
ás 18:01h

O movimento de colheitadeiras nas lavouras de milho em Mato Grosso marca o início da colheita da safra. Embora de forma tímida, os produtores anteciparam-se e ainda no final de maio começaram a encaminhar as máquinas para o campo. Fato jamais visto no estado e antecipando em pelo menos três semanas o início dos trabalhos. Expectativa de colher nesta temporada a maior safra da história, estimada em 11,7 milhões de toneladas ou 67,8% maior frente ao ano passado. Em Sapezal, a 473 quilômetros de Cuiabá, o produtor Raijan Mascarello já colheu em torno de 150 hectares dos 4,7 mil hectares que plantou entre o município e também Campos de Júlio, a 692 km da capital. “Creio que manteremos a produção de 80 sacas por hectare. A chuva caiu bem e o clima foi bom, por isso temos uma expectativa de manter a média”, contou o produtor, ao Agrodebate. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Sapezal foi a primeira cidade do estado a puxar a colheita da safra 2011/12. Na maior

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parte dos municípios, explica o analista de mercado Cleber Noronha, produtores estão focados nos preparativos e calibragem das colheitadeiras. “Por enquanto ainda é bem tímida a colheita e chegou a 0,2% do estado. Os produtores estão entrando nas lavouras, regulando as máquinas. O indicativo de uma evolução grande será para a segunda semana de junho”, expressou. Nesta safra, 2,5 milhões de hectares foram cultivados. Segundo explica Noronha, o maior volume de colheita está programado para inciar na segunda semana de junho. É neste período que aproximadamente 10% da área devem estar prontos. As chuvas acima da média e registradas entre o final de maio e o início de junho alteraram a programação nas lavouras. Em algumas propriedades será preciso atrasar a entrada das máquinas em função do alto índice de precipitações. Em Sorriso, a 420 quilômetros de Cuiabá, Clair Valdameri conta que deve começar a colher somente nos próximos 30 dias. “Choveu bastante a atrasou a programação. O milho alagou porque está chovendo bastante. Todos os anos até o dia 20 de junho começo a colher, só este ano que atrasou”, comentou o agricultor. Valdameri está confiante em bons resultados e espera obter acima de 100 sacas por hectare. No Araguaia, onde plantou 1,8 mil hectares distribuídos entre Vila Rica e Santa Terezinha, o produtor Hamilton Dauzáquio conta que a colheita deve começar somente nos próximos 20 dias. Foi o primeiro ano em que cultivou milho na região. A expectativa é atingir 80 sacas por hectare, como destaca o produtor. Recorde x Preocupação A safra 2011/12 promete ser a melhor da história para Mato Grosso. A previsão de colher quase 12 milhões de toneladas consolida um novo recorde para o estado. Mas ao mesmo em que a safrinha ganhou status de ‘safrão’, acendeu-se a luz de alerta do setor produtivo quanto à capacidade para receber o cereal. Como lembra Carlos Fávaro, presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), é preciso estar atento ao cenário. “Mais que aumentar a produção de milho precisamos de armazéns. Vamos chamar os produtores para se organizarem”, pondera o dirigente. A velocidade da comercialização também será determinante para os produtores, lembra Carlos Fávaro. “A comercialização vem atrelada à armazenagem. Temos hoje cerca de 6 milhões de toneladas já vendidas, que é o tamanho da safra do ano passado. Se esse total rapidamente entrar no armazém e for escoado vai abrir espaço para o milho que for colhido. O problema é se ficar estocado”, citou Fávaro. Fonte: Notícias Agrícolas

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