Grupo Santana

Page

Maior intenção de venda pressiona preços do algodão

Postado por Grupo Santana
ás 15:46h

A intenção de venda segue maior que a de compra, mantendo a pressão sobre as cotações do algodão em pluma no mercado nacional. A informação foi divulgada, nesta quarta-feira (18/11) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Entre 10 a 17 de novembro, o indicador da instituição para a cultura, com base em São Paulo, caiu 0,74%, fechando a R$ 2,2976 a libra-peso na terça-feira (17/11). Na parcial de novembro (até dia 17), a referência acumula queda de 1,41%.

“Produtores e comerciantes com necessidade de fazer caixa ofertam lotes especialmente para compradores domésticos. A demanda por lotes para entrega imediata ou no início de dezembro, por sua vez, está baixa. As compras ocorrem apenas quando indústrias precisam de mais pluma para cumprir pedidos já firmados”, dizem os pesquisadores, destacando que a dificuldade de repasse de custos ao produto final é outro fator de retração entre os compradores.

Fonte: Revista Globo Rural

ver mais deixar comentario compartilhar

Produção agrícola cresceu 8,1% em 2014, diz IBGE

Postado por Grupo Santana
ás 17:54h

O valor da produção agrícola brasileira chegou a R$ 251,2 bilhões em 2014, 8,1% a mais do que em 2013, informa o boletim Produção Agrícola Municipal (PAM) de Culturas Temporárias e Permanentes 2014, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As principais culturas responsáveis pelo aumento foram a soja, com acréscimo de 22,4% no valor de produção comparado a 2013, o café arábica (22,6%) e o algodão herbáceo (17,4%).

A soja teve recorde de 86,8 milhões de toneladas em 2014, 5 milhões a mais do que no ano anterior, com crescimento da produção nacional de 6,2% e rendimento médio de 2.866 quilos por hectare (kg/ha), 2,1% menor que o da safra anterior. Também apresentaram aumento de produção a mandioca (1,8 milhão de toneladas), o algodão herbáceo (820 mil) e o trigo (523,4 mil), entre outros produtos.

Foram cultivados 76,2 milhões de hectares no país, 3,8 milhões a mais que em 2013, reflexo da expansão da soja, que teve aumento de área cultivada de 2,4 milhões de hectares. De acordo com a pesquisa, os bons resultados da soja devem-se aos bons preços praticados no mercado.

Segundo o IBGE, das 64 culturas analisadas, 25 tiveram redução da produção, comparadas a 2013, com destaque para a cana-de-açúcar,mais presente em São Paulo (54,4%), devido à estiagem em 2014. Essa queda causou redução de 4% na produção nacional, menos 31 milhões de toneladas.

Três culturas concentraram 62,7% do valor total da produção, sendo a soja a de maior participação (33,6%), seguida da cana-de-açúcar (16,8%) e do milho em grão (10,3%). As lavouras temporárias tiveram participação de 83,2% na produção agrícola de 2014 e as permanentes, de 16,8%.

A Região Sudeste tem maior participação nas culturas permanentes (9,7%), e a Região Sul detém 26,3% das culturas temporárias.

O valor total da produção das 22 espécies de frutas investigadas cresceu 9,3% em relação a 2013, totalizando R$ 25,4 bilhões. A banana, com participação de 21,8% no total das frutas, e a laranja, com 21,7%, foram as espécies com maior valor da produção nacional.

Petrolina (PE) continua em primeiro lugar no valor da produção de frutas, com R$ 470,3 milhões, apesar da redução de 48,8% em relação a 2013, devido à queda do preço médio da uva, sua principal cultura. O município conta também com produções de manga,
goiaba, banana e coco-da-Bahia.

O Sul respondeu por 28,5% do valor total da produção agrícola do ano passado, com valor de R$ 71,5 bilhões), seguido do Sudeste (27,5% e R$ 69,2 bilhões), Centro-Oeste (25,5% e R$ 64,2 bilhões), Nordeste (13,3% e R$ 33,3 bilhões) e do Norte (5,2% e R$ 13 bilhões). Em comparação com 2013, houve aumento de 19,5% na Região Nordeste, 11,7% na Região Norte, 12,4% no Centro-Oeste, 4,2% no Sul e 3,1% no Sudeste.

O estudo mostra também que São Paulo continua sendo o estado que mantém o maior valor da produção, mas perdeu participação entre 2013 e 2014 (de 16% do total, para 14,8%), devido principalmente às altas temperaturas e baixas precipitações, com destaque para a cana-de-açúcar. A produção de São Paulo alcançou valor de R$37,2 bilhões.

Na segunda posição, Mato Grosso representou 13,5% do total do valor da produção agrícola brasileira, seguido do Paraná (12,9%), Rio Grande do Sul (12,2%) e de Minas Gerais (10,3%).

Entre os 50 municípios com maiores valores de produção agrícola, a soja era o principal produto em 41 no ano passado. Em Sorriso (MT), a participação da soja atingiu 74,9% de toda a produção agrícola da cidade. O município de São Desidério, na Bahia, lidera
o ranking nacional do valor da produção de 2014, cujo principal produto é o algodão herbáceo (53,4%).

No ano passado, foi registrada safra recorde de cereais, leguminosas e oleaginosas (grãos), totalizando 194,6 milhões de toneladas e superando em 3,5% a obtida em 2013 (188,1 milhões de toneladas). O valor da produção atingiu o mais alto patamar:
R$ 136,7 bilhões. A área plantada foi 57,4 milhões de hectares (6,9% maior) e a área colhida foi 56,7 milhões de hectares (7,5% maior).

Fonte: Revista Globo Rural

ver mais deixar comentario compartilhar

Grupo Santana participa da Festa do Boi 2015

Postado por Grupo Santana
ás 09:36h

 

O Grupo Santana esteve presente na 53ª edição da Festa do Boi, evento realizado entre os dias 10 e 18 de outubro no Parque Aristófanes Fernandes, em Parnamirim.

A companhia promoveu, em seu stand, o seu novo produto, a silagem, tanto de sorgo, como de milho, embaladas a vácuo.

A Festa do Boi é um evento promovido pela Associação Norte-riograndense de Criadores (Anorc), e em 2015, bateu o recorde de público e de negócios. De acordo com a organização, a movimentação em negócios fechados durante a feira agropecuária deve ultrapassar os R$ 150 milhões.

Veja fotos do evento:

 

ver mais deixar comentario compartilhar

Alta anual do algodão em pluma já ultrapassa os 40%

Postado por Grupo Santana
ás 17:07h

Apesar de as negociações envolvendo o algodão em pluma seguirem envolvendo apenas pequenos lotes, os preços continuam firmes. De 29 de setembro a 6 de outubro, o Indicador CEPEA/ESALQ com pagamento 8 dias, referente à pluma 41-4, posta em São Paulo, avançou 0,5%, fechando a R$ 2,3648/lp nessa terça-feira, 6.

Desde o início do ano, o aumento é de 42,14%. Segundo pesquisadores do Cepea, vendedores permanecem firmes nos preços pedidos, inclusive para os lotes de baixa qualidade, enquanto compradores buscam o produto para atender a programações de curto prazo. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br).

ver mais deixar comentario compartilhar

Grupo Reviver faz mutirão de mamografias em Natal

Postado por Grupo Santana
ás 16:57h

É com muita satisfação que iniciamos o mês de Outubro com os atendimentos da Unidade Móvel de Saúde do Grupo Reviver, que trás o nome da idealizadora do Grupo Santana do RN, Savana Galvão Araújo Barbosa.

Essa importante iniciativa surgiu há três anos, quando Savana Galvão Araújo Barbosa iniciava uma luta contra o câncer de mama e abraçou a causa, tornando-se uma das fundadoras Grupo Reviver. Hoje, Savana é representada nesse projeto por sua irmã, Luanda Galvão Araújo Nunes, como Vice-Diretora Administrativa do Grupo Reviver.

O Grupo Reviver, instituição sem fins lucrativos, surgiu em outubro de 2012, com o objetivo de auxiliar na prevenção do câncer em mulheres com baixo nível de informações sobre a doença e acesso restrito à saúde pública. Atualmente, o grupo se mantém através de doações financeiras de pessoas físicas e jurídicas, bem como, de parcerias com o poder público. Hoje conta com o apoio de 320 contribuintes levando além da estrutura necessária, conforto, carinho e amor para quem enfrenta a doença.

Uma das maiores dificuldades enfrentadas pelas mulheres no diagnóstico do câncer de mama é o acesso à mamografia – exame de imagem que auxilia na identificação da doença. Diante disso e por ocasião do Outubro Rosa, desde a última quinta-feira (01/10), o Grupo Reviver promove um mutirão para realização de mamografias com sua unidade móvel em diversos pontos, tendo como meta atender à população da Região Metropolitana e Central da cidade do Natal e algumas regiões do interior do Estado.

É importante destacar os seguintes critérios: mulheres de 40 a 49 anos devem portar documento de identificação com foto, cartão SUS e requisição médica e mulheres de 50 a 69 anos devem levar documento de identificação com foto e cartão SUS. O mutirão acontece em parceria com a Liga Norte Rio-Grandense contra o Câncer, Assembléia Legislativa do RN – através da Assembléia Cidadã e a Secretaria Municipal de Saúde de Natal.

Confira o calendário do mutirão de mamografias:

Horário: 7h30 às 17h
Dias 05 a 09 – Policlínica Municipal Zona Norte
Dias 12 a 16 – Unidade de Saúde de Nordelândia – Lagoa Azul, Zona Norte
Dias 19 a 23 – Policlínica da Cidade da Esperança
Dias 26 a 29 – Policlínica Zeca Passos na Ribeira

ver mais deixar comentario compartilhar

Índice do preço do arroz bate recorde

Postado por Grupo Santana
ás 09:35h

O indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, que mede o preço do arroz no Rio Grande do sul atingiu o maior patamar nominal (desconsiderando os efeito da inflação) da séroe histórica nessa terça, dia 29, diante da maior demanda e da retração dos produtores.

O índice do arroz Esaql/Senar-RS, 58% grão inteiros, fechou a R$ 39,57 a saca de 50 quilos ontem. Desde julho ele registra avanço.

Segundo o Cepea, as indústrias estão em busca de arroz para compor seus estoques e atender a demenda do mercado e do varejo, além das exportações. Parte dos orizivultores, por sua vez, não estão vendendo, por conta da fraca necessidade de “fazer caixa”.

Além disso, esses agentes estão atentos aos impactos da alta dos insumos, como defensivos e energia, no custo da produção safra 2015/2016. É preciso considerar, ainda, que o volume de arroz sendo importado vem se reduzindo, por conta da forte alta do dólar, diz o relatório semanal da entidade.

As importações brasileiras recuaram 41,8% na parcial do ano até agosto, de acordo com o Mistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

ver mais deixar comentario compartilhar

Preços do farelo de algodão registram alta

Postado por Grupo Santana
Algodão ás 15:22h

Os valores do algodão em pluma seguem firmes no mercado interno, em linha com a paridade de exportação, que vem subindo por conta do dólar. Na parcial de setembro (até o dia 22), o Indicador CEPEA/ESALQ com pagamento 8 dias, referente à pluma 41-4, posta em São Paulo, subiu 3,41%, fechando a R$ 2,3347/lp nessa terça-feira, 22.

Segundo pesquisadores do Cepea, compradores adquirem novos lotes apenas quando têm necessidade de entrega rápida.

Do lado vendedor, produtores e tradings estão de olho nas oscilações cambiais, avaliando o volume de seus estoques diante dos compromissos que precisam ser atendidos – para os mercados interno e externo. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br).

Fonte: Redação – Agência IN

ver mais deixar comentario compartilhar

Milho é detaque de aumento de 15,6% do Valor Bruto da Produção Agropecuária em 2015

Postado por Grupo Santana
ás 16:58h

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) estima que o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) deve atingir R$ 522,52 bilhões no final deste ano, com crescimento de 15,6% em relação aos números obtidos no ano passado.

De acordo com a CNA, o desempenho positivo tem relação direta com o aumento de produção das principais lavouras e criatórios, como algodão (12,2%), amendoim (22,2%), cacau (15,5%), café (10,6%), cebola (41,4%), laranja (13,7%), trigo (13,2%) e frango (60,5%).

A avaliação técnica do setor rural é que, mantido o cenário atual, a área agrícola deverá faturar este ano R$ 310 bilhões, valor 10,2% superior ao registrado em 2014. Um dado relevante diz respeito à soja, com ganho previsto de 14,7% e valor total de R$ 103,5 bilhões.

O mais recente levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que a safra de grãos 2014/2015 pode chegar ao número recorde de 208,8 milhões de toneladas, aumento de 7,9% em comparação ao resultado da safra anterior, de 193,6 milhões de toneladas.

Uma das razões para esse resultado é o aumento da área plantada de soja e da segunda safra de milho. No caso do milho houve, ainda, a influência favorável das boas condições climáticas nas regiões produtoras.

Outro fator importante foi a variação favorável dos preços pagos ao produtor. A produção total de milho – de primeira e segunda safras – deve chegar a 84,3 milhões de toneladas, ao lado do crescimento de 6% nos índices de produtividade verificados nas duas safras.

No caso da pecuária, o VBP estimado chega a R$ 211,6 bilhões, com aumento de 24,5% no faturamento, em relação aos números do ano passado. Destaque para a avicultura, que obteve ganhos de 60,5% no preço médio observado ao longo de 2015, comparado a igual período de 2014.

Na suinocultura, a elevação dos preços também vem impulsionando o faturamento bruto do segmento, embora de maneira mais modesta quando comparado com a avicultura. O crescimento previsto da suinocultura é de 6,9%. O setor deve faturar R$ 14,8 bilhões em 2015.

Fonte: Canal Rural

ver mais deixar comentario compartilhar

Demanda aquecida eleva preço do arroz

Postado por Grupo Santana
ás 11:00h

A maior demanda das beneficiadoras, aliada a uma postura retraída dos produtores, tem pressionado para cima os preços do arroz. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (19/8) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

No acumulado do mês de agosto, até a terça-feira (18/8), o indicador calculado pela instituição, com base no mercado do Rio Grande do Sul, tem alta de 2,33%. No dia 18, a cotação fechou a R$ 34,68 por saca de 50 quilos.

“Com necessidade de repor estoques e atender a demanda de arroz beneficiado, parte das indústrias tem aceitado comprar o arroz nos valores pedidos por vendedores. Do lado vendedor, boa parte dos produtores segue retraída, por ter conseguido o acesso a recursos do EGF (Empréstimo do Governo Federal), ao de pré-custeio ou feito caixa com a venda de outros produtos”, diz a instituição, em nota.

Ainda de acordo com os pesquisadores, o foco do produtor de arroz neste momento é a compra dos insumos e ao preparo do solo para o cultivo da temporada 2015/2016. “Alguns já sinalizam redução da área semeada”, informa o Cepea.

Fonte: Revista Globo Rural

ver mais deixar comentario compartilhar

Produtor deve vender produção de milho em partes, recomenda Imea

Postado por Grupo Santana
ás 08:51h

Diante do atual cenário do mercado, o produtor de milho de Mato Grosso deve vender o cereal em partes, de forma escalonada. A recomendação é do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), destacando um momento de “tensão”, especialmente em relação aos custos para o plantio da safra 2015/2016.

“A questão-chave para o produtor do estado, assim como nas últimas safras, é saber o momento certo de vender seu milho, e como o preço é uma variável de difícil previsão, ir liquidando sua produção em partes se torna uma das estratégias mais seguras”, diz a instituição, em seu relatório semanal para a cultura.

De acordo com o Imea, os preços futuros estiveram animadores nas últimas semanas, levando produtores a realizarem algumas vendas. No entanto, com a safra sendo colhida, muitos ainda não fecharam os custos para o ciclo 2015/2016. E, com a valorização do dólar, a incerteza em relação a este aspecto aumenta.

Na avaliação do instituto, só com insumos para plantar o milho, o agricultor deve desembolsar R$ 1.271,66 por hectare. O valor é 13,44% maior que o registrado na temporada 2014/2015.

Produtividade

No relatório, o Imea avalia de forma positiva os índices de produtividade que vêm sendo registrados na safra de milho de Mato Grosso. De acordo com os técnicos, o bom volume de chuvas registrado na fase de desenvolvimento das plantas favoreceu o rendimento no campo.

O índice mais alto está na região oeste, onde a colheita chegou a 52,53% da área até o final da semana passada. As lavouras estão rendendo, em média, 125 sacas por hectare. De outro lado, em áreas com menor investimento em tecnologia, há médias em torno de 60 sacas por hectare, índice considerado “pontual”.

“O Estado tem potencial para tornar constantes essas produtividades elevadas, e não apenas “pontos fora da curva” favorecidos por eventos pontuais como ocorridos nesta safra”, avalia o Imea.

Fonte: Revista Globo Rural

ver mais deixar comentario compartilhar

BNDES investe R$ 13 milhões na agricultura familiar

Postado por Grupo Santana
ás 10:12h

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgaram nesta sexta-feira (19) o resultado final do segundo edital de chamada pública de 2013, referente ao acordo de atuação conjunta celebrado entre as entidades. Foram selecionados 291 projetos de organizações da agricultura familiar, o que representa 36% do total de inscritos. Ao todo, serão investidos cerca de R$ 13 milhões. Cada projeto receberá entre R$ 50 a R$ 70 mil. Esses são recursos financeiros não reembolsáveis.

A região que teve maior número de propostas contempladas foi a Sudeste, com 118 projetos, seguida da Nordeste, Sul, Centro Oeste e Norte cada uma com 85, 34, 32 e 22 respectivamente. Entre os selecionados, 16 são projetos de associações ou cooperativas formadas exclusivamente por mulheres e 17 são de organizações orgânicas e agroecológicas.

A Conab explica que os recursos devem ser aplicados em ações como compra de equipamentos e veículos, construções, entre outros. Há projetos que visam a agregação de valor à produção, como a construção de uma padaria em Minas Gerais. Outras iniciativas são de organizações que pretendem obter maior eficiência na produção, como a compra de equipamentos para aprimorar a aplicação de insumos nos pomares orgânicos e a ampliação de área irrigada da propriedade.

Segundo a Conab, as associações ou cooperativas de agricultores familiares contempladas já operacionalizaram o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) ou a Política de Garantia de Preços Mínimos para Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio) e foram habilitadas dentro do limite dos recursos.

ver mais deixar comentario compartilhar

INTL FCStone eleva projeções para safras de soja e milho em 2014/2015

Postado por Grupo Santana
ás 15:55h

A consultoria INTL FCStone elevou as previsões para as safras de soja e milho do Brasil em 2014/2015 em virtude dos ajustes nos números de produtividade de soja em alguns Estados e das condições favoráveis ao desenvolvimento da segunda safra de milho. Quanto à soja, a FCStone aumentou a estimativa de produção brasileira para 94,00 milhões de toneladas. Em abril, a consultoria havia previsto 93,61 milhões de toneladas.

Em Mato Grosso, com a colheita já finalizada, foi verificado rendimento maior do que o esperado inicialmente, conforme a FCStone. “Apesar das variações entre as regiões do Estado, causadas pelo clima irregular, a produtividade histórica foi superada em algumas delas, puxando a média para cima”, informou o relatório divulgado pela consultoria. Por outro lado, no Mapitoba, região que abrange os Estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, os problemas climáticos afetaram negativamente as lavouras de maneira mais intensa do que a inicialmente esperada.

A produtividade média no Brasil foi estimada em 2,99 toneladas por hectare, acima das 2,98 toneladas por hectare da projeção anterior.

Milho
Em relação ao milho, a FCStone salientou que as perspectivas são bastante favoráveis para a safrinha mesmo após os atrasos ocorridos no plantio, com parte das lavouras sendo semeada fora da janela ideal. “Previsões indicam um maior volume de chuvas no inverno e temperaturas um pouco mais altas, diminuindo o risco de geadas, o que deve garantir boas produtividades e uma elevada produção”, ressaltou a consultoria.

A previsão de colheita de milho de inverno foi elevada de 46,47 milhões de toneladas para 49,00 milhões de toneladas depois de ajustes para cima nas expectativas de área e rendimento. A estimativa para a safra de verão do cereal foi mantida em 29,04 milhões de toneladas.

A FCStone projeta agora a produção total de milho do País em 78,04 milhões de toneladas. No mês passado, a previsão era de 75,51 milhões de toneladas. A estimativa de produtividade média no Brasil, considerando as duas safras, foi elevada de 4,99 toneladas por hectare para 5,10 toneladas por hectare.

ver mais deixar comentario compartilhar

Avanços tecnológicos melhoraram a produtividade da agricultura

Postado por Grupo Santana
ás 09:25h

Na segunda parte da reportagem comemorativa dos 50 anos da Rede Globo, o Globo Rural fala de um assunto fundamental para a evolução do nosso campo nesses 50 anos: a tecnologia. Com ela, a produção agrícola brasileira explodiu. Ao longo das últimas décadas, o Brasil consolidou uma das maiores redes de pesquisa agropecuária do mundo.

Dr. Eliseu Alves foi figura-chave nessa história. Agrônomo, ele fez parte do grupo que, em 1973, fundou a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).
Naquela época, o Brasil já tinha universidades e centros de tecnologia voltados para a agricultura, mas a produção científica era insuficiente e, apesar do potencial do nosso campo, o Brasil ainda importava muita comida.
“Os criadores da Embrapa eram recém-egressos de universidades americanas. Então, nós descobrimos que a grande diferença dos Estados Unidos era conhecimento. E nós viemos com essa idéia para cá, de criar uma instituição que fosse capaz de gerar conhecimentos para a agricultura brasileira. O Brasil era um país grande que tinha potencial para ser grande e a Embrapa teria que ser do tamanho do Brasil”, explica Eliseu Alves, agrônomo da Embrapa.

Hoje a Embrapa conta com quase 10 mil funcionários, 46 centros de pesquisa e estuda de tudo em todos os cantos do Brasil: variedades de plantas, genética animal, solos, pastagens, manejo florestal e adubação. O agrônomo Maurício Lopes é o presidente atual da Embrapa.
“A ideia de se criar uma organização de pesquisa localizada em todas as partes do Brasil fez a grande diferença. Nós levamos a ciência para o interior do Brasil.O Brasil hoje é considerado a grande liderança para a agricultura, para a ciência e a inovação para a agricultura no cinturão tropical do globo”, diz Maurício Lopes, presidente da Embrapa.
Graças ao trabalho da Embrapa, de universidades e vários institutos de pesquisa, o Brasil rural deu um salto em termos de produtividade.

Veja o caso dos grãos: entre 1970 e agora, enquanto a área plantada passou de 27 mihões para 57 milhões de hectares, ou seja, pouco mais que dobrou, o volume total produzido saltou de 29 milhões para 200 milhões de toneladas, quase sete vezes mais.
Em outras palavras: os nossos agricultores passaram a produzir mais do que o triplo em cada hectare cultivado.
Grande parte desse avanço ocorreu graças ao surgimento de uma segunda safra de grãos, a chamada safrinha, que começa a ser plantada logo após a colheita de verão, entre janeiro e abril.
De volta à fazenda da dona Terezinha Brunetta, em Diamantino (MT), ela e a filha Keila plantam milho e feijão-caupi nas mesmas áreas que foram usadas para a soja. Coisa que, segundo elas, não existia no passado.
“Era colhido e gradeado e a terra ficava descoberta. Toda aquela entressafra que hoje nós plantamos o milho, na época ficava descoberta”, afirma a agricultora Terezinha Brunetta.

Hoje, dona Terezinha pode fazer combinações variadas na fazenda: soja no verão e milho no inverno; soja e algodão; soja e girassol, milho e feijão. Tem gente até que aproveita o período da safrinha para plantar capim e fazer engorda de gado, na chamada “integração lavoura-pecuária”.

Para o agrônomo Álvaro Salles, a segunda safra se tornou possível por dois motivos: natureza favorável, com abundância de sol, calor e chuva, e uso de tecnologias adaptadas para a região. Entre elas, ele cita as técnicas de adubação e correção de solo do Cerrado, o plantio direto na palha e a soja precoce.
“Nós temos instituições como a Fundação Mato Grosso que começaram a adaptar a soja, algumas variedades de ciclo curto. Aí o produtor começou a ver essa questão de plantar uma segunda cultura e você ter retorno”, diz Álvaro Salles, diretor-executivo do IMA.

Com tantas mudanças, dona Terezinha explica que a fazenda passou a aproveitar melhor o espaço. No passado, cada hectare cultivado gerava, por ano, 30 sacas de soja, da safra de verão. Hoje, cada hectare rende anualmente 60 sacas de soja e mais a produção da safrinha: 115 sacas de milho ou 27 sacas de feijão-caupi. “Sem comparação. E é resultado devido à tecnologia que foi surgindo”, conta a agricultora Terezinha Brunetta.

Outra mudança central para a nossa agricultura foi a mecanização. O Brasil rural dos anos 1960 tinha apenas 61 mil tratores em atividade. Hoje, cerca de 1 milhão de máquinas agrícolas de todo tipo e tamanho estão rodando pelo país.
Além de elevar a produtividade, os equipamentos também provocam grandes mudanças para quem trabalha no campo. Um exemplo disso vem dos canaviais.
O uso de máquinas para a colheita da cana-de-açúcar começou nos anos 1980 e, aos poucos, foi se espalhando por todas as regiões do Brasil. Atualmente, no estado de São Paulo, que é o principal produtor brasileiro, nada menos do que 85% da safra é colhida de forma mecanizada.

Até os anos 1980, a Usina São João, em Araras (SP), empregava milhares de cortadores na safra. Hoje, a atividade é quase toda mecanizada, como conta Humberto Carrara, o diretor agrícola da empresa.
“Primeiro, representa a sobrevivência, porque hoje seria impensável colher esse volume de cana manualmente. Nós nem sequer teríamos essa oferta de mão de obra. A colheita mecanizada é mais barata, e 30% a 40% mais barata do que a manual”, conta o diretor agrícola Humberto Carrara.
Cada colheitadeira que entra em atividade substitui 80 cortadores de cana e, ao mesmo tempo, gera 17 novos empregos para operadores, tratoristas, motoristas de caminhão.

Raimundo da Silva passou por treinamento e trocou o facão pela colheitadeira. Hoje trabalha na sombra, com ar condicionado e ganha em média R$ 2,5 mil por mês, uns 30% a mais do que ganharia no corte.
“Deu uma melhorada, né? O corpo já resiste mais do que se tivesse cortando cana. Melhorou bem”, diz Raimundo da Silva, operador de colheitadeira de cana.
Ex-cortador, Genílson de Souza se tornou mecânico. “A vantagem é que é uma profissão melhor. O facão é uma profissão muito pesada e é um desenvolvimento muito bom para mim”, explica o mecânico Genílson de Souza.

Ao longo do tempo, o aumento do uso de máquinas e implementos ocorreu em todo país, mas em ritmos variados nas diferentes lavouras e regiões. E, enquanto os equipamentos foram entrando no campo, milhares de pessoas foram migrando para as cidades, em busca de novos empregos que surgiam na construção civil, na indústria e nos serviços.

Doutor em economia agrícola, Antônio Buainain, da Universidade de Campinas, fala sobre as mudanças do trabalho no campo.
“A gente contava com uma oferta quase ilimitada de mão de obra. E isso está mudando radicalmente. Hoje, na maior parte dos setores, nós temos escassez de mão de obra. Isso muda o paradigma. Por que muda o paradigma? Porque obriga a usar tecnologia, que permite intensificar, poupa mão de obra e também muda o campo. O resultado disso é que você tem um perfil de mão de obra mais qualificado, com nível de salários mais elevados do que no passado. Então, você começa a ter essa mudança”, afirma Antônio Buainain, economista da Unicamp.

Mas em muitos lugares a condição dos trabalhadores rurais permanece precária, com desrespeito às leis trabalhistas e até denúncias de trabalho análogo ao de escravo. Assim, o mesmo país que abriga funcionários qualificados, do século 21, ainda convive com situações do século 19.
Quando o assunto é o acesso à tecnologia, as desigualdades também são grandes, com tratores modernos pra uns e tração animal para outros. Mas se engana quem pensa que a evolução tecnológica ocorreu apenas em fazendas grandes ou nas regiões mais ricas do país.

Na Zona Rural de Petrolina, no sertão de Pernambuco, é possível encontrar as formas mais convencionais da produção agrícola. A matraca, por exemplo, que é coisa do passado em várias regiões do país, naquela região ainda é o principal instrumento para fazer os plantios.
Seu João de Deus e Souza, conhecido como seu Dãozinho, tem um sítio onde cultiva 18hectares de milho e melancia, e mantém pequeno rebanho de gado, cabras e ovelhas.

Em grande parte da área, o plantio é feito com a matraca, que a cada batida na terra libera uma semente. Para muita gente, seria um sinal de atraso, mas, para ele, foi uma melhoria.
“Porque, de antes, plantava com a enxada, abrindo um buraquinho para entupir com o pé. Aí você tinha muita dificuldade para plantar a roça e, com a matraca, avançou muito, a gente conseguiu plantar com mais rapidez”, conta o produtor rural João de Deus e Souza.

Outra evolução para o sítio é que, há alguns anos, seu Dãozinho conseguiu comprar um trator usado e uma grade. Depois, ele acoplou uma plantadeira improvisada ao implemento. A engenhoca, feita por um vizinho, tem um compartimento para o milho e, embaixo, uma mangueira plástica que vai soltando as sementes. O equipamento já substitui a matraca em algumas áreas do sítio.
“Com o decorrer do tempo, com a modernização, vai chegando essas oportunidades da gente facilitar o trabalho da gente”, conta o seu Dãozinho.
Seu Dãozinho mora com a mulher, dona Luzia, professora aposentada. Juntos, eles já passaram por muita dificuldade no sertão, mas, ao longo do tempo, foram melhorando de vida. Um dos principais avanços foi a chegada da energia elétrica.
“Televisão a gente tem como assistir os programas, os canais, tem como beber uma aguinha gelada”, diz ele.

Hoje, o casal vive em uma casa equipada, com móveis e eletrodomésticos, coisa que eles não tinham no passado. Outra conquista dos últimos anos foi a construção de uma cisterna, que armazena água da chuva.
Quando compara a vida de hoje, com o passado que viveu no sertão, seu Dãozinho não tem dúvida: “A cada ano, a cada década, cada vez vai melhorando”.

O aumento das áreas de irrigação foi mais uma novidade no sertão nordestino ao longo desse meio século. A fruticultura moderna tomou conta de milhares de hectares, como no Vale do São Francisco, em Pernambuco e na Bahia.
Na terceira parte da reportagem, o Globo Rural continua a viagem pelos 50 anos da nossa agropecuária: as novidades na produção de carnes, o salto na exportação e as mudanças na relação entre agricultores e meio ambiente.

Fonte: G1

ver mais deixar comentario compartilhar

Com baixa liquidez, preço do arroz oscila pouco

Postado por Grupo Santana
ás 11:32h

Os preços do arroz em casca oscilaram pouco nos últimos dias no Rio Grande do Sul, mas o ritmo de negócios tem sido lento. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (15/4) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

“Boa parte dos orizicultores tem expectativa de aumento no preço nas próximas semanas. Com isso, disponibilizam poucos lotes de arroz”, dizem os pesquisadores, em nota. Segundo eles, o produtor prioriza a colheita do cereal e da soja. E, para compor o caixa, dão preferência às vendas da oleaginosa e do boi gordo.

De outro lado, as indústrias alegam que estão baixos os preços de venda do fardo de arroz beneficiado aos grandes centros. Desta forma, evitam ceder a valores mais altos, o que é feito apenas para volumes destinados a cumprir contratos de curto prazo.

Diante da situação, o indicador do Cepea com base no mercado gaúcho, maior produtor nacional, caiu 0,4% entre os dias 7 e 14 de abril. A cotação fechou em R$ 35,72 a saca de 50 quilos na terça-feira (14/4).

Fonte: Revista Globo Rural

ver mais deixar comentario compartilhar

Apesar de redução da chuva, lavouras de milho e feijão crescem no CE

Postado por Grupo Santana
ás 17:48h

Os agricultores do Nordeste sempre aguardam a temporada chuvosa para iniciar o plantio. No Ceará, esse tempo chegou e o feijão e o milho já estão sendo plantados. A chuva tem aparecido com freqüência em Missão Velha, no sul do Ceará. Desde o início do ano, o acumulado é de 264 milímetros. Os agricultores estão esperançosos.

De acordo com a Ematerce, uma das principais culturas cultivadas na região é a de milho. Se continuar chovendo, a expectativa é que sejam colhidos quatro mil quilos do produto por hectare.

O agricultor Antônio Leite plantou milho em uma área de 20 hectares, a mesma do ano passado. “A expectativa é que no final de abril para maio a gente esteja com nossa safra segura. Então, quando for no comecinho de junho, a gente tenha um milho para ficar comendo e dar o sustento da família da gente também”, diz.

O agricultor Sebastião dos Santos, que investe no feijão, fez o plantio há 20 dias e está confiante. “Graças a Deus, eu sei que esse inverno vai ser bom. Não está juntando água, mas está molhado mesmo”, diz.

De acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia (Funceme), a previsão é de que as chuvas no estado fiquem abaixo da média entre abril e junho. Nesses meses a média é de 311 milímetros.

ver mais deixar comentario compartilhar

Inauguração da Unidade de Beneficiamento de Arroz (UBA) de Igreja Nova

Postado por Grupo Santana
ás 09:37h

No dia 05/12/14, uma importante solenidade marcou a reabertura da Unidade de Beneficiamento de Arroz (UBA) de Igreja Nova, desativada desde 2001. A fábrica foi construída no ano de 1986 e só funcionou durante três anos seguidos. Em 2007, a UBA foi adquirida pelo Grupo Santana e em 2011 ela começou a ser recuperada.

“Um fator significativo que aconteceu durante o período de recuperação dessa indústria foi à criação do APL (Arranjo Produtivo Local) de Rizicultura. Isso foi à coisa mais importante, foi o que nos deu a segurança de que a gente investiu no lugar certo. Não adiantava ter essa indústria aqui se o arroz não tivesse qualidade e o produtor não estivesse satisfeito”, afirmou o presidente do Grupo Santana, Ivanilson Araújo.

“Também estamos trabalhando para aumentar esse projeto, fazer uma indústria de parbolização e ser integrador de todo um processo da cadeia produtiva com relação ao fornecimento de insumos para os próprios agricultores”, disse Ivanilson.

A indústria, que ocupa uma área de 22 mil m², beneficia 4 mil produtores de seis municípios da região e gera 25 empregos diretos. Com relação à produção, a unidade tem uma capacidade de estocagem de 100 mil sacos de arroz e de processamento de 56 mil quilos de arroz branco por dia. A capacidade de recepção e estocagem é de 70 mil quilos de arroz por dia.

“A UBA tem duas linhas de recepção e processamento independentes. O que significa que podemos receber duas variedades de arroz sem haver mistura, garantindo mais qualidade ao produto”, explicou o gerente Agroindustrial do Grupo, Bruno Dâmazo. “Estamos dentro do APL de Rizicultura e compramos à vista ao agricultor. Vamos oferecer um arroz de excelente qualidade e ainda promover um desenvolvimento socioeconômico na região”, ressaltou.

A solenidade de reabertura da unidade contou com a presença do governador Teotônio Vilela, da Seagri, além de produtores e empresários da região.

 

ver mais deixar comentario compartilhar

Em meio à recessão técnica da economia, agro cresce 0,2% no 2º trimestre

Postado por Grupo Santana
ás 09:00h

A agropecuária foi novamente destaque positivo da economia brasileira no segundo trimestre do ano. É o que mostra o relatório do Produto Interno Bruto referente ao período de abril a junho, divulgado nesta sexta-feira (29/8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O PIB da Agropecuária chegou a R$ 82,5 bilhões, um crescimento de 0,2% em relação ao primeiro trimestre do ano. Na comparação com o segundo trimestre de 2013, houve estabilidade, de acordo com o IBGE.

“Esse resultado pode ser explicado pelo desempenho de alguns produtos que possuem safra relevante no trimestre e pela produtividade. Entre os produtos que registraram crescimento na estimativa de produção anual, destacam-se: soja (6,0%), arroz (4,4%), mandioca (10,4%) e algodão (25,4%). Por outro lado, milho e café apresentaram variações negativas na estimativa de produção anual: -4,4% e -6,5%, respectivamente”, relatou o IBGE.

Recessão técnica

De uma forma geral, o PIB do Brasil registrou queda de 0,6% no segundo trimestre em relação ao período anterior, o que coloca o país, tecnicamente, em recessão. Nos primeiros três meses do ano, a economia brasileira teve retração de 0,2%.

Na comparação com o segundo trimestre de 2013, a queda foi de 0,9%. No total, o volume de riquezas gerado pela economia brasileira foi de RS 1,27 trilhão.

Além da agropecuária, o componente que teve desempenho positivo no segundo trimestre foi o consumo das famílias, que subiu 0,3%. O consumo do governo caiu 0,7%, em comparação com o trimestre anterior.

A maior queda foi a a Formação Bruta de Capital Fixo, indicativo dos investimentos dos setor produtivo em bens de capital. A retração em relação ao primeiro trimestre foi de 5,3% e em relação ao segundo trimestre de 2013, de 11,3%.

A indústria registrou retração de 1,5% em relação ao primeiro trimestre e de 3,4% na comparação com o segundo trimestre de 2013.

O setor de serviços retraiu 0,5% em relação ao primeiro trimestre, mas teve alta de 0,2% quando o desempenho é comparado com o do segundo trimestre de 2013.

Fonte: Revista Globo Rural

ver mais deixar comentario compartilhar

Produção de milho deve crescer menos de 1%, estima Safras e Mercado

Postado por Grupo Santana
ás 09:10h

A produção brasileira de milho deverá totalizar 77,746 milhões de toneladas na temporada 2014/2015. O número representa um aumento de 0,7% sobre a safra anterior, de 77,187 milhões de toneladas, de acordo com projeção divulgada nesta sexta-feira (29/8) pela consultoria Safras e Mercado.

A área a ser plantada deve ter redução de 3,7%, para 14,526 milhões de hectares. No ano anterior, a semeadura ocupou 15,084 milhões de hectares. O levantamento projeta rendimento médio de 5.352 quilos por hectare, superando a temporada anterior, que foi de 5.117 quilos.

A safra de verão no Centro-Sul deverá subir de 26,755 milhões para 27,877 milhões de toneladas. A área deverá cair 9,5%, totalizando 4,961 milhões de hectares, com rendimento de 5.619 quilos por hectare.

Na segunda safra, devem ser plantados 7,964 milhões de hectares, praticamente repetindo 2013/2014. Com rendimento de 5.578 quilos por hectare, a produção está estimada em 44,426 milhões de toneladas, um pouco abaixo da atual temporada, de 45,2 milhões de toneladas.

“A cautela se faz inicialmente com o Nordeste devido à presença do fenômeno El Nino no clima para este próximo ciclo. Normalmente, o El Nino pode trazer situação de chuvas mais limitadas para chuvas na região Nordeste e comprometer parte da produção local. Sem dúvida, há uma boa projeção de produção para o próximo ano”, diz o analista Paulo Molinari.

Fonte: Revista Globo Rural

ver mais deixar comentario compartilhar

Abrapa: Pepro para algodão deve sair sem dificuldades

Postado por Grupo Santana
ás 09:00h

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Gilson Pinesso, disse acreditar que não haverá dificuldades na liberação de medidas de apoio à cultura, como o leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro). Pinesso participou do Clube de Fibra, encontro de representantes do setor organizado pela multinacional FMC, em Buenos Aires, capital da Argentina.

“As lideranças do setor estão mobilizadas”, disse Pinesso, comentando que os preços atuais estão abaixo do mínimo oficial, que é de R$ 54,90 por arroba.

Nesta semana, o Ministério da Agricultura informou a Globo Rural que medidas de apoio ao algodão já estão sendo discutidas com o Ministério da Fazenda. Mas não detalhou quais alternativas estão em avaliação.

Também participando do evento, o sócio-diretor da Agroconsult, André Pessoa, destacou que, em funçaõ das eleições, o processo de aprovação de medidas fica mais lento. No entanto, disse que “mais cedo ou mais tarde”, elas vão sair.

“A discussão já deveria ter chegado no Ministério do Planejamento, mas o processo ainda está no início”, disse André.

Ele acredita que a intervenção do governo no mercado de algodão será necessária também no ano que vem. Os preços da fibra devem se manter baixos em função dos altos estoques da China.

Fonte: Revista Globo Rural

ver mais deixar comentario compartilhar

Receita com exportação de carne bovina cresce 13% em agosto

Postado por Grupo Santana
ás 09:03h

As exportações de carne bovina apresentaram a maior alta entre as proteínas in natura no mês de agosto, com avanço de 13% na comparação com o mesmo mês do ano passado, para US$ 534,1 milhões. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (1/9) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o resultado reflete o aumento de 12,9% no preço médio da commodity, uma vez que o volume exportado ficou praticamente estável (+0,09%), em 109,4 mil toneladas.

As vendas externas de carne suína e de frango também cresceram na mesma base de comparação. Com receita de US$ 130,4 milhões, as exportações de carne suína avançaram 6,7%, impulsionadas também pelo preço médio, que saltou 37,4% no período. O volume exportado de carne suína in natura, no entanto, caiu 22,3%, para 35,5 mil toneladas.

Já o faturamento de US$ 580,7 milhões com as exportações de carne de frango em agosto representa uma alta de 3,7% ante agosto de 2013, reflexo, mais uma vez, do aumento de 4,5% no preço médio. O volume dos embarques de carne de frango in natura teve leve recuo de 0,8%, para 301,6 mil toneladas.

Em relação a julho de 2013, porém, apenas as exportações de carne suína in natura mantêm resultado positivo, com avanço de 3,3% em receita e 2,9% em volume. Enquanto isso, o faturamento das vendas externas de carne bovina caiu 6,6% e o volume embarcado, 7%. As exportações de carne de frango in natura tiveram a maior queda nessa base de comparação, com um recuo de 12,9% na receita e de 10,5% no volume exportado.

Acumulado do ano

De janeiro a agosto, as exportações de carne bovina in natura continuam sendo destaque no setor. No ano, as vendas externas de carne bovina somam US$ 3,833 bilhões, alta de 4,6% ante os US$ 3,664 bilhões faturados no mesmo período de 2013. Em volume, o crescimento é de 11,4%, de 739,3 mil toneladas para 824,4 mil toneladas.

Em receita, as exportações de carne suína in natura subiram 11,3% no acumulado de ano, passando de US$ 802 milhões em 2013 para US$ 893 milhões em 2014. Já em relação ao volume embarcado, houve queda de 7,3%, de 292 mil toneladas para 271 mil toneladas.

Já as vendas externas de carne de frango in natura permaneceram praticamente estáveis entre janeiro a agosto deste ano. A receita, de US$ 4,482 bilhões, teve leve recuo de 0,7% ante os US$ 4,512 bilhões arrecados em 2013, enquanto o volume subiu apenas 0,6% de 2,354 milhões de toneladas para 2,370 milhões de toneladas.

Rússia

O Brasil exportou em agosto para a Rússia US$ 359 milhões em carnes, incluindo nesse cálculo carne bovina, suína e de frango. O valor superou os US$ 243 milhões embarcados em agosto de 2013, segundo informou nesta segunda-feira (1/9) o diretor do Departamento de Estatísticas e Apoio à Exportação do MDIC, Roberto Dantas.

Fonte: Revista Globo Rural

ver mais deixar comentario compartilhar

Prêmio Mérito Rural 2014 – SENAR e FAEPA

Postado por Grupo Santana
ás 12:05h

ver mais deixar comentario compartilhar

Fotos Premiação SENAR 20 ANOS – Ivanilson Araújo

Postado por Grupo Santana
ás 18:46h

ver mais deixar comentario compartilhar

Entressafra eleva preço do leite pago ao produtor, diz Cepea

Postado por Grupo Santana
ás 09:45h

Após período de seca nas principais regiões produtoras de leite, menor produção do campo e início da entressafra na região sul do país, o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada registrou alta nas cotações do leite pago ao produtor no mês de março. O período geralmente tem alta nos valores do produto, justamente pelo início da entressafra.

O preço do leite subiu 3,22% comparado ao mês anterior, que resultou em um aumento de quase 3 centavos por litro. O valor final ficou em R$ 0,941/litro (valor líquido, sem contabilizar frete e impostos). Esse foi o primeiro aumento após quatro meses consecutivos de queda. Comparado ao mesmo período do ano passado, o valor é 5,94% maior e está expressivos 21,08% acima da média dos últimos 10 anos do mesmo mês.

Ainda de acordo com o Cepea, a captação do leite (ICAP-L) de fevereiro caiu 2,75% em relação ao mês anterior, quando os sete estados que compõem a média Brasil são levados em conta. Mesmo com esse recuo, a produção de leite em fevereiro foi 13,7% maior que o mesmo período de 2013. De janeiro para fevereiro, as maiores quedas no volume captado foram registradas no estado de São Paulo (de 5,81%), seguido por Goiás (4,07%), Santa Catarina (3,9%), Minas Gerais (3,82%), Rio Grande do Sul (2,23%), Paraná (1,02%) e Bahia (0,43%).

Para o próximo mês, é esperado que os preços sigam aumentando devido à restrita oferta de matéria-prima. São expectativas do setor, após consulta a 95% dos agentes produtores consultados pelo Cepea. Dos entrevistados, 82,1% acreditam na alta, contra 16,3% que esperam estabilidade nos preços, e apenas 1,6% dos agendes apostam na queda para abril.

Fonte: Globo Rural

ver mais deixar comentario compartilhar

Soja: estimativa de produção chega a 86,924 milhões de toneladas

Postado por Grupo Santana
ás 09:20h

A consultoria Safras & Mercado revisou para cima sua projeção para a safra brasileira de soja no ciclo 2013/2014. A nova estimativa é de 86,924 milhões de toneladas. No relatório anterior, a empresa calculava uma produção de 86,144 milhões. O novo número representa um crescimento de 6% em relação ao calculado para a safra 2012/2013, que foi de 82,125 milhões de toneladas. “O Mato Grosso deverá seguir líder no ranking de produção nacional, com safra estimada em 26,796 milhões de toneladas, representando um crescimento de 14% sobre as 23,6 milhões de toneladas obtidas em 2012/13”, informou em nota a consultoria. Colheita A consultoria também atualizou sua estimativa para a colheita da atual safra de soja no país. De acordo com a Safras & Mercado, o trabalho avançou seis pontos percentuais e chegou a 73% da área semeada. Mato grosso do Sul é o estado com maior percentual de área colhida, com 99%. Em seguida aparecem Mato Grosso (98%) e Goiás (97%). A menor proporção de área colhida está no Rio Grande do Sul (RS), com 15%. Oferta e demanda As exportações de soja em grão do Brasil devem totalizar 45 milhões de toneladas no atual ciclo. Um crescimento de 5% em relação á safra 2012/2013. Já o consumo interno deve subir 4%, passando de 35,5 milhões para 37 milhões de toneladas. “A oferta total da oleaginosa deverá subir 7%, passando para 88,439 milhões de toneladas. A demanda total está projetada em 85,050 milhões de toneladas, com incremento de 5%. Desta forma, os estoques finais deverão subir 140%, passando de 1,415 milhão para 3,389 milhões de toneladas.” Segundo a consultoria, O Brasil deverá exportar 1,25 milhão de toneladas, com queda de 11%. A previsão é de que 2,1 milhões de toneladas sejam disponibilizadas para a fabricação de biodiesel, com aumento de 5%. “O consumo interno deve crescer 5% para 5,76 milhões, contando o uso para o biocombustível. A previsão é de avanço de 32% nos estoques para 164 mil toneladas”. Fonte: Globo Rural

ver mais deixar comentario compartilhar

Laranja: CMN aprova preço mínimo de R$ 11,45 citricultores consideram baixo

Postado por Grupo Santana
ás 09:00h

O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou um aumento 13% para o preço mínimo da caixa de 40,8 quilos da laranja. A caixa passa a valer R$ R$ 11,45 para safra 2014/2015, ante R$ 10,10 em vigor até então. O novo patamar de preço foi confirmado nesta sexta-feira pelo Ministério da Agricultura. O preço mínimo da laranja foi estabelecido pela primeira vez em 2012, como parte de um conjunto de medidas adotadas pelo governo federal para dar suporte ao setor citrícola. O presidente da Câmara Setorial da Citricultura do Ministério da Agricultura, Marco Antonio dos Santos, considerou que o preço mínimo de R$ 11,45 ainda é baixo, diante de um custo de R$ 14,50 apontado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). “Bom não está, mas pelo menos é acima dos R$ 10,10 que o Ministério da Fazenda defendia e ainda pelo fato de a laranja estar incluída na PGPM (Política de Garantia de Preços Mínimos)”, disse Santos à Agência Estado. Santos disse esperar que o governo adote mecanismo de garantias de preço mínimo, apesar de a indústria de suco nem sequer ter iniciado o processamento da fruta em 2014/2015. “Não sabemos nem qual o preço de abertura da indústria. De repente, sai com R$ 10 e o governo pode dar uma mão com R$ 1,45. É melhor ter do que não ter”, afirmou. O presidente da Câmara Setorial da Citricultura lembrou que a indústria ainda aguarda o julgamento, na segunda-feira ( 31/03), no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT-15ª), do recurso à condenação pela Justiça do Trabalho de Matão (SP) para que as companhias produtoras de suco contratem todos os trabalhadores nas lavouras da fruta, além de um pagamento de multa de R$ 400 milhões. Se os desembargadores do TRT-15ª ratificarem a decisão de primeira instância, a indústria de suco seria obrigada a contratar até 160 mil empregados, principalmente na colheita da fruta, hoje mantidos pelos fornecedores e produtores independentes. Indústria e citricultores consideram que se o TRT-15ª mantiver a decisão do juiz, as companhias deixariam de colher a fruta de pequenos e médios produtores. “Um preço e um posicionamento de como será a colheita só vão sair após o julgamento, em meados de abril. Alguma fruta precoce já está sendo colhida em São Paulo, mas é escoada no mercado in natura”, concluiu Santos. Fonte: Globo Rural

ver mais deixar comentario compartilhar

Vendas de fertilizantes batem recorde em fevereiro

Postado por Grupo Santana
ás 14:15h

De acordo com a Agência Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), em fevereiro foram entregues 2,08 milhões de toneladas de fertilizantes ao consumidor final. Este volume é 19,5% superior ao comercializado em fevereiro do ano passado. Foi o maior volume mensal já comercializado em fevereiro. No acumulado do primeiro bimestre de 2014, as vendas totalizaram 4,28 milhões de toneladas de adubos, 13,8% mais na comparação com o mesmo período de 2013. A expectativa para este ano é de um volume entre 32,0 milhões e 34,0 milhões de toneladas de fertilizantes vendidos. O recorde foi registrado em 2013, quando foram entregues 31,08 milhões de toneladas de adubos no país. A expectativa para este ano é de um volume entre 32,0 milhões e 34,0 milhões de toneladas de fertilizantes vendidos. Fonte: Globo Rural

ver mais deixar comentario compartilhar

VI Natal Solidário Savana Galvão Araújo Barbosa

Postado por Grupo Santana
ás 17:47h

No dia 19/12/2013 O Grupo Santana realizou o VI Natal Solidário Savana Galvão Araújo Barbosa. Uma festa em benefício das crianças carentes das comunidades de São José, Barrocas, Floresta e Listrada no Alto do Rodrigues / RN.

Pela manhã realizamos na Escola Municipal Felix Antonio.E a tarde na Escola Municipal Manoel Venâncio Filho, na qual no fim do evento, a diretoria de escola fez uma homenagem a Savana Galvão Araujo Barbosa com um belo quadro em agradecimento pela realização do VI Natal Solidário.

Apesar da tristeza que nos abate, pela falta da nossa idealizadora, fizemos o nosso melhor para as crianças carentes do Alto do Rodrigues. Na ocasião teve a distribuição de presentes para as crianças, brincadeiras, pinturas de rosto, e a presença do Papai Noel para fazer criançada se divertir, e oferecemos também um lanche. E o sorteada uma bicicleta!!!

ver mais deixar comentario compartilhar

Nota de falecimento

Postado por Grupo Santana
ás 13:54h

luto

A família Grupo Santana está profundamente triste, pois perdemos ontem no fim da noite sua criadora, sua idealizadora, aquela que dedicou sua vida inteira a esta organização. É com imenso pesar que comunicamos o falecimento prematuro de sua diretora Savana Galvão Araújo Barbosa. Savana, que com sua dedicação e seu carisma, sempre inspirou a todos nós. Motivando-nos a fazer nosso melhor, a desempenhar nossos melhores papeis enquanto profissionais. Que, com seu coração imenso, nos tocou com seus gestos de carinho, com suas atitudes humanas, com sua sensibilidade de mãe, de esposa, de filha, de irmã, de amiga, de companheira, de quem estava sempre disposta a superar todos os desafios que a vida lhe reservava. Não foi diferente nesta etapa final de sua vida. Savana nos deixa aos 33 anos de idade, devido a um câncer. Sua força era admirável e sua vontade de vencer superou expectativas da medicina e da ciência, ela lutava para viver de tal forma, que só o Espírito Santo de Deus a sustentava nessa dura batalha pela vida. Que Deus lhe receba e lhe acolha de braços abertos, que você descanse em paz. Com a certeza de que seu legado será lembrado por todos aqueles que tiveram o privilégio de lhe conhecer e de conviver com você. Para sua família pedimos a Deus o conforto e a força para superar esta hora tão dolorosa. Sentimos-nos incapazes de encontrar palavras de consolo para esse momento de dor, mas desejamos expressar nosso profundo pesar pela sua passagem. Nossos sentimentos a todos os familiares, amigos e colegas de trabalho neste momento tão triste. O velório será a partir das 08h no Centro de Velório São José, missa de corpo presente às 15h e o sepultamento será no Cemitério Morada da Paz às 16h. Aos que fazem parte desta organização decretamos luto no dia de hoje. “Ninguém morre enquanto permanece vivo no coração de alguém.” (Santo Agostinho)

ver mais deixar comentario compartilhar

FAEG pede medidas de sustentação dos preços do milho

Postado por Grupo Santana
ás 09:00h

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG) e vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), José Mário Schreiner, pediu o apoio do Governo para a comercialização de 1,5 milhão de toneladas de milho. Este volume faz parte do excedente da produção do grão no Estado, que tem contribuído para que a saca de 60 quilos do cereal seja comercializada abaixo do preço mínimo, que é de R$ 17,40/saca.

Foi este o tema da reunião desta quinta-feira (1/08) com o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller. No encontro, Schreiner defendeu a operacionalização de instrumentos de sustentação dos preços do grão, como a realização de leilões de Pepro (Prêmio Equalizador Pago ao Produtor), Prêmio de Escoamento da Produção (PEP), Contratos de Opção e de Aquisição do Governo Federal (AGF), para estimular a comercialização e provocar a reação das cotações do produto.

Além do baixo valor pago ao agricultor pela saca, outro problema relatado é a dificuldade de estocagem do grão pelos produtores. “Precisamos tirar o milho das regiões produtoras, porque daqui a pouco não teremos nem onde guardar”, justificou o presidente da FAEG. Nos últimos 30 dias, o preço da saca do cereal caiu significativamente. A situação é mais crítica no sudoeste goiano, onde a saca está sendo comercializada, em média, a R$ 15.

Mesmo em municípios onde há maior consumo, como Rio Verde (GO), o preço da saca está em torno dos R$ 16,50, também abaixo do preço mínimo. Contabilizando as duas safras (1ª e 2ª), Goiás colheu 6,6 milhões de toneladas, e o consumo interno foi de 4,9 milhões de toneladas. Desta forma, alertou Schreiner, “as consequências serão graves para o produtor, caso não sejam feitas tais operações, pois ele corre o risco de não cumprir suas obrigações financeiras”.

Estímulo à comercialização – Entre os mecanismos solicitados pelo presidente da FAEG para melhorar os preços do milho, o secretário sinalizou com a possibilidade de realização dos leilões de Pepro e a AGF, que são instrumentos da Política de Garantia dos Preços Mínimos (PGPM). Ambos são utilizados quando o preço de mercado está abaixo do preço mínimo. O Pepro é um prêmio pago ao produtor que comprove a venda do produto pela diferença entre o prêmio de fechamento do leilão e o preço mínimo definido pelo governo federal. No caso da AGF, o governo compra a produção estocada do agricultor pelo preço mínimo.

José Mário Schreiner pediu que as medidas sejam adotadas no curto prazo, em razão do cenário desfavorável ao produtor. “É preciso urgência diante dos baixos preços”, afirmou.

Fonte: Agrolink

ver mais deixar comentario compartilhar

Governo beneficia produtores com mais recursos no seguro rural

Postado por Grupo Santana
ás 09:02h

O Plano Agrícola e Pecuário 2013/14 irá proporcionar ao produtor mais acesso ao seguro rural. Serão disponibilizados R$ 700 milhões, sendo R$ 525 milhões para regiões e produtos prioritários, com subvenção de 60% do valor do prêmio. Outros R$ 175 milhões serão destinados outras regiões e produtos, dos quais a subvenção será de 40% do valor do prêmio. Da área segurada, serão mais de 10 milhões de hectares. Isso remete aos cuidados do produtor em se precaver dos problemas com as pragas e os efeitos climáticos. Segundo o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, o seguro rural vem se desenvolvendo ano após ano, considerando um marco para o setor que está em fase de sucessivos recordes de produtividade. Fonte: Agrolink

ver mais deixar comentario compartilhar

Conheça o Grupo

Santana Sementes