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Paraíba retoma cultura algodoeira

Postado por Grupo Santana
ás 18:14h

Quase 30 anos após o declínio da produção do algodão na Paraíba, a atividade está sendo retomada e promete alavancar a economia dos municípios que foram, no passado, os maiores produtores no setor, como Sousa, Patos, Itabaiana e Campina Grande. O resgate da cultura algodoeira no Estado está tendo início a partir da produção mecanizada, com a inserção de tecnologias modernas no campo para vencer obstáculos, como a praga do ‘Bicudo’, um dos principais responsáveis pela decadência do algodão em 1983.

A retomada começou em setembro de ano passado, com a plantação de 475 hectares de lavoura, nas Várzeas de Sousa, no Sertão, através de uma parceria entre o Grupo Santana, do Rio Grande do Norte e a Bayer, empresa alemã, que está atuando na atividade por meio de filial do Mato Grosso. Com um investimento de mais de R$ 2 milhões, já foram colhidas mais de 700 toneladas de algodão em apenas 280 dos 475 hectares. Até o final da colheita, o grupo estima que sejam colhidas 1,2 mil de toneladas. O grupo ainda pretende revitalizar a cultura em parceria com produtores locais para a expansão da atividade.

A produção mecanizada com base tecnológica pode garantir a ascensão da cultura do algodão, que está sendo desenvolvida nas Várzeas de Sousa, através do plantio de uma semente geneticamente modificada pela multinacional Bayer, que atua no mundo todo nos setores de saúde e ciências agrícolas. A semente do algodão foi desenvolvida em 2008 na filial da empresa, no Estado do Mato Grosso, e o primeiro experimento está sendo feito no Sertão paraibano.

O Grupo Santana possui mais de mil hectares de terras nas Várzeas de Sousa, das quais, foram destinadas 475 para o primeiro plantio de algodão. Na parceria, o Grupo Santana comprou 7,5 mil quilos da semente desenvolvida pela Bayer, para multiplicação do campo genético e, após a colheita, toda a safra será vendida para a própria Bayer. A semente será comercializada para os Estados de Mato Grosso, Bahia e Goiás, os maiores produtores de algodão do País. Já a pluma será beneficiada pelo Grupo Santana, na cidade de Alto dos Rodrigues, no Rio Grande do Norte, para ser comercializada com as indústrias têxteis do Nordeste.

Condições são favoráveis ao cultivo

De acordo com o engenheiro agrônomo do Grupo Santana, Jackson Kleber Almeida Galdino, a Paraíba, sobretudo o Sertão, foi a escolhida para a primeira experiência com a semente modificada geneticamente, por conta das condições favoráveis ao desenvolvimento da espécie.

“Mato Grosso, Bahia e Goiás podem ser os maiores produtores porque dispõem das maiores áreas de produção, mas a Paraíba é o lugar que possui as melhores condições geográficas, solos férteis e clima bom para o desenvolvimento da planta do algodão. Por conta disso, a parceria entre a Bayer e o Grupo Santana escolheu as Várzeas de Sousa para ser o primeiro campo de semente genética do País. Os resultados obtidos até agora estão sendo muito satisfatórios e, sem dúvidas, iremos desenvolver mais plantios aqui na região através das parceiras”, explicou o engenheiro.

A semente geneticamente modificada, desenvolvida com base em tecnologia agrícola moderna, é capaz de render até três safras ao ano e ainda possui capacidade de resistência às pragas, além de um curto ciclo de vida de até 120 dias. A colheita teve início no dia 26 de dezembro do ano passado e será concluída nos próximos dez dias. Através da utilização de máquinas colheitadeiras, capazes de colher até 48 mil quilos por dia, o Grupo Santana, já colheu mais de 700 toneladas de algodão, das quais 420 equivalem ao peso da semente e 280 ao da pluma. Ainda falta haver colheita em 195 hectares de plantação.

Embora seja empregada a mecanização para a colheita, o grupo também gerou cerca de 130 empregos, para a operacionalização das atividades. Foram necessárias mais 400 pessoas para colher o algodão que a máquina não conseguiu colher por conta das chuvas que caíram na região. No entanto, mesmo com a divulgação das ofertas de emprego, não apareceram pessoas dispostas ao trabalho. A perda estimada foi de 40% produção. A perspectiva é de que serão oferecidos pela empresa 400 novos empregos para atuação nos 1.025 hectares nos próximos anos.

Técnicas serão diferencial

Adubação química, manejo integrado de pragas, capacitação de pessoal, mecanização e semente desenvolvida através de melhoramento genético, são as principais tecnologias que podem ser empregadas no campo para desenvolver a cultura do algodão, segundo o engenheiro agrônomo do Grupo Santana, Jackson Kleber.

Para ele, a inserção dessas técnicas pode fazer da Paraíba um diferencial no setor. “Claro que ainda é cedo, mas com as boas condições climáticas e geográficas que temos, só vai nos faltar a aplicação dessas técnicas. Aqui no Grupo Santana, essas tecnologias já são aplicadas e o resultado disso tem sido positivo. A intenção é levar essas tecnologias para os pequenos produtores, para que eles possam se estimular a produzir o algodão”, disse.

Com as parcerias que serão feitas através do Governo do Estado com iniciativas privadas, como essa do Grupo Santana, os agricultores serão bem mais beneficiados. “É preciso que os produtores paraibanos estejam preparados para esta realidade que traz novas tecnologias e exige novos conhecimentos. “Aquele produtor que tiver acima de 100 hectares poderá fazer parte do projeto. Está aí, na nossa frente, mais uma oportunidade de trabalho e renda para o nosso Estado”, afirma o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (Faepa), Mário Borba.

Com o objetivo de revitalizar a cultura do algodão no Sertão paraibano, o Grupo Santana pretende expandir a área de atuação, firmando parcerias com órgãos do setor agrícola, como Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária (Emepa) e Sebrae e, sobretudo, com os produtores rurais da região. O grupo pretende fornecer as estruturas necessárias aos produtores, como máquinas, além de capacitação técnica para que eles se adequem às novas tecnologias de produção agrícola e possam desenvolver a atividade algodoeira.

Após a produção, o próprio Grupo Santana se responsabilizará em comprar o algodão produzido pelos agricultores. “Entramos com o fornecimento de estrutura para que eles possam trabalhar e desenvolver a plantação do algodão e depois vamos comprar toda a produção, porque o maior interesse é pelas sementes”, destaca o engenheiro agrônomo do grupo, Jackson Kleber.

A empresa pretende instalar uma usina de beneficiamento de pluma, que irá gerar mais de 400 empregos, ainda neste semestre. “Queremos agregar mais produtores e aumentar a produção paraibana, mas para isso é preciso que todos estejam estimulados”, disse o empresário Ivanilson Araújo, proprietário do Grupo Santana.

Reportagem: Jornal da Paraíba, Daniel Motta

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Trabalhador rural poderá ter direito a aposentadoria maior que o mínimo

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

A medida beneficiará os contribuintes individuais que explorem atividade agropecuária e trabalhadores rurais eventuais, avulsos ou segurados especiais, de acordo com as regras estabelecidas pela lei 8213/91.

Com a mudança, esses trabalhadores, para efeito do cálculo do salário de benefício, poderão contribuir com 1% sobre a média da produção agrícola anual, até o limite do máximo do salário de contribuição. Com isso, a aposentadoria do trabalhador rural poderá chegar até o teto do regime geral da Previdência Social.

“O objetivo do projeto é aprimorar a legislação previdenciária em benefício do trabalhador rural, assegurando outras opções de aposentadoria que garantam uma renda maior”, afirma o autor.

No caso de aposentadoria por idade, o cálculo da renda mensal do benefício será calculado conforme a média aritmética simples dos maiores salários-de-contribuição correspondentes a 80% de todo o período contributivo.

Tramitação

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta: PL-2540/2011

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil deve consumir 50 milhões de toneladas de milho em 2011/2012

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

Em seu último relatório, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou um consumo de 50 milhões de toneladas de milho no Brasil em 2011/2012.

A produção interna é estimada em 59,2 milhões de toneladas, mas este número deve ser revisado para baixo nos próximos relatórios.

Este volume, somado aos estoques de passagem, de 9,5 milhões de toneladas, e as importações, estimadas em 500 mil toneladas, resultaria em uma oferta de 69,2 milhões de toneladas do grão no Brasil nesta temporada.

Isto significa que o país precisa exportar pelo menos 9,2 milhões de toneladas de milho para manter os estoques finais próximos de 10 milhões de toneladas.

Em 2011, o Brasil exportou 9,5 milhões de toneladas. O Irã foi o principal importador do milho brasileiro.

O país comprou aproximadamente 1,9 milhão de toneladas do grão, ou 20,1% do total embarcado.

Fonte: Globo Rural

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Importação de produtos lácteos fora do Mercosul pode ter tarifa elevada

Postado por Grupo Santana
ás 13:30h

Durante reunião com representantes da Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rodrigo Alvim, defendeu a elevação das tarifas para produtos lácteos que já possuem alíquotas diferenciadas para importações de países fora do Mercosul.

O objetivo é evitar prejuízos comerciais ao Brasil. “Teremos várias discussões até chegar a um consenso, mas o que não podemos permitir é que a importação de lácteos prejudique a produção brasileira”, ressaltou Alvim.

No encontro, realizado na última quinta-feira (26/1), foi discutida a criação de uma nova lista de itens do agronegócio brasileiro que terão tarifas especiais para aquisição de produtos de países fora do bloco sul-americano.

A nova relação, que terá 100 produtos, será elaborada por um grupo criado pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), e dependerá da aprovação dos outros países membros do Mercosul, segundo decisão do próprio bloco.

Para Alvim, os lácteos devem constar na nova lista, mas com as tarifas elevadas de acordo com os limites estabelecidos pela Organização Mundial do Comércio (OMC), que no caso dos lácteos variam de 31,5% a 55%. Além dos itens do agronegócio, produtos da indústria e de serviços serão incluídos na nova relação.

Outro ponto abordado foi a inclusão de novos tipos de queijo, como os de massa macia, por exemplo, e de soros especiais, na lista de produtos lácteos. Atualmente, existe uma lista de exceção com Tarifa Externa Comum (TEC) para importação de fora do Mercosul para 100 produtos, dos quais 11 são lácteos, com alíquota de 28%, mas que possuem tarifas originais que variam de 14% a 16%. No encontro, também foram discutidas tarifas para outros produtos do segmento, como trigo, arroz, vinho, frutas e alho, entre outros.

Fonte: Globo Rural

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Girassol é aposta para biocombustível no Piauí

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

Piauí vai trabalhar a partir deste ano, para consolidar acultura do girassol como mais uma alternativa à produção de biocombustível. O trabalho será desenvolvido pela Embrapa Meio-Norte, através do projeto Transferência de Tecnologias e Comunicação para a Produção Sustentável do Girassol no Semiárido Brasileiro.

A unidade vai atuar em várias frentes com um plano de ação e oito atividades, em Teresina e em mais cinco municípios do estado.

No plano de ação, em Teresina, a Unidade vai sistematizar, organizar e disponibilizar todas as informações sobre acultura do girassol no nordeste brasileiro. Nas atividades, o trabalho será concentrado na implantação de polos demonstrativos sobre sistemas de produção e na capacitação de produtores e técnicos, com reuniões, cursos, palestras e dias de campo.

Os pólos serão implantados nos municípios de Oeiras, São João do Piauí, Simplício Mendes e São Francisco de Assis, na região sudeste; e Uruçuí, na região sul. Os pesquisadores José Lopes Ribeiro, Danielle Azevedo, Francisco Brito e Paulo Henrique Soares, além dos analistas Pedro Rodrigues Neto, Francisco Monteiro e Orlane Maia, formam a equipe técnica.

O projeto é liderado pela Embrapa Soja, com sede em Londrina, no Paraná, e será executado em todo o nordeste pelas unidades Embrapa Semiárido, Embrapa Tabuleiros Costeiros, Embrapa Algodão, Embrapa Milho e Sorgo e Embrapa Meio-Norte. Participam também das ações a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrí­cola, Instituto Agronômico de Pernambuco e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais. O projeto é financiado pela Petrobras Biocombustíveis e tem um orçamento de R$ 818,4 mil.

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Novo Empreendimento em Sousa gera mais de 100 empregos; Empresa ainda oferece vagas

Postado por Grupo Santana
ás 10:03h

A cidade de Sousa ganhou mais um grande empreendimento, desta feita na área agrícola e agropecuária. O grupo Santana está investindo na produção de algodão no perímetro irrigado do município e tem gerado em um curto espaço de tempo, 30 empregos diretos e mais 100 indiretos.

Segundo o engenheiro Agrônomo paraibano, do Grupo Santana, Jackson Galdino, o terreno da região é muito fértil e apresenta uma área topográfica privilegiada. Ele explicou que está o grupo tem investindo na cidade pelo histórico de ter sido em décadas passadas o maior produtor de algodão de todo pais.

De acordo com o engenheiro, a colheita é feita através de máquina e já está à frente dos maiores produtores de algodão na atualidade, que são: Mato Grosso e Bahia. “A gente tem condições de colher 300 arrobas tranquilamente”. Informou Jackson.

Mais emprego
De acordo com o Agrônomo, existe no seu grupo um projeto de levar para Sousa o beneficiamento do produto, que vai gerar mais emprego e renda para a região do Sertão paraibano.

Oferta de trabalho
Ele disse que no momento está precisando de trabalhadores para catar o algodão que é derrubado pela máquina. “Essa colheita é diferente daquela feita anteriormente”. Afirmou.

Segundo o agrônomo, o grupo empresarial está investindo na Paraíba, Rio Grande do Norte e Alagoas. O Grupo Santana está no mercado há 20 anos e tem o comando do empresário Ivanilson Araújo.

Vereador comemora

O presidente da Câmara de vereadores de Sousa, Cacá Gadelha (PSD) comemorou o investimento no município e falou da importância dessa iniciativa para a região do Sertão.

Segundo Cacá, falar do Grupo Santana na cidade é falar de progresso e desenvolvimento, pois, a empresa está trazendo de volta a cultura do algodão, o “ouro branco” da Paraíba.

“O que vemos nesse investimento em Sousa é algo de primeiro mundo, algo de enaltecer e de encher os olhos de nós sertanejos, e quremos agradecer ao Senhor Ivanilson Araújo pelo investimento em nossa tera”. Frisou o parlamentar.

Fonte: Diário do Sertão

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Brasil é líder mundial no setor de agroenergia

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

agroenergia é responsável por cerca de 32% da energia ofertada no Brasil, o que coloca o país na liderança mundial do setor. Quase 48% do total de energia ofertada é obtida de fontes renováveis, como a biomassa, a energia hidroelétrica e os biocombustíveis. A situação brasileira destaca-se no cenário internacional, pois 85% da energia consumida no mundo vem de fontes não-renováveis, que se encontram na natureza em quantidades limitadas e se extinguem com a utilização. Uma vez esgotadas, as reservas não podem ser regeneradas, como o petróleo, o gás-natural e o carvão mineral.

O Brasil conta com características que favorecem a liderança no setor, como a grande extensão territorial e os recursos naturais que possibilitam ampliar a produção de insumos energéticos provenientes da biomassa. Os avanços na substituição de combustíveis fósseis por biocombustíveis, como o etanol e o biodiesel, servem de modelo para outras nações.

Os biocombustíveis são derivados de biomassa renovável que podem substituir, parcial ou totalmente, combustíveis derivados de petróleo e gás natural em motores a combustão ou em outro tipo de geração de energia. Os dois principais biocombustíveis líquidos usados no Brasil são o etanol, extraído de cana-de-açúcar, e o biodiesel, produzido a partir de óleos vegetais ou de gorduras animais e adicionado ao diesel de petróleo em proporções variáveis. Os dois emitem menos compostos químicos poluidores do que os combustíveis fósseis no processo de combustão dos motores. Além disso, o processo de produção é mais limpo.

Vantagens

A adoção do etanol é considerada um dos principais mecanismos de combate ao aquecimento global, pois reduz as emissões de gás carbônico (CO2). Parte do CO2 emitido pelos veículos movidos a etanol é reabsorvido pelas plantações de cana-de-açúcar. Isso faz com que as emissões do CO2 sejam parcialmente compensadas. O etanol pode ser produzido a partir de diversas fontes vegetais, mas a cana-de-açúcar é a que oferece mais vantagens energéticas e econômicas.

Os automóveis que circulam no país usam dois tipos de etanol combustível: o hidratado, consumido em motores desenvolvidos para este fim, e o anidro, que é misturado à gasolina, sem prejuízo para os motores, em proporções que podem variar de 18% a 25%.

Na comparação com o diesel de petróleo, o biodiesel também tem significativas vantagens ambientais. Estudos doNational Biodiesel Board (associação que representa a indústria de biodiesel nos Estados Unidos) demonstraram que a queima de biodiesel pode emitir em média 48% menos monóxido de carbono; 47% menos material particulado (que penetra nos pulmões); e 67% menos hidrocarbonetos.

O biodiesel é um combustível produzido a partir de óleos vegetais ou de gorduras animais. Dezenas de espécies vegetais presentes no Brasil podem ser usadas na produção do biodiesel, entre elas soja, dendê, girassol, babaçu, amendoim, mamona e pinhão-manso. Desde 1º de janeiro de 2010, o óleo diesel comercializado em todo o Brasil contém 5% de biodiesel. O Brasil está entre os maiores produtores e consumidores de biodiesel do mundo, com uma produção anual, em 2010, de 2,4 bilhões de litros e uma capacidade instalada, de 5,8 bilhões de litros.

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Venda de rações cresce 7,7% em 2011

Postado por Grupo Santana
ás 14:55h

O segmento foi beneficiado pelo aumento de animais confinados, que em 2011 apresentou elevação de 15%, chegando a 3,1 milhões de cabeças, segundo a Associação Nacional dos Confinadores (Assocon).

O crescimento foi de 8,1% na venda de rações para gado leiteiro, incremento de 4,6 milhões de toneladas, em 2010, para cinco milhões de t em 2011. A venda de sal mineral obteve elevação de 9,3% no último ano, passando de 2,15 milhões de toneladas em 2010, para 2,35 milhões no ano passado.

Para o vice-presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), Ariovaldo Zani, o crescimento é razoável, uma vez que a quantidade de ração consumida no Brasil ainda é baixa para um rebanho de 200 milhões de bovinos. “Elevação de 8% é bom, mas especificamente no setor de ração, onde a quantidade total é relativamente pequena, ainda temos muito a crescer”, avalia.

Para Zani, o crescimento no confinamento apresentado em 2011 reflete a busca pela intensificação da pecuária nacional, o que deve se manter neste ano. Esta é a expectativa de Fábio Maia, diretor executivo da Assocon. “Apesar do elevado preço do milho praticado em 2011, o pecuarista escolheu o confinamento em razão da seca e da morte do pasto em determinadas regiões. Então, mesmo com a previsão de patamares elevados no preço do milho, deveremos repetir o crescimento de 15% em 2012”, estima.

A perspectiva de elevação no preço do milho tem como base a perda de parte da safra no Sul do Brasil, devido à forte seca da região, e, sobretudo, a quebra de produção da Argentina, que sofre com a seca provocada pelo fenômeno La Niña.

Além desses fatores, os Estados Unidos colheram safra abaixo da esperada para 2011, atingindo 312,69 milhões de toneladas das 340 milhões projetadas inicialmente. “Com a escassez de oferta dos concorrentes, o mercado externo deve se manter atrativo ao longo do ano, elevando o valor do milho brasileiro no mercado interno”, comenta André Pessôa, sócio-diretor da Agroconsult.

 

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Nova arma contra pragas: óleo de Nin nanoencapsulado e enriquecido com bagaço de cana

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

Um projeto inédito nascido na Universidade Federal de São Carlos (Ufscar) conseguiu otimizar a extração do óleo de Nim sem que este perdesse suas capacidades inseticidas.Até agora, não havia registro, no Brasil, de um sistema que retirasse o óleo desta planta sem danificar suas características principais, que se perdiam quando entravam em contato com a luz solar. Por meio da
nanoencapsulação do óleo, isto foi possível.

A responsável pela pesquisa é Maria Fátima das Graças Fernandes da Silva, professora do Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia da Universidade Federal de São Carlos. Ela explica que o óleo de Nim apresentava comportamento instável quando em contato com a luz do sol e por isso, os agricultores que usam o Nim como defensivo natural tinham que aplicar o óleo diversas vezes, o que tornava o sistema oneroso e difícil.

Maria Fátima diz que detectou falhas mecânicas nos processos anteriores de extração do óleo e, segundo ela, durante o procedimento, que envolve a colheita do fruto e a retirada das sementes, perdia-se cerca de 60% do princípio ativo da planta. “A extração era feita por um processo conhecido por compressão, que formava uma espécie de torta. No entanto, essa torta – na qual se encontra a maior parte da azadiractina, que é o princípio ativo do Nim – é descartada”, disse.

No novo processo de extração, o óleo do Nim também passou a ser enriquecido. “Além dos ajustes no processo de extração do óleo, que rendeu um pedido de patente junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), desenvolvemos um polímero natural de bagaço da cana-de-açúcar para em seguida envolverem, em escala nanométrica, o óleo de nim”, explica.

“Esse nanoencapsulamento permite maior proteção ao princípio ativo em relação à radiação solar. Ao ser aplicado, o óleo tem maior tempo de vida no solo, o que representa uma importante economia para o agricultor, que não precisa aplicá-lo várias vezes”, ressaltou Silva.

A pesquisa do nanoencapsulamento – que também rendeu um pedido de registro de patente – despertou o interesse de uma empresa alemã, que já é responsável pelas vendas do óleo de nim oriundo da Índia no Brasil. Segundo a professora, a parceria fechada com a empresa deverá acelerar o ingresso do produto nanoencapsulado no mercado.

Planta defensora

O nim ou neem (Azadirachta indica), planta natural do sudeste da Ásia, é considerado uma fonte promissora para a produção de inseticidas orgânicos. Na agricultura, essa árvore da família Meliaceae é utilizada em diversas regiões para o controle de pragas, agindo sobre cerca de 400 espécies de insetos.

Com crescimento rápido e copa densa, o nim chega a alcançar 15 metros e pode ser cultivado em regiões de clima quente e solos bem drenados. No Brasil, as primeiras introduções feitas de forma oficial foram pela Fundação Instituto Agronômico do Paraná, em 1986, com sementes procedentes das Filipinas e, em 1989, com sementes da Índia, Nicarágua e República Dominicana. Na década seguinte, suas propriedades se tornaram mais conhecidas, dando início a plantios comerciais em diversos estados.

 

Fonte: Globo Rural 

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Instituto Butantan cria vacina contra HPV bovino

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

O Instituto Butantan, de São Paulo (SP) revelou nesta semana que os testes de uma vacina contra a papilomatose bovina, causada pelo BPV – vírus da mesma família do papilomavírus humano (HPV) –, realizados pelo Instituto Butantan, apresentaram resultados surpreendentes, comprovando a eficácia do produto.

De acordo com a Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, animais que receberam a vacina foram mantidos em campo durante um período de 300 dias em observação e apresentaram resposta imunológica significativa, quando comparados ao grupo de controle.

Durante 300 dias, 15 animais foram isolados e receberam uma dose da vacina. Os estudos permitiram ampliar os conhecimentos sobre o ciclo viral e as formas de transmissão. “A vacina já apresentou eficácia nos testes, representando um avanço significativo no tratamento de uma doença pouco compreendida pelos criadores, mas que é extremamente prejudicial para o rebanho”, disse Rita de Cássia Stocco, diretora do Laboratório de Genética do Instituto Butantan.

O desenvolvimento da vacina contra o “HPV” bovino visa proporcionar um incremento na qualidade da criação de gado leiteiro, constantemente prejudicada pelo surgimento de feridas no úbere, o que impossibilita a ordenha.

Além disso, a doença também provoca o aparecimento de verrugas, fator que diminui a qualidade do couro, favorece amanifestação de câncer no esôfago ou bexiga e pode causar grande perda financeira aos produtores. O BPV pode levar os animais à morte.

Os pesquisadores trabalham em uma vacina de duplo caráter, que seja capaz não apenas de imunizar os animais sadios como tratar aqueles já atingidos pelas doenças ligadas ao vírus. A próxima e última etapa compreenderá testes de durabilidade da vacina.

 

Fonte: Globo Rural 

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Projeto torna crime hediondo venda ilegal de agrotóxico

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

A proposta, de autoria do senador Humberto Costa (PT-PE), prevê pena de reclusão de três a seis anos e multa para os infratores.

Para isso, o Projeto de Lei do Senado (PLS 438/2011) inclui o artigo 14-A na lei que trata dos procedimentos relacionados a agrotóxicos (Lei 7.802/1989) para caracterizar criminoso o ato de produzir, exportar, importar, vender, expor à venda ou ter em depósito agrotóxico sem prévio registro junto aos órgãos competentes.

A proposta também criminaliza a inobservância do disposto no art. 7º da Lei de Agrotóxicos, que exige rótulos e bulas com identificação que contenham o nome do produto, o princípio ativo dos ingredientes, endereço do fabricante e importador, o número de registro do produto, instruções de utilização e as datas de fabricação e de validade.

Além disso, também ficará sujeito à pena de três a seis anos e multa quem falsificar, misturar, diluir ou alterar a composição original do agrotóxico, sem autorização dos órgãos competentes, e o comerciante que oferecer agrotóxico para uso diverso do previsto em seu registro.

Depois de votada na CAS, o projeto de lei ainda será examinado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), na qual receberá decisão terminativa.

 

Fonte: www.portaldoagronegocio.com.br

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Produção de leite cresce 55% em 10 anos no Brasil

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

Nos últimos 10 anos a produção de leite cresceu 55% no Brasil. As empresas de beneficiamento de leite estão apostando no crescimento do setor para abrir fábricas com capacidades bem acima do volume processado hoje.

Para aumentar a produção, o custo também sobe. Estima-se que a vaca consuma, em alimento, 60% do que ela produz em leite. Por isso, é preciso buscar formas de baixar custos para dar viabilidade à atividade.

No Brasil, a produção de leite é feita de extremos. Em Santa Catarina, a média de produtividade atingiu, em 2010, 4.432 litros por vaca, ao ano, enquanto em Roraima, a média ficou em 312 litros por vaca, ao ano. O custo para produzir um litro de leite também é variável. De acordo com a Scot Consultoria, o valor para produção varia entre R$ 0,50 e R$ 0,70 por litro, dependendo do manejo aplicado.

A maior parte do rebanho leiteiro ainda é alimentado com pastagens, que apresenta um custo menor, porém tem volume menor em relação aos animais que recebem suplementação no cocho, alternativa cada vez mais usada pelos pecuaristas.

Para falar sobre o assunto, o Jornal da Pecuária, exibido no Canal Rural, entrevistou o pesquisador da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Leonardo de Oliveira Fernandes.

 

Fonte: www.portaldoagronegocio.com.br

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Estudo realizado na FEA-RP/USP indica caminhos para a fruticultura brasileira

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

Diante do aquecimento do mercado global de alimentos e da importância do agronegócio para a economia brasileira, a indústria nacional de frutas exporta pouco. Dados do Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf) para o segmento de frutas frescas indicam que a exportação média é de 0,5% sobre a produção total brasileira e raramente chega a 3%, para produtos específicos, como é o caso do melão e da uva.

O desenvolvimento de uma proposta de plano estratégico para ampliar a competitividade do Brasil neste mercado e modificar o cenário atual foi tema de uma pesquisa desenvolvida dentro do Programa de Pós-Graduação em Administração de Organizações da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP (FEA-RP/USP). A dissertação foi elaborada por José Guilherme Ambrósio Nogueira sob orientação do prof. Dr. Marcos Fava Neves.

O objetivo é fazer com que o Brasil se aproxime de níveis de exportação que já atingiram países como África do Sul e Espanha, países do Caribe e, na América do sul, o Chile.

Com um estudo aprofundado de relatórios e levantamentos do Brasil e exterior, o pesquisador pôde identificar quais os principais pontos e fatores críticos de sucesso para a internacionalização, bem como identificar os potenciais países compradores das frutas brasileiras.

Após esta etapa, através de uma análise que envolveu 36 empresas do setor, o pesquisador pôde classificar empresas em diferentes graus de internacionalização: não exportadora, em desenvolvimento, intermediária, experiente e internacionalizada. Desta forma, foram identificadas diferentes necessidades como verticalização, orientação para marketing, infraestrutura e competências para atender o mercado internacional e grau de competitividade.

“Ficou claro durante o estudo que todos esses fatores são responsáveis pelo sucesso no mercado internacional e tanto o produtor como instituições devem atuar de forma integrada para atender esse objetivo”, afirma Nogueira.

O estudo elaborou objetivos de curto e de longo prazo para que as ações sejam direcionadas no momento certo e também para o local correto. No curto prazo, o plano estratégico prevê ações voltadas ao interior das empresas, visando ao desenvolvimento de seu grau de internacionalização com projetos de capacitação da mão de obra para comercialização, estruturação de website para o setor e elaboração de material de comunicação bilíngue para as empresas

Dentro do ambiente para a comercialização, o plano prevê a promoção de projetos junto a compradores internacionais por meio de rodadas de negócios, participação em feiras internacionais, melhoria da imagem institucional do setor (como realizado pelo café da Colômbia) e missões de prospecção.

Para empresas experientes e já internacionalizadas o plano sugere ações como, campanhas cooperadas com varejistas de alimentos e, no caso de empresas já internacionalizadas, até mesmo campanhas integradas com outros setores para a redução de custos e visando um melhor desenvolvimento de seus produtos em canais de distribuição similares.

Para o longo prazo, as ações são variadas e têm como meta atingir nos próximos cinco anos um maior nível capacitação produtiva das empresas resultando em frutas com melhor qualidade. O plano inclui nesta fase o planejamento da produção através de capacitação e desenvolvimento de mão de obra especializada, e também a implementação de projetos de ordem institucional para a melhoria de competitividade do setor, através da melhoria da infraestrutura logística para as frutas brasileiras, sistemas de Inteligência de mercado para que as empresas possam planejar e acessar mercados prioritários e desoneração tributária (como aplicado a países do pacto Andino – Peru e Bolívia).

Fatores como, registros de defensivos agrícolas para a produção de diversas frutas também se mostraram de grande necessidade para a exportação de frutas. Isso por que para muitas frutas não existem defensivos registrados o que se torna uma barreira junto a mercados de países compradores que requerem a certificação do produto com boas práticas agrícolas e de qualidade.

 

Fonte: www.portaldoagronegocio.com.br

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IV Natal Solidário do Grupo Santana

Postado por Grupo Santana
ás 10:21h

 

No dia 22 de dezembro de 2011, quinta-feira, foi realizado o IV Natal Solidário do Grupo Santana. O evento é um trabalho voluntário, realizado todos os anos, em que organizamos uma festa em benefício das crianças carentes das comunidades de Barrocas, Floresta e Listrada em Alto do Rodrigues, município do Rio Grande do Norte.

Na ocasião, houve distribuição de presentes para as crianças, animação com pinturas e foi oferecido um lanche. Como resultado, a criançada se divertiu bastante em mais um Natal Feliz!

Confira as fotos abaixo e veja como foi esse Natal todo especial.

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Valor Bruto da Produção agrícola é recorde

Postado por Grupo Santana
ás 11:21h

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou nesta segunda-feira (12/12) que o Valor Bruto da Produção (VBP) atingiu o recorde de R$ 205,8 bilhões em 2011, maior valor registrado desde 1997. Com o ano praticamente encerrado, o número é 11,7 % maior em relação a 2010. Os produtos que mais colaboraram para obter esse resultado foram o algodão, com aumento real do valor de 124,7%, café (36,4%), laranja (10,5%), milho (30,7%), tomate (12,1%) e uva (41,17%).

O VBP é calculado com base na produção e nos preços de mercado das 20 maiores lavouras do Brasil, que são: soja, cana-de-açúcar, uva, amendoim, milho, café, arroz, algodão, banana, batata-inglesa, cebola, feijão, fumo, mandioca, pimenta-do-reino, trigo, tomate, cacau, laranja e mamona.

Os dados regionais de 2011 destacam a liderança do valor da produção no Sudeste, Sul e Centro-Oeste, respectivamente. Essas três regiões representam quase 80% do valor gerado em 2011. Os números obtidos neste ano são recorde também para o Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste do país. Os maiores aumentos observados no valor da produção ocorreram, principalmente, em Mato Grosso e no Ceará.

O coordenador de Planejamento Estratégico do Mapa, José Gasques, destaca que as previsões para 2012 são otimistas. “O valor da produção esperado é de R$ 212,3 bilhões, 3% superior ao registrado em 2011”, destaca.

Fonte: Globo Rural

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Unesp lança software gratuito para controlar irrigação

Postado por Grupo Santana
ás 11:21h

A Faculdade de Engenharia (FE) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Ilha Solteira, disponibilizou um software para o manejo racional da água utilizada na agricultura irrigada.

O programa, batizado de Sistema para Manejo da Agricultura Irrigada (Smai), foi idealizado pela Área de Hidráulica e Irrigação da FE, coordenada pelo professor Fernando Braz Tangerino Hernandez.

Os criadores do aplicativo são os analistas de sistemas Jean Carlos Quaresma Mariano, e o engenheiro ambiental Gilmar Oliveira Santos. Ambos realizam pesquisas de pós-graduação sob orientação de Hernandez.

De acordo com os pesquisadores, o desenvolvimento do software levou dez meses e seus principais benefícios são estimar rapidamente a “evapotranspiração”, que é a perda de água do solo por evaporação e a perda de água da planta por transpiração.

De acordo com Hernandez, o sistema pode ser aplicado em todas as culturas. “Ele é muito versátil. Se o usuário dispuser de todas as variáveis climáticas, vai usá-las para a estimativa da “evapotranspiração” de referência. Caso falte alguma, pode estimá-la pelas equações já existentes”, explicou.

O programa é capaz de apresentar a taxa dos dois tipos de evapotranspiração: a de referência, um índice calculado com base em uma cultura hipotética que cobre todo o solo, como a grama; e a de cultura, uma conta feita para uma espécie vegetal específica. Para isso, o sistema usa o método mais preciso da atualidade, que é a equação de Penman-Monteith, a mesma fórmula empregada pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO-ONU).

Hernandez afirma que a ferramenta foi desenvolvida pensando na simplicidade do uso. “Um tutorial mostra como entrar com os dados a partir de uma planilha e, caso falte alguma das variáveis, ela é estimada por rotinas internas. Não acreditamos que o usuário terá dificuldades em utilizá-lo”, disse.

O software pode ser utilizado em qualquer região, sem a necessidade de adaptações. “Talvez a maior dificuldade seja o usuário dispor das variáveis climáticas da região de interesse e também a divulgação das mesmas diariamente. Essa seria a situação ideal para que de fato o software possa ser utilizado para manejo da irrigação”, afirmou.

O programa está disponível para download gratuito em clima.feis.unesp.br/smai

Fonte: Globo Rural

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Brasil sedia Conferência Mundial de Pesquisa do Algodão

Postado por Grupo Santana
ás 13:50h

A 6ª Conferência Mundial de Pesquisa do Algodão (WCRC-6, sigla em inglês) acontecerá em Goiânia (GO), no período de 20 a 24 de junho de 2016. O objetivo do evento, que já passou por Grécia, Austrália, África do Sul, Estados Unidos e Índia, é reunir pesquisadores envolvidos com o setor cotonícola, a fim de que discutam a evolução das pesquisas e tecnologias voltadas para a área, bem como as responsabilidades sociais, ambientais e econômicas da cadeia.

A programação da conferência inclui palestras com especialistas internacionais, apresentação de pesquisas desenvolvidas em várias localidades do mundo, além de visitas em campo para apresentar o sistema de produção de algodão do estado de Goiás.

A expectativa dos organizadores é de que mais de 700 estudiosos, de aproximadamente 40 países produtores de algodão, participem do evento, com destaque para os estudiosos da área no Brasil e no restante da América do Sul.

Para Camilo Morello, pesquisador da Embrapa Algodão, a conquista da sede do WCRC-6 é resultado da expressiva participação do Brasil na produção mundial de algodão e também por ser uma referência internacional em pesquisa agropecuária. “A grande vantagem desse evento vai ser o intercâmbio de conhecimento entre países de várias partes do mundo e a oportunidade dos pesquisadores do Brasil e América Latina vivenciarem essa experiência”, diz.

Fonte: Globo Rural Online

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CTNBio estabelece normas para transgênicos

Postado por Grupo Santana
ás 13:53h

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) estabeleceu normas de monitoramento para serem aplicadas após a liberação comercial de organismos geneticamente modificados (OGMs), também conhecidos como transgênicos. A resolução normativa foi publicada nesta segunda-feira (5/12) no Diário Oficial da União.

O novo sistema modifica a norma atual e permite a definição de prazos diferenciados para o acompanhamento de produtos liberados comercialmente pela comissão.

De acordo com a secretaria executiva da CTNBio, a nova legislação permitirá que a comissão seja mais eficiente e específica para cada tipo de monitoramento dos organismos liberados. A norma vigente define cinco anos de monitoramento e, com a alteração, a comissão passará a regular o tempo e a decidir sobre a forma de monitorar.

A comissão tem dez reuniões agendadas para o ano que vem, sendo a primeira marcada para o início de fevereiro. A última reunião deste ano ocorre quarta-feira (7/12) e quinta-feira (8/12), no auditório do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

A CTNBio é uma instância colegiada multidisciplinar, criada por meio da Lei 11.105, de 24 de março de 2005, cuja finalidade é prestar apoio técnico consultivo e assessoramento ao governo federal na formulação, atualização e implementação da Política Nacional de Biossegurança, relativa a organismos geneticamente modificados. A comissão é responsável pelo estabelecimento de normas técnicas de segurança e pareceres técnicos referentes à proteção da saúde humana, dos organismos vivos e do meio ambiente, para atividades que envolvam a construção, experimentação, o cultivo, a manipulação, o transporte, a comercialização, o consumo, armazenamento, a liberação e o descarte de OGMs e derivados.

Fonte: Globo Rural Online

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Estudo indica áreas para o plantio de sete culturas

Postado por Grupo Santana
ás 13:47h

As portarias com o zoneamento agrícola para as culturas de milheto, citros, mandioca, milho, algodão herbáceo, amendoim e goiaba foram publicadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no Diário Oficial da União desta segunda-feira (5/12).

De acordo com a publicação, Maranhão, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Rio Grande do Norte são os melhores estados para o plantio do milheto. A gramínea é uma planta rústica, com grande resistência à seca.

As espécies do gênero citrus incluem laranja doce e azeda, tangerina, limão, lima ácida toranja e pomelo. Os ciclos de desenvolvimento variam entre seis e dezesseis meses. Por conta disso, essas plantas não podem sofrer deficiências hídricas durante o florescimento, o que compromete a produtividade das culturas. De acordo com as portarias, os citros podem ser cultivados na Bahia, no Pará, em Alagoas e Sergipe.

A mandioca é uma planta rústica com ampla adaptação às condições mais variadas de clima e solo. A radiação solar, a temperatura e o regime hídrico são os elementos climáticos que mais influenciam no desenvolvimento da cultura. O plantio é recomendado em municípios de Maranhão, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará.

O cultivo de milho safra 2011/2012 está previsto para Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba. A disponibilidade de água tem grande influência na produtividade do grão. Em cultivos não irrigados, esse fator varia de acordo com a precipitação na região em época de semeadura e a quantidade de água disponível no solo. Em relação ao déficit de água, a fase mais crítica é a de enchimento de grãos.

No caso do algodão herbáceo, as condições de temperatura, umidade do solo, e luminosidade devem ser as mais observadas. O estudo analisa áreas da Paraíba, do Rio Grande do Norte, de Pernambuco e do Ceará.

O amendoim adapta-se a uma larga faixa de climas, desde os equatoriais até os temperados, com melhor desenvolvimento em climas quentes. Temperaturas de 30ºC ou ligeiramente superiores são as mais benéficas para a germinação e formação do óleo nos grãos. O estudo é para o Rio Grande do Norte, Pernambuco, Ceará e Paraíba.

São Paulo e Pernambuco são os estados indicados para o plantio da goiaba. A goiabeira é um arbusto que pode atingir de três a seis metros de altura, possuindo tronco tortuoso e folhas opostas que se desprendem do ramo quando amadurecem.

Fonte: Globo Rural Online

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Área com transgênicos será 20,9% maior na próxima safra

Postado por Grupo Santana
ás 13:47h

A área semeada com variedades transgênicas na safra 2011/2012 será 20,9% maior do que na última safra, de acordo como o segundo acompanhamento da adoção de biotecnologia na safra 2011/2012, divulgado nesta segunda-feira (5/12) pela consultoria Céleres. Segundo a previsão da consultoria especializada em economia agrícola, lavouras com soja, milho e algodão transgênicos devem somar 31,8 milhões de hectares durante esse ciclo – no recorde de adoção de biotecnologia na agricultura nacional.

O levantamento considera o cenário recente favorável durante o período de decisão do que plantar e do início do plantio, e supera até mesmo as previsões iniciais da própria Céleres, que em agosto estimava em 30,5 milhões de hectares a área ocupada por lavouras transgênicas no ciclo atual. “Esse aumento é reflexo do bom momento do agronegócio brasileiro e da maior confiança que o produtor tem para apostar em variedades transgênicas com garantia de rentabilidade”, explica Anderson Galvão, sócio-diretor da Céleres e coordenador do estudo.

Produtos

A soja continua respondendo pela maior parte dessa área: serão 21,4 milhões de hectares cultivados com variedades geneticamente modificadas (GM) na safra, um aumento de 16,7% em relação à safra anterior. E a região Centro-Oeste segue na liderança nacional na produção de soja transgênica, responsável por 42,7% dessa área (9,1 milhões de hectares). A região Sul vem logo em seguida, com 40,4% da área total (8,7 milhões de hectares).

A área com algodão GM também será maior e deve atingir 469 mil hectares, um aumento de 32,2% sobre a safra anterior. Também nesse caso a região Centro-Oeste lidera, com 54,6% da área total de algodão com biotecnologia (256 mil hectares).

No caso do milho, o acompanhamento leva em consideração tanto a safra verão, que deve ser plantada entre novembro de 2011 e janeiro de 2012, quanto a safra inverno, cujos trabalhos devem ter início apenas a partir de março. Os números dessa última ainda não estão definidos, mas Galvão acredita que a tendência também é de aumento expressivo. Na soma das duas safras, dois terços (67,3%) da área total plantada com milho no Brasil serão ocupados por híbridos GM, num total de 9,9 milhões de hectares – um aumento de 32% ou em relação ao período 2010/11.

De acordo com a Céleres, a novidade no caso do milho transgênico é a rápida adoção de variedades com tecnologias de genes combinados (ou stack genes, híbridos com resistência a insetos e tolerância a herbicidas), que começaram a ser comercializadas esse ano. Os híbridos resistentes a insetos (RI) ainda lideram e devem ocupar 4,9 milhões de hectares, mas as variedades com genes combinados, com previsão de ocupar 4,4 milhões de hectares em 2011/2012, já deverão ser maioria nas lavouras nos ciclos seguintes, tanto na safra inverno 2011/2012 quanto no total 2012/2013.

A íntegra do estudo está disponível aqui.

Fonte: Globo Rural Online

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Protetor solar poderá ser feito com café

Postado por Grupo Santana
ás 10:22h

Uma pesquisa desenvolvida pelo Instituto Agronômico de Campinas (IAC), descobriu que a substância extraída do óleo do grão do café, conhecida como caveol, tem o poder de bloquear os raios ultravioleta, e, por isso, pode ser tanto utilizada na formulaçao de um protetor solar, quanto em produtos indicados para a proteção de equipamentos expostos à radiação solar, como é o caso das placas de asfalto nas estradas. O resultado da pesquisa é inédito e já tem pedido de patente.

A pesquisa ganhou corpo quando, em 2010, a aluna da pós-graduação em Agricultura Tropical e Subtropical, Tais Aleriana Lucon Wagemaker, sob a orientação do pesquisador e diretor do Centro de Café, Oliveiro Guerreiro Filho, defendeu sua tese de mestrado comprovando o potencial do caveol.

De acordo com Nilson Borlina Maia, pesquisador do IAC, o uso do caveol na proteção contra raios ultravioleta é apenas uma das pesquisas desenvolvidas pelo instituto na área. “O potencial do café está muito longe de ser esgotado”, explica. O pesquisador também estuda, em parceria com a Unicamp, o efeito do óleo na cicatrização de úlceras cutâneas, ou seja, feridas.

A pesquisa com o caveol já está concluída, mas depende de parcerias para chegar até o mercado consumidor.

Fonte: Globo Rural On-line

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Australiano é premiado por criar sistema inovador de irrigação

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ás 10:16h

A fim de amenizar os efeitos que os períodos de seca provocam na produção agrícola da Austrália, o estudante de design Edward Linacre investiu tempo no desenvolvimento de um sistema inovador de irrigação.

O Airdrop, como foi batizada a invenção, possui um dispositivo que “coleta” ar quente na superfície da terra e, por meio de uma espécie de turbina, o leva para baixo do solo, onde a temperatura é mais fria. O processo, similar àcondensação, drena a água resultante do processo para um tanque. A partir daí, o líquido é bombeado para que chegue às plantas.

O sistema venceu a edição 2011 do prêmio James Dyson. O concurso é disputado entre engenheiros, industriais e estudantes que buscam soluções criativas para problemas locais ou até mundiais.

No vídeo abaixo (em inglês), Edward Linacre fala sobre seu projeto. Confira:

Fonte: Globo Rural On-line

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Pesquisas buscam melhorar eficiência da tecnologia para clonagem de bovinos

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

O Centro de Transferência de Tecnologias de Raças Zebuínas com Aptidão Leiteira (CTZL) produziu, em seu laboratório de reprodução animal, os primeiros embriões clonados a partir de células de uma vaca da raça gir de alto valor genético.

O experimento foi realizado a partir de células da orelha de um animal recém-falecido. “É nossa rotina produzir embriões por meio de fecundação in vitro e de transferência de embriões. Mas, foi a primeira vez que realizamos a clonagem integralmente no laboratório”, afirmou Carlos Frederico Martins, pesquisador da Embrapa Cerrados.

Um dos principais objetivos da clonagem de bovinos está relacionado ao melhoramento genético do rebanho. “A clonagem comercial tem sido utilizada para criar cópias de animais com elevado valor genético, tais como vacas comalta produção de leite ou touros com qualidade de carne superior”, explicou o estudioso.

De acordo com ele, a tecnologia também pode ser utilizada para produzir animais transgênicos, os quais podem apresentar no leite proteínas para utilização humana, tais como fatores de coagulação sanguínea e insulina.

Fonte: Globo Rural On-line

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Milho garante aumento de 2,9% para a safra mineira

Postado por Grupo Santana
ás 16:11h

A produção mineira de grãos na safra 2011/2012 vai crescer entre 0,9% e 2,9%, podendo chegar ao recorde de 11 milhões de toneladas. Já a safra brasileira deverá ter uma retração entre 3,5% e 1,5%, atingindo 160,5 milhões de toneladas no cenário mais otimista. Os números fazem parte do levantamento de intenção de plantio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

De acordo com a nova avaliação, o milho é o principal responsável pelo aumento da safra mineira, com uma estimativa de até 6,8 milhões de toneladas, com crescimento máximo previsto de 4,7%. Para o superintendente de Política e Economia Agrícola da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, João Ricardo Albanez, é esperado um crescimento de até 6,7% na área plantada de milho no estado, que deve alcançar quase 1,3 milhão de hectares.

O milho, ele observa, responde por 61% da produção mineira de grãos. “A expansão da área de cultivo pode ser atribuída ao crescimento dos preços do grão nos mercados interno e externo”, diz Albanez. “Se compararmos os preços de outubro de 2011 com os registrados em outubro de 2010 a constatação será de um aumento de 22%.”

Além disso, o superintendente cita a expansão, no período, do consumo de carnes, ovos e leite, produtos que têm dependência do milho em grande escala, porque o grão é o principal componente utilizado na formulação das rações.

“Deve-se considerar ainda a situação dos estoques mundiais de milho, uma das referências para a definição dos preços do produto nos mercados mundiais. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda), a reserva mundial de milho atualmente é suficiente para atender a 52 dias. Há uma década o estoque era para 74 dias”.

Já o algodão em pluma tem estimativa de produção em Minas Gerais da ordem de 124,6 mil toneladas, volume 6% superior ao da safra passada. Os dados, diz o superintendente, ainda refletem a demanda mundial pelo produto registrada até outubro. Ele informa que, no mês passado, o estado teve exportações de algodão no valor de US$ 59,5 milhões. O volume embarcado foi de 6,4 mil toneladas.

Fonte: Globo Rural On-line

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Seminário incentiva exportações do agronegócio

Postado por Grupo Santana
ás 16:08h

Produtores e cooperativas interessados em receber orientações para acessar o mercado agrícola internacionalpodem participar do 43º seminário do Agronegócio para Exportação (Agroex). O evento acontece no dia 17 de novembro, em Maringá (PR).

Promovido pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o seminário busca promover e estimular os agentes do agronegócio brasileiro a aumentar sua participação no mercado internacional.

Desde 2006, o Agroex é realizado nas principais cidades brasileiras e trata de assuntos ligados às oportunidades e os desafios para a exportação do agronegócio brasileiro como a importância das indicações geográficas como estratégia de valorização dos produtos e principais exigências fitossanitárias no mercado internacional.

Os interessados em participar devem se inscrever gratuitamente no site do Ministério da Agricultura.

Fonte: Globo Rural On-line

 

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Pesquisador é selecionado entre as 20 lideranças mundiais em mecanização agrícola

Postado por Grupo Santana
ás 14:00h

O coordenador da Rede de Agricultura de Precisão II da Embrapa, Ricardo Inamasu, foi selecionado para representar o Brasil em um evento especial na Alemanha com as 20 lideranças mundiais da nova geração em mecanização agrícola e agricultura de precisão. O convite foi feito pelo presidente da Seção de Engenharia de Equipamentos para a Produção Vegetal da Comissão Internacional de Engenharia Agrícola, John K. Schueller.

Inamasu vai visitar os principais fabricantes de equipamentos agrícolas no leste da França e Alemanha Ocidental, participar da conferência de engenharia agrícola da Europa e da maior exposição do mundo em equipamentos agrícolas.

Para Schueller, equipamentos agrícolas têm contribuído significativamente para alimentar a humanidade e para libertar muitas pessoas do trabalho pesado da agricultura manual. “Necessitamos de avanços na engenharia de equipamentos agrícolas para aumentar a produtividade e a sustentabilidade dos alimentos, fibras, ração e combustível para melhorar a agricultura e o padrão de vidas das pessoas”, afirma o presidente. Para o pesquisador Ricardo Inamasu, o convite e a seleção do seu nome é um reconhecimento ao trabalho e à pesquisa desenvolvida na Embrapa Instrumentação, São Carlos (SP), onde atua desde 1989, na linha de mecanização agrícola e agricultura de precisão.

Inamasu é graduado, mestre e doutor em Engenharia Mecânica pela Escola de Engenharia da USP de São Carlos e com pós-doutorado em Biological Systems Engineering na University of Nebraska – Lincoln. Atualmente é docente colaborador da Universidade de São Paulo, além de pesquisador da Embrapa Instrumentação. Tem experiência na área de Engenharia Mecânica e Mecatrônica, com ênfase em Instrumentação e Automação Agropecuária, atuando principalmente nos temas: instrumentação para Agricultura de Precisão, Robótica Agrícola, Sensoriamento de Alta Resolução e Eletrônica Embarcada em Máquinas Agrícolas. É membro da Força Tarefa ISOBUS Brasil (grupo que participa no esforço de padronização da conexão entre tratores e implementos – ISO11783 – no Brasil) e coordena a rede de Agricultura de Precisão da Embrapa.

Fonte: Embrapa

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Alimentos ficam mais baratos em novembro, diz especialista

Postado por Grupo Santana
ás 14:39h

Uma onda de queda de preços das commodities no atacado levou ao enfraquecimento da inflação no Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) de setembro para outubro (de 0,75% para 0,40%).

Segundo o coordenador de Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros, houve recuo de preços em soja (-4,15%), trigo (-1,76%) e milho (-3,65%). Para o especialista, a piora no cenário internacional nas últimas semanas pode ter contribuído para esses recuos nos preços das commodities.

Quadros lembrou que, em períodos de turbulência, investidores ficam mais cautelosos, o que diminui movimentos de especulação. A demanda, de uma maneira geral, também se torna menos pressionada.

Na prática, esse cenário de commodities em baixa pode abrir caminho para preços menores de alimentos no varejo. Isso porque commodities têm longa cadeia de derivados junto ao consumidor. Ele informou que, à exceção de carnes, que estão em entressafra e, por isso, em alta, e de itens in natura, cuja oscilação de preços é volátil e influenciada por problemas climáticos, os preços dos alimentos, de maneira geral, mostram-se comportados no atacado. “Pelo menos no curto prazo, em novembro, teremos alimentos em cenário mais favorável de preços”, avaliou.

Fonte: Globo Rural On-line

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Secretária de Agricultura de São Paulo fala sobre prêmio Melhores do Agronegócio 2011

Postado por Grupo Santana
ás 09:00h

Mônika Bergamaschi destaca a importância do prêmio Melhores do Agronegócio, concedido pela revista Globo Rural, e fala sobre o espaço que o agronegócio brasileiro está conquistando no mercado mundial.

Para conferir o depoimento de Bergamaschi, assista o vídeo abaixo:

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Investimentos em energia eólica colocam o Brasil em destaque

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

De acordo com projeções do Programa Ambiental da ONU os investimentos globais em energias renováveis devem alcançar US$ 240 bilhões em 2011, impulsionados principalmente pelas iniciativas no Brasil, China e Índia. Em 2009, os gastos com as energias limpas foram de US$ 162 bilhões. No ano passado, os investimentos oscilaram entre US$ 180 e 200 bilhões. O Brasil, no segmento de energias renováveis, tem condições de ampliar sua capacidade instalada, alcançar um modelo energético menos poluente e economicamente viável, desde que haja mais pesquisas e investimentos no setor.

Projeções do Plano Decenal de Energia (PDE) e do Plano Nacional de Energia (PNE), indicam que o Brasil, que atualmente dispõe de 115,6 gigawatts (GW) de capacidade instalada, deverá elevar a produção para 171 GW em 2020 e para 232 GW em 2030. A energia hidrelétrica continuará a ser o eixo de expansão da produção de eletricidade no país até 2030. Mas também haverá crescimento da eólica e da biomassa no período. Atualmente, no ranking global das energias limpas, o Brasil ocupa a sexta posição, com 45,9% da energia primária utilizada. Lembrando que 1GW pode atender uma cidade com 1,5 milhão de habitantes.

As projeções para a energia eólica indicam que até 2015 ela poderá alcançar 19 GW na América Latina, o que representaria uma participação de 4% no mercado mundial. O Brasil, por sua vez, com a evolução tecnológica, as excelentes condições das jazidas de vento e a manutenção de contratação do governo, deverá se posicionar entre os cinco maiores produtores de energia eólica do mundo até 2020, com capacidade instalada de 20 GW, segundo o vice-presidente da Associação de Mundial de Energia Eólica, Everaldo Feitosa.

Para a Associação Brasileira de Investidores em Autoprodução de Energia (Abiape), as empresas produtoras de energia devem investir até 2020 cerca de R$ 3,4 bilhões em novos empreendimentos eólicos, com capacidade para gerar até 1.000 megawatts (MW) de energia. A Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) estima que a energia eólica vai ampliar sua participação na matriz energética brasileira de 1% para 5,9%, da produção total de eletricidade até 2014.

Atualmente, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), há 51 empreendimentos eólicos em operação (931 MW), 18 em construção e mais 107 outorgados, com capacidade de quase 5.000 MW informa a gerente de agroenergia da Informa Economics FNP, Jacqueline Bierhals, que participou da elaboração da 2ª edição do RenergyFNP, anuário de Energias Renováveis da Informa Economics FNP.

Fonte: Globo Rural On-line

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Área plantada com milho deve crescer 37% na Bahia

Postado por Grupo Santana
ás 15:27h

Com estoques baixos, quebra de safra em estados vizinhos e preços competitivos no mercado nacional e externo, o milho torna-se mais atrativo para os produtores do Cerrado baiano e ganhou mais espaço na matriz produtiva do oeste do estado na safra 2011/2012.

A área plantada com o cereal crescerá 37%, saindo de 153 mil hectares em 2010/2011, para 210 mil hectares em 2011/2012, segundo dados divulgado pelo Conselho Técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) nesta terça-feira (1/11). A produtividade esperada para o grão é de 150 sacas por hectare, com produção estimada de 1,98 milhão de toneladas.

O crescimento da área plantada com o milho atende à recomendação técnica para a utilização do cereal na rotação de culturas, proporcionando maior sustentabilidade ao modelo agrícola do oeste da Bahia.

A participação do milho na matriz baiana chegou a níveis críticos, abaixo de 10%, enquanto em nível nacional, a cultura ocupa mais de 20% de toda a área cultivada. De 2008/2009 a 2010/2011, o cereal acumulou perda de área de 15%.

Fonte: Globo Rural On-line

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