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Conceito Ants promete revolucionar a agricultura

Postado por Grupo Santana
ás 10:20h

Menor tempo, maior desempenho, ampliação da capacidade produtiva e sustentável das áreas agrícolas. É o que promete o conceito Ants, apresentado durante a Agrishow 2012, em Ribeirão Preto. Desenvolvida pela Valtra, a tecnologia foi projetada para desempenhar grande parte das operações agrícolas necessárias ao processo produtivo, desde o preparo do solo à distribuição do produto colhido.

O nome representa Ants faz referência a série atual de modelos mundiais de tratores da marca, e também é plural de “ant”, formiga em inglês, que caracteriza o design do equipamento.

“A partir da unidade geradora de potência é possível acoplar implementos para a colheita de grãos, forragem, pulverização, e até de componentes para atividade florestal”, explicou Jak Torretta Jr., diretor de produto AGCO América do Sul. “Será um modelo para a indústria em todo mundo”, acrescentou. Segundo ele, o produtor não se preocupa apenas com a aquisição de um modelo para determinada atividade. Ele quer a otimização dos processos gerados por um conjunto de equipamentos. “Tanto o pequeno como o grande produtor, estão investindo em ferramentas para aumentar a produtividade de sua lavoura. O que veremos daqui para frente é o constante aumento de produção por hectare”, completou Torretta.

Novos tratores da empresa, série S, refletem o conceito Ants. Os tratores S293 e S353 estão conectados com a tecnologia. No Ants uma unidade soldado conta com uma saída de 100 kW e uma unidade operária com uma saída de 200 kW. Se necessário, os módulos podem ser combinados, criando um Ants rainha com três eixos, oito rodas e uma saída de 200, 300 ou 400 kW. Convertendo kW para cv, referência usada hoje pela indústria para determinar a potência do trator, cada módulo da máquina possuiria em média 135 cv, somando dois módulos 270 cv, três módulos 405 cv e assim por diante.

Outro ponto em comum dos modelos da série S com o ANTS é o ajuste das bitolas que funciona como o sistema de pneus do conceito, que se ajustam conforme a necessidade de aplicação e a suspensão do eixo. Na máquina, os pneus são expansíveis para diminuir a compactação do solo, possuem rodas inteligentes que garantem aderência em todas as condições.

Os tratores também possuem suspensão pneumática para o assento giratório que ajusta a posição do operador de acordo com a declividade do campo. Piloto automático, volante elétrico, barra de luzes, sistemas de telemetria, entre outras ferramentas, também fazem parte dos equipamentos.

Fonte: Globo Rural

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Brasil dobra exportação de arroz

Postado por Grupo Santana
ás 16:19h

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Brasil exportou 186,7 mil toneladas de arroz (base casca) em março, praticamente o dobro do embarcado em fevereiro. A participação do arroz beneficiado é significativa e representa praticamente a metade das vendas internacionais.

O presidente da Federarroz, Renato Rocha, considera que os números que ratificam a posição da federação que o Brasil exportará 1,5 milhão de toneladas no atual ano comercial.

Nesta semana, a colheita do arroz chegou a 82,03% de área semeada de 1,038 milhão de hectares no Estado. “A colheita está sendo feita no tempo certo graças ao uso de cultivares precoces e à boa insolação das lavouras”, explica o assessor de Políticas Setoriais da Fundação Irga, Mário Sérgio de Lima Azeredo. A projeção de produção preliminar feita pelo instituto é de 6,44 milhões de toneladas.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho com altos teores de vitamina A é tema do Dia de Campo na TV

Postado por Grupo Santana
ás 16:14h

O HarvestPlus, programa internacional de biofortificação de produtos agrícolas para a melhoria da nutrição humana, tenta superar as limitações nutricionais a partir do uso de tecnologias que têm como base a semente de produtos agrícolas melhorados, chegando a sementes ricas em micronutrientes. E a Embrapa Milho e Sorgo, uma das entidades integrantes do projeto atua no desenvolvimento de cultivares de milho e sorgo com maior valor nutricional.

Segundo o pesquisador Paulo Evaristo de Oliveira Guimarães, o milho, devido à sua amplitude e facilidade de produção e consumo, é um dos cereais que merece destaque nessa linha de pesquisa. “Um dos objetivos é desenvolver cultivares de milho com maiores teores de carotenoides precursores da pró-vitamina A nos grãos”, explica. A pró-vitamina A, que a partir de reações químicas no organismo se transforma em vitamina A, tem papéis importantes para a saúde humana, como a manutenção de uma boa visão.

Evaristo adianta que 246 amostras de milho do Brasil foram avaliadas quanto ao perfil de carotenoides e seis linhagens da Embrapa foram selecionadas e utilizadas para o desenvolvimento de uma variedade pró-vitamina A. “Nessa variedade, o valor médio de pró-vitamina A observado foi de 7,6 mg/g, enquanto 20% das melhores espigas apresentaram valores médios de 9,2 mg /g. Estes valores são, respectivamente, cerca de 3,5 e 4,2 vezes maiores que os encontrados em milho de grãos amarelos”, relata o pesquisador. A variedade está sendo avaliada quanto ao desempenho agronômico na região Nordeste e em outras regiões do país.

Parcerias consolidadas – Produzir alimentos mais nutritivos e reforçar a merenda escolar. Esse é o objetivo da parceria formalizada entre a Embrapa Milho e Sorgo, a prefeitura de Capim Branco, município da Região Metropolitana de Belo Horizonte, e a Emater-MG. O convênio firmado prevê que a Embrapa repasse sementes de milho e ramas de cultivares com maiores teores de nutrientes desenvolvidos pelo projeto Biofortificação no Brasil (BioFORT). Esses materiais serão multiplicados e, em seguida, plantados por agricultores familiares de Capim Branco. Os alimentos produzidos irão para servir de merenda para alunos das escolas da rede Municipal de Ensino. No total, cerca de mil estudantes devem ser beneficiados com a inclusão dos produtos mais nutritivos na merenda.

O Dia de Campo na TV sobre “Milho com altos teores de vitamina A” foi produzido pela Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas/MG) e pela Embrapa Informação Tecnológica (Brasília/DF), unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Trigo: Prevenção é solução contra plantas daninhas

Postado por Grupo Santana
ás 15:00h

Podendo causar danos de até 80% na lavoura, as plantas daninhas exigem cuidados de prevenção que, muitas vezes, passam despercebidos pelos produtores. Um deles é o planejamento para todo o ciclo, evitando assim, a formação de plantas resistentes. Segundo Leandro Vargas, pesquisador da Embrapa Trigo, no sul do Brasil, uma das espécies que mais causa preocupação é o azevém, uma gramínea conhecida, pois muitos produtores usam como pastagem, que acaba se tornando uma planta daninha no trigo. Mas existe também a buva que, apesar de estar mais presente na cultura da soja, inicia sua germinação dentro da cultura do trigo, se tornando uma planta daninha do trigo também.

Essas duas espécies causam danos relacionados à redução do rendimento, basicamente. A competição dessas espécies com a cultura do trigo acaba reduzindo a quantidade de grãos produzidos na área. Existem várias maneiras de controlar as plantas daninhas, não somente com o uso de herbicidas. O produtor pode usar, por exemplo, o método preventivo, ou seja, evitar áreas com altas infestações dessas plantas — afirma o pesquisador.

Além disso, de acordo com ele, deve-se prevenir a entrada de espécies na área deixando de usar adubos orgânicos que contenham sementes de espécies daninhas. Ele completa ainda dizendo que o controle químico deve ser a última ferramenta.

Se mesmo assim ocorrerem plantas daninhas na área, o produtor deve lançar mão dos herbicidas, como último recurso. Nesse caso, ele deve consultar um engenheiro agrônomo que recomendará qual o melhor produto a ser utilizado para cada tipo de infestação — orienta.

Vargas explica que o manejo das plantas daninhas se inicia na época quando se retira a cultura antecessora e deve ser realizado de 20 a 30 dias antes de se começar a nova cultura. O produtor deve avaliar as espécies que existem na área e, se existir uma grande infestação, fazer uso de uma determinada técnica de manejo, como roçada ou herbicida, para controlar essas espécies.

Além disso, deve-se introduzir uma cultura de cobertura, pois muitas áreas podem ficar um ou dois meses sem nenhum tipo de cobertura. Se, no momento da semeadura, o produtor não adotou nenhuma dessas práticas, o manejo que se recomenda é o uso do herbicida. O azevém, por exemplo, é uma gramínea, portanto, os herbicidas que recomendamos para controlá-lo são os graminicidas — informa.

Já se a planta daninha que está infestando a área for a buva, o produtor deve buscar um herbicida que controle essa planta daninha diferente do que controla o azevém, como diz o pesquisador. Ele afirma ainda que, em áreas onde existe o azevém e a buva resistentes, deve-se usar o herbicida próprio para cada um deles.

Na maioria das vezes, podem existir outras espécies. Essas podem ser controladas pelo glifosato. Nesse caso então, são usados três herbicidas diferentes na mesma área para manejo pré-semeadura — completa.

Infestação

Segundo Vargas, o efeito das plantas daninhas sobre a cultura é bastante variável e depende das condições de clima, do tipo de solo, da fertilidade do solo e do número de plantas daninhas que existem na região. De forma geral, ele afirma que a infestação das plantas daninhas nessas áreas é bastante alta e pode causar dano superior a 80% do rendimento da cultura do trigo.

Variando de uma infestação baixa até uma infestação alta, poderíamos dizer que uma área onde não se controla plantas daninhas poderia ter rendimento de 10% a 80%. Portanto, é importante que o produtor faça um controle pensando a longo prazo. Ele deve pensar nos produtos que está utilizando na cultura que está implantando e quais os produtos que vai utilizar na próxima cultura. Isso é importante para prevenir e combater as plantas daninhas resistentes a herbicidas. Portanto, o controle deve ser pensado para, pelo menos, um ciclo completo — explica.

Para mais informações, basta entrar em contato com a Embrapa Trigo através do número (54) 3316-5800.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agronegócio participou com 36,9% das exportações brasileiras em março

Postado por Grupo Santana
ás 16:00h

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), compilados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), as exportações totais do Brasil foram de US$20,9 bilhões em março. Os produtos do agronegócio participaram com US$7,71 bilhões, 36,9% do total.

No mesmo mês de 2011 a participação do setor nas exportações totais do país foi de 38,2%. O agronegócio exportou US$7,37 bilhões, dos US$19,29 bilhões totais embarcados pelo país.

As importações brasileiras em março de 2012 somaram US$18,89 bilhões. Deste total, US$1,53 bilhão foi de produtos do agronegócio. Nas importações, o setor representou 8,1%.

A participação do agronegócio nas importações no último mês foi a mesma de março do ano passado. Naquele mês as importações totais foram de US$17,73 bilhões, ante US$1,43 bilhão do agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Ministério afirma que país deve se tornar livre de aftosa com vacinação ainda este ano

Postado por Grupo Santana
ás 11:15h

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, disse nesta quinta-feira (19) que o Brasil deve alcançar a meta de ser um país livre da febre aftosa por meio de vacinação até dezembro deste ano. Segundo ele, o prazo definido anteriormente pelo governo era de até 2013.

“Essa é a vontade política da Presidência da República e do nosso governo”, acrescentou, durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela EBC Serviços em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República. “Quero chegar lá até 2012. Isso será um trunfo, como é um trunfo Santa Catarina ser livre de febre aftosa sem vacinação”, destacou.

O ministro acredita que, caso o governo consiga alcançar essa meta até dezembro de 2012, é possível que, em 2014, o país atinja um patamar considerado “extremamente diferenciado” no que diz respeito à carne brasileira. “Precisamos saber que o nosso gado tem o controle sanitário de que necessita, estamos fazendo a campanha de vacinação que precisamos fazer, estamos cuidando da nossa fronteira como devemos cuidar, mas não estamos livres do risco. Por isso, precisamos insistir tanto e falar da nossa situação. Não queremos alardear, pelo contrário, queremos mostrar que estamos atentos e tranquilizar o produtor que estamos cumprindo a nossa parte”, completou.

Barreiras argentinas

Ainda durante o programa de rádio, o ministro falou sobre a barreira imposta à carne suína brasileira na Argentina e afirmou que, em resposta, o Brasil pode dificultar entrada de produtos do país vizinho. “Queremos uma relação extremamente cordial e respeitosa com o país vizinho e, para isso, queremos o comércio dos nossos suínos reestabelecido”, assegurou.

Fonte: Globo Rural

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Economia em expansão faz China comercializar arroz de maior qualidade

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

Sumitomo, organização global de desenvolvimento de negócios, irá marcar presença no mercado de distribuição de arroz da China, fornecendo capital para a subsidiária da maior processadora de alimentos Jilin Grain Group, de acordo o jornal Nikkei. O arroz sob este acordo chegará às prateleiras no início do outono (no Hemisfério Norte) nas maiores cidades chinesas, diz a reportagem.

A demanda está crescendo na China por maior segurança no fornecimento de arroz à medida que a economia em expansão amplia a base de consumidores por alimentos de maior qualidade.

A subsidiária do Jilin Group quer introduzir os métodos de processamento japoneses, incluindo de químicas agrícolas, para estabelecer uma marca que trata de segurança e mira clientes mais saudáveis, citou o Nikkei. A possível exportação do arroz japonês para a China usando os canais de venda já estabelecidos também está sendo considerada.

O Jilin Grain Group é um dos dois exportadores/importadores certificados de arroz na China. O grupo obteve um acordo básico com o Sumitomo no qual a empresa japonesa mantém parcela de 25% a 30% na arena de arroz. O montante do investimento está sendo citado em torno de 1 bilhão de ienes.

arroz será cultivado na província Jilin e será vendido em lojas de departamentos e supermercados de alto nível nas principais cidades da China, citou o Nikkei.

Fonte: Globo Rural

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O feijão nosso de todo dia

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

Desde a sua criação nos anos 70, vem desenvolvendo programas de pesquisa de melhoramento genético para disponibilizar ao mercado cultivares adaptadas às diferentes condições de clima e solo do Brasil.

Em 1974, a Embrapa criou o Centro Nacional de Pesquisa de Arroz e Feijão, hoje Embrapa Arroz e Feijão, localizada em Goiânia, Goiás, e, posteriormente, outras Unidades de Pesquisa da Empresa também assumiram a responsabilidade de expandir os programas de melhoramento do feijão para atender as mais diferentes realidades brasileiras.

Diversas formas de feijão são cultivadas no mundo inteiro, mas poucos povos souberam tirar tanto proveito desse alimento como o brasileiro. Essa iguaria está presente na culinária dos nossos vinte e sete estados, principalmente junto com o arroz, mas também com as carnes, na forma de sopas, caldos, baião de dois, acarajé, feijão-tropeiro, dobradinha, salada, guisado, ensopado, feijoada, tutu à mineira e em muitos outros pratos.

Feijão é o nome genérico para um grande grupo de plantas da família das leguminosas (Fabaceaes), que tem como característica marcante a ocorrência do fruto do tipo legume, também conhecido como vagem. Na alimentação, o feijão é rico em nutrientes essenciais como proteínas, ferro, cálcio, vitaminas (principalmente do complexo B), carboidratos e fibras.

Embora esse alimento seja conhecido pelo nome comum de feijão, nem todas as plantas são da mesma espécie. Entre a família das leguminosas, as principais espécies de feijão cultivadas no Brasil são Phaseolus vulgaris – feijão comum do grupo carioca, do preto ou do especial; Vigna unguiculata – também conhecido como feijão-caupi, vigna, feijão-da-colônia, feijão-da-estrada ou feijão-de-corda; e o Cajanus cajan – feijão-guandu, andu ou ervilha-de-pombo.

Hoje, a Embrapa conta com ampla variedade de cultivares desenvolvidas para as diferentes condições de clima e solo do País. Selecionamos alguns materiais que estão disponíveis no momento para os produtores de sementes e de grãos, que apresentam ótimas características agronômicas, econômicas e culinárias.

CULTIVARES DE FEIJÃO CARIOCA

BRS Pontal – tem ciclo normal (85 a 95 dias), alto potencial produtivo (4.270 kg/ha) e plantas de porte prostrado. Apresenta resistência ao Mosaico Comum e Antracnose; resistência intermediária ao Crestamento Bacteriano, Fusarium e Ferrugem. É indicado para os estados de Goiás, Distrito Federal, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Sergipe, Bahia, Alagoas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins.

BRS Requinte – feijão de ciclo normal, potencial produtivo de 3.830 kg/ha, e arquitetura de planta semiereta. Tem como vantagem o longo período de manutenção da coloração clara do grão. Apresenta resistência ao Mosaico Comum e intermediária resistência à Antracnose e ao Fusarium. É indicado para os estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Sergipe, Bahia, Alagoas, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins.

Pérola – possui ciclo normal, potencial produtivo de 3.900 kg/ha e porte semiprostrado. Tem resistência ao Mosaico Comum e intermediária resistência à Mancha Angular e ao Fusarium. É recomendado para os estados de Goiás, Distrito Federal, São Paulo, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Sergipe, Bahia, Alagoas, Rio Grande do Norte, Rondônia, Acre, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins.

BRS Notável
 – tem ciclo semiprecoce, potencial produtivo de 4.470 kg/ha, estabilidade de produção e arquitetura semiereta – adaptado para a colheita mecânica. Apresenta resistência à Antracnose, ao Crestamento Bacteriano Comum e à Murcha de Curtobacterium e de Fusarium. É indicado para os estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo, Rio de Janeiro e Tocantins.

BRS Ametista – tem ciclo normal (85 a 94 dias), potencial produtivo de 4.265 kg/ha, arquitetura semiereta (adaptada apenas à colheita mecânica indireta) e grãos maiores que a cultivar Pérola.  Resistência à Antracnose, Murcha do Fusarium e Crestamento Bacteriano comum. É indicada para os estados de Goiás, Distrito Federal, Bahia, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Maranhão, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e Piauí.

CULTIVAR DE FEIJÃO PRETO

BRS Campeiro
 – tem ciclo semiprecoce (75 a 85 dias) com alto potencial produtivo (4.230 kg/ha), excelente qualidade culinária e porte ereto – o que facilita a colheita mecânica. Apresenta resistência ao acamamento e ao Mosaico Comum e intermediária resistência à Ferrugem e Fusarium. Indicada para os estados do São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Sergipe, Pernambuco, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia.

CULTIVAR DE FEIJÃO ESPECIAL

BRS Agreste (mulatinho) – feijão de ciclo semiprecoce, com potencial produtivo de 3.250 kg/ha e arquitetura ereta – adaptado à colheita mecânica. Tem resistência ao Mosaico Comum, intermediária resistência ao Fusarium e indicação para os estados de Goiás, Distrito Federal e Sergipe.

CULTIVARES DE FEIJÃO-CAUPI (VIGNA)

BRS Tracuateua (purificada)
 – tem ciclo variando entre 65 e 70 dias, potencial produtivo de 1.820 kg/ha e porte prostrado (não costuma formar grande volume de ramos). Os grãos são de cor branca, grandes, em forma de rim e com tegumento levemente enrugado. É moderadamente resistente ao Mosaico-severo, ao Mosaico-dourado e moderadamente tolerante às altas temperaturas. Recomendada para o estado do Pará.

BRS Guariba – Possui ciclo de aproximadamente 70 dias, crescimento indeterminado, planta de porte semiereto, grão de coloração branca, com teor de proteína na faixa de 22% e tamanho médio. Além disso, apresenta resistência ao acamamento (tem ramos relativamente curtos), ao mosaico transmitido por pulgão e ao mosaico-dourado. É moderadamente resistente ao oídio, à mancha-café, moderadamente tolerante à seca, às altas temperaturas e adaptado à colheita mecânica com uso de dessecante. Indicado para cultivo de sequeiro nos estados do Piauí e Maranhão, onde apresentou uma média de produtividade de 1.475 kg/ha no Piauí e de 1.508 Kg/ha no maranhão.

BRS Novaera
 – Tem ciclo que varia 65 e 70 dias, maturidade mais uniforme, porte semiereto, produtividade média de 1.100 kg/ha, potencial produtivo de 1.830 kg/ha (resultados obtidos no Amazonas) e grãos de coloração branca, grandes e em forma de rim. Apresenta alta resistência a Mancha Café e moderada resistência ao Mosaico Dourado.  É recomendado para cultivo nos estados do Pará, Roraima, Amapá, Rondônia, Amazonas, Maranhão, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul.

INFORMAÇÕES SOBRE AQUISIÇÃO DE SEMENTES

As informações sobre a aquisição de sementes podem ser acessadas por meio do endereço da Página de Negócios de Cultivares: http://snt.sede.embrapa.br/produtos/index/

MERCADO DE FEIJÃO – O Brasil é o maior produtor de feijão comum (Phaseolus vulgaris) do mundo, seguido da Índia e da China. De acordo com o Balanço de Oferta e Demanda da Conab, na safra 2010/2011, o Brasil consumiu 3,6 milhões de toneladas de feijão e produziu 3,8 milhões de toneladas. Os estados do Paraná, Minas Gerais e Bahia são os principais produtores desse cereal, o que corresponde a quase 50% da produção nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nutrição representa 70% do custo de produção

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

A nutrição, sem dúvida, é o aspecto mais caro da produção de gado de corte. Segundo o especialista Fernando Andrade, assessor de gado de corte da Alta Genetics, ela representa 70% dos gastos, com pasto e minerais. Por isso, é muito importante que o pecuarista planeje bem o manejo da pastagem e dos animais para conseguir lucrar mais. Andrade propõe que o pecuarista passe a enxergar a fazenda como uma empresa e que tome decisões baseadas em planilhas de custo e previsão de caixa.

O fazendeiro tem que entender que a pecuária de corte tem que ser tocada como uma empresa e como o objetivo de toda empresa é dar lucro, então tem que haver um planejamento, estratégias e metas. Ele precisa se profissionalizar porque cada vez mais ele está perdendo terreno. O pecuarista está bem atrasado em relação à agricultura. A agricultura está uns 50 anos mais avançada do que a pecuária — alerta Andrade.

Ele explica que o segredo é planejar e anotar tudo. O pecuarista precisa prever quais serão os serviços oferecidos na fazenda naquele ano e qual deve ser a previsão de caixa, ou seja, qual mercado que ele vai vender. Precisa estar sempre atento a tudo que está acontecendo na propriedade, com os trabalhadores e com os animais, e tentar aumentar a produtividade da fazenda.

Na pecuária de corte, a maioria dos animais é mantida exclusivamente a pasto. O que o produtor tem que fazer é oferecer um bom pasto para o animal. Isso depende dele fazer bem a correção do solo, fazer corretamente a adubação, intensificar a produção intensificando a carga animal, e depois ele deve fazer o manejo de acordo com a exigência de cada categoria. Nem todo animal tem a mesma exigência alimentar, ele precisa separar os animais em categorias — destaca o especialista.

Como o maior gasto gasto é com a nutrição, o produtor deve demandar muita atenção ao pasto. Fazer a adubação correta é poupar dinheiro. Andrade também lembra que além de produzir e engordar melhor, gado bem alimentado também reproduz melhor porque o potencial reprodutivo está ligado à qualidade e quantidade de alimentos que o animal ingere.

Para mais informações sobre o planejamento da fazenda, os interessados devem entrar em contato com a Alta Genetics ou com a Embrapa Gado de Corte pelo telefone (67) 3368-2000.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Câmara setorial do arroz defende novas políticas para o setor

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

De acordo com o secretário, as propostas estão centradas em três pilares: estabelecer a política de cotas para a importação do arroz, colocar o arroz no programa Brasil Maior e o programa de recuperação dos créditos agrícolas.

Segundo o secretário, parte do endividamento dos produtores é gerado pelas importações assimétricas do Mercosul. “Queremos estabelecer um planejamento para estruturar o setor de forma que o agricultor possa ter uma estabilidade para produzir. E para programarmos este planejamento, precisamos definir as cotas de importação. Para que consigamos planejar a quantidade que vamos produzir, precisamos ter definido quanto arroz vai ser importado”, defende Mainardi.

Para o presidente do Irga, Claudio Pereira, a inclusão do arroz no Plano Brasil Maior é essencial para o setor, pois trará medidas importantes de desoneração dos investimentos e das exportações para iniciar o enfrentamento da apreciação cambial, de avanço do crédito e aperfeiçoamento do marco regulatório da inovação, de fortalecimento da defesa comercial e ampliação de incentivos fiscais e facilitação de financiamentos para agregação de valor nacional e competitividade das cadeias produtivas. O coordenador técnico da Câmara Setorial do Arroz, César Pereira, salientou que para o arroz beneficiado ser incluído no programa, ele tem que ser considerado produto manufaturado.

O objetivo do Plano Brasil Maior, idealizado pelo Governo Federal para o período 2011-2014, é aumentar a competitividade da indústria nacional, a partir do incentivo à inovação tecnológica e à agregação de valor.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mangas do Vale do São Francisco atraem compradores dos Estados Unidos

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

A National Mango Board – entidade do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que tem como missão aumentar o consumo de mangas no território norte-americano – fará sua primeira reunião no Brasil nessa quarta-feira (28), na cidade de Petrolina (PE). No encontro, o Sebrae vai lançar o Manual de Práticas para o Melhor Manejo Pós-colheita da Manga.

O manual foi elaborado para atender às exigências de importação do mercado norte-americano e é fruto de um trabalho de cooperação, envolvendo profissionais de diversos países, incluindo o Brasil. A edição em português do documento foi organizada pelo Sebrae. Estarão disponíveis duas mil cópias do manual, que também poderá ser acessado gratuitamente no endereço www.sebrae.com.br/setor/fruticultura.

Além do Sebrae, participam do lançamento do manual representantes do National Mango Board e da Valexport – Associação dos Exportadores de Hortigranjeiros e Derivados do Vale do São Francisco, entre outros parceiros e produtores de manga do Vale do São Francisco, composto por aproximadamente três mil produtores da fruta. Atualmente, os EUA importam 98% da manga que consomem. Desse total, cerca de 8% é do Brasil.

Segundo Marilda Peele, diretora de Relações Institucionais da instituição, “a National Mango Board promove três reuniões de diretoria por ano. E a primeira delas, a reunião da primavera – atual estação no hemisfério norte – é feita em um dos países que mais exportam para os Estados Unidos. É a primeira vez que ela acontece no Brasil”, revela.

Nesta terça-feira (27), membros da National Mango Board, Sebrae e Valexport fizeram uma visita técnica a uma fazenda produtora do fruto no município pernambucano. Eles tiveram acesso à plantação e ao processo de preparo e embalagem do produto para exportação.

A fazenda visitada é responsável pela produção de cinco variedades de manga e exporta em torno de 70% do que é gerado em suas terras para os Estados Unidos e o mercado europeu. Parte da produção também é destinada ao mercado interno. “O grande problema é saber se o alimento é seguro e se foi produzido com as melhores práticas. O manual que será lançado pelo Sebrae é muito importante, pois vai incentivar a segurança alimentar e incrementar a qualidade do produto”, explicou o produtor Flávio Muranaka. “Além de abrir mais mercado, você ainda diminui os custos”, completou.

Cadeia produtiva 

Representando o Sebrae na visita, Léa Lagares, coordenadora nacional de Fruticultura e Vitivinicultura da instituição, explicou que o documento serve tanto para o produtor rural como para proprietários de grandes empresas. “O manual é voltado para todos os membros que compõem a cadeia produtiva da manga. Para que o produto chegue bem à mesa do consumidor é importante que cada um cumpra sua parte”, disse.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Seminário Confinatto: Produção mundial de carne bovina deve crescer 5 milhões de toneladas por ano até 2020

Postado por Grupo Santana
ás 16:00h

A produção mundial de carne bovina deve atingir 70 milhões de toneladas por ano entre 2010 e 2020, o que representa um incremento de 5 milhões de toneladas em 10 anos. Este aumento é menor que o estimado para as outras carnes pela última estimativa da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) que prevê aumento de mais de 20 milhões de toneladas na produção mundial de carne suína no mesmo período — de 110 milhões de toneladas em 2010 para aproximadamente 128 milhões de toneladas até 2020. Para a carne de frango, a alta deverá ser de 88 para 115 milhões de toneladas por ano.

O custo de produção mais elevado da carne bovina é um dos fatores do crescimento menor em relação às carnes concorrentes, afirma o engenheiro agrícola Maurício Nacif de Faria. “A carne bovina tem o custo mais elevado entre as carnes e isso deve contribuir para um crescimento menor da demanda”.

Ele ainda destaca o perfil de consumo dos novos grandes consumidores de carnes entre os fatores que influenciam este cenário. Para se ter uma ideia, o consumo de carnes deve crescer principalmente em países em desenvolvimento, como a China e a Índia, por exemplo. “Muitos dos novos consumidores, principalmente os indianos, têm restrições religiosas e culturais com a carne bovina, além de serem sensíveis a preços, por isso darão preferência pela carne mais barata. Contudo, a carne bovina é uma preferência da maioria dos consumidores, mas precisa ser competitiva em preço para continuar crescendo”.

Oportunidade

O aumento no consumo de todas as proteínas de origem animal – carnes, leite e ovos — até 2020, que deve ser superior a 75 milhões de toneladas será impulsionado pelo aumento da população mundial aliado ao aumento de renda nos países em desenvolvimento, avalia o engenheiro agrícola Maurício Nacif de Faria.

“O cenário de aumento da população mundial com a consequente alta na demanda coloca o agronegócio brasileiro como um dos protagonistas no abastecimento de alimentos do mundo. O país vai se consolidar como fornecedor de carnes e isso vai exigir a responsabilidade de produzir um alimento seguro e viável, o que significa que setores como nutrição, sanidade e manejo serão fundamentais”.

O Diretor Superintendente da Agroceres Multimix, Maurício Nacif de Faria, abriu nesta quinta-feira, dia 22 de março, a programação do III Seminário Confinatto, organizado pela empresa. O evento reúne cerca de 300 pecuaristas, pesquisadores da Esalq/USP, analistas de mercado e consultores independentes. Em sua terceira edição, o encontro já se consolida como um dos eventos mais importantes do calendário nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho atinge preço recorde na China e importações podem aumentar

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

Segundo informações de agências internacionais, o cereal caminha para o maior ganho semanal em um ano e o suporte para o mercado vem da restrita oferta interna, o que poderia estimular o aumento das importações.

Esse rally registrado no mercado chinês do milho deverá impulsionar novas altas no mercado internacional de grãos, haja visto que ainda faltam seis meses, no mínimo, para a chegada da oferta da nova safra norte-americana do cereal. E os estoques dos EUA estão estimados para serem os menores em 16 anos.

Desde dezembro, a Sinograin, gerente das reservas estatais do país, estocou apenas 1,2 milhão de toneladas de milho da safra do ano passado. Da colheita de 2010, no entanto, o volume dos estoques chegou a 11 milhões de toneladas.

“A produtividade no norte da China está mais baixa por conta do clima e por falta de luz solar, então, está claro que a oferta está ficando mais apertada. As importações devem aumentar, uma vez que a oferta não é suficiente”, disse Wang Na, analista de mercado da corretora Futures Everbright, de Dalian.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dia Internacional da Mulher

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

O dia 08 de março representa, para o sexo feminino, a conquista do reconhecimento pela sua força, luta e dedicação. O Grupo Santana não poderia deixar de homenagear as mulheres que fazem parte da nossa rotina.

Àquelas dotadas de tanta bravura, o nosso respeito e reconhecimento.

Parabéns pelo seu dia!

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Governo destina R$ 737 milhões para garantir preço do arroz

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Mendes Ribeiro Filho, anunciou medidas de apoio à comercialização do arroz nesta terça-feira (20/3). Serão destinados R$ 737 milhões com o objetivo de contemplar a Política de Garantia de Preço Mínimo (PGPM) para o produto. O ministério utilizará como instrumentos a Aquisição do Governo Federal (AGF), o contrato de Opção de Venda, o Prêmio para Escoamento de Produtos (PEP) e o Prêmio de Equalização Pago ao Produtor (Pepro).

O leilão de PEP/Pepro vai encaminhar um total de 1 milhão de toneladas de arroz para a comercialização, distribuídos nos meses de abril, maio, junho e julho. Para os Contratos de Opção, serão destinadas 700 mil toneladas e para a AGF, 320 mil toneladas, também distribuídas entre os meses de abril, maio, junho e julho. Todas as operações totalizarão 2,020 milhões toneladas. Por meio desses mecanismos, o governo espera corrigir as distorções de preços pagos ao produtor e garantir sua maior competitividade no mercado.

O ministro lembrou que o Mapa está atento às reivindicações do setor e retoma o seu papel de estar perto do produtor. “Essas medidas são parte do apoio do governo aos produtores de arroz do país, garantindo o sustento de sua renda e uma remuneração mínima para sua colheita”, assegurou.

Segundo Mendes Ribeiro, as medidas são um exemplo claro da regionalização do ministério, uma prova do novo modelo de política agrícola que está sendo criado, que deve ser preventiva e corretiva. A operacionalização se dará por intermédio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Fonte: Globo Rural 

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Governador entregou sementes para a agricultura familiar da Região Norte

Postado por Grupo Santana
ás 14:00h

O governador Teotonio Vilela Filho entregou, nesta quinta-feira (22), em Maragogi, 55 do total de 1.200 toneladas de sementes, que serão distribuídas aos pequenos agricultores através das prefeituras, associações e cooperativas por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). No evento, o governador também entregou um caminhão e um trator, adquiridos com recurso federal, que vão melhorar as condições de trabalho dos 21 assentamentos da região.

O governador disse que a entrega iniciou-se pelo Norte, mas será feita em todas as regiões esse mês. Teotonio Vilela ressaltou a importância da distribuição das sementes na época para dar condições de plantio aos agricultores.

“O inverno está vindo por aí. Queremos que o pequeno produtor esteja com a semente pronta para plantar, aproveitando a chuva, de modo que ele possa colher no momento certo”, explicou. O governador também defendeu o apoio à agricultura familiar, reforçando seu apreço pelo homem do campo. “Quando ajudamos ao pequeno agricultor, estamos contribuindo para o desenvolvimento do país. Ainda não estamos satisfeitos, queremos apoiá-los mais”, disse.

O evento contou com a presença do Secretário de Desenvolvimento do Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), Gerônimo Souza, que ressaltou o avanço no atendimento a agricultura familiar em Alagoas. “Passamos um bom tempo sem assistência técnica no Brasil e em Alagoas. Agora estamos trazendo de volta esse apoio que é fundamental para todos nós. A cada 10 quilos de comida do brasileiro, sete vem das mãos calejadas dos pequenos agricultores. São eles que colocam a comida na nossa mesa”, disse o representante do MDA.

Gerônimo também afirmou que o Governo de Alagoas está trabalhando em união com os municípios – postura também adotada pela presidenta Dilma. “Não faremos políticas públicas sem a união dos governos, da sociedade civil, das associações. Um governo republicano, sem diferenças partidárias pode fazer muito mais”, defendeu.

Maragogi serviu de sede para receber os sacos de sementes de feijão, feijá de corda e milho, que também serão distribuídos para os municípios de São Luiz do Quitunde, Judiá, Japaratinga, São Miguel dos Milagres, Matriz de Camaragibe, Porto Calvo e Porto de Pedras.

O prefeito de Maragogi, Marcos Madeira, agradeceu o apoio do Governo do Estado, destacando a parceria em benefício do povo. “Os assentados são os que mais precisam dos gestores. Estava sozinho aqui, sem dá conta das demandas desses agricultores. Agora contamos com o apoio do Estado que tem sido fundamental nesse trabalho que evita o êxodo rural”, ressaltou Madeira, lembrando que o município também foi contemplado, no dia anterior, com uma retroescavadeira.

A solenidade contou também com o delegado do MDA, Gilberto Coutinho, com a superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Lenilda Luna, entre líderes de associações e agricultores.

 

Fonte: Agência Alagoas

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Governadora lança programa de distribuição de sementes

Postado por Grupo Santana
ás 13:29h

O governo do Estado já iniciou a distribuição de sementes. Este ano serão 390 toneladas de feijão (155); milho (150); sorgo (65) e algodão (20). Mas, os agricultores vão dispor de muito mais. Eles contarão com 600 toneladas. “Como o período chuvoso do ano passado foi bom, os produtores terão mais 210 toneladas que estão nos bancos de sementes”, explicou a governadora Rosalba Ciarlini, durante o lançamento do programa, no município de Governador Dix-sept Rosado, no fim de semana.
Com o estoque formado e as novas sementes adquiridas pelo governo para a safra deste ano, o programa vai ser ampliado. Agora serão beneficiados 40 mil produtores rurais. “A Emater vai cadastrar mais 10 mil trabalhadores”, anunciou o secretário de Agricultura, Pecuária e Pesca, Betinho Rosado.
Durante a solenidade de lançamento que reuniu agricultores e prefeitos de vários municípios do oeste, Rosalba conceituou a política agrícola como um marco divisor de seu governo, dizendo que o desenvolvimento do Estado vai ser impulsionado pelo campo. “Estamos construindo um RN maior, mais justo, pelos caminhos do campo”.
O programa do governo tem mais de mil bancos de sementes, em 149 municípios do Rio Grande do Norte. O governo conta com a parceria de prefeituras e Petrobras no corte de terra para os agricultores familiares.
Além de programas como o de distribuição de sementes, a governadora assegurou que a universalização da água continuará recebendo atenção especial. “Eu tenho compromisso com a universalização da água. Quero acabar com o carro-pipa na zona rural”, declarou, autorizando de imediato, a liberação de R$ 300 mil para a retomada das obras de uma adutora que abastecerá quatro comunidades no município de Governador Dix-sept. Também reafirmou que o governo fará todo esforço para a conclusão da adutora do alto oeste que resolverá o grave problema de abastecimento em diversos municípios da região.

 

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Brasil deve promover o arroz para conquistar mercado internacional

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

A continuidade das exportações brasileiras de arroz para que o País possa escoar seus excedentes e conquistar definitivamente o seu espaço no mercado internacional foi o tema da palestra do presidente do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Claudio Pereira, e do gestor da Unidade de Alimentos da Cooplantio, Camilo de Oliveira, durante os debates da 22ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz, em Restinga Seca.

Pereira enfatizou a situação vivida, no ano passado, pelo mercado brasileiro, quando houve uma superoferta do produto e em consequência, deprimiu os preços ao produtor, e muitos tiveram que vender seus produto abaixo dos custos de produção. “Com isso, o governo colocou em pleno funcionamento os seus programas de incentivo às exportações como o PEP e Pepro e conseguiu estimular as operações e tirar este arroz do Brasil”, disse o presidente do Irga.

O resultado foi o maior volume de exportações da história do País, em que o Brasil deve fechar até o final do mês de fevereiro, no ano/safra 2011/2012, em quase dois milhões de toneladas exportadas. Pereira destacou que a partir de iniciativas conjuntas governo federal e estadual, APEX e Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz), seja no levantamento de informações sobre mercado às indústrias, participação em feiras internacionais para promoção do produto brasileiro. “Queremos diminuir a nossa dependência do PEP e nos tornanrmos um país exportador de arroz”, cita Pereira.

A próxima estratégia inclui a promoção de um encontro com importadores de dez países da Europa, África e Oriente Médio, durante a Expodireto, no mês de março, em Não-Me-Toque. Junto, ser]ao convidados jornalistas estrangeiros para que conheçam como se produz arroz no Estado. Pereira inclui ainda, que deve ser promovida discussão séria a fim de estabelecer cotas para a entrada de arroz dos países do Mercosul, para que a exemplo dos demais países exportadores mundiais, a produção brasileira seja protegida.

Oliveira apresentou os principais desafios para que o Brasil possa se tornar competitivo no mercado mundial. Segundo ele, o arroz é uma das principais culturas do Mundo e 90% é produzido e consumido nos países asiáticos, responsáveis por pouco mais de 7% das exportações. Ele traçou um perfil dos concorrentes brasileiros no cenário mundial, entre eles a Tailândia, que concorre com o produto brasileiro não em preço, mas em qualidade. Possui 50% da sua área cultivada com arroz, consumo de 100 quilos por habitante ao ano, duas safras e é o principal exportador mundial. “Com as enchentes ocorridas no país houve redução de produção e queda do produto exportável de dez milhões para 7,5 mil toneladas .

Oliveira destacou ainda, a redução nos preços internacionais provocados pela Índia que após três anos fora do mercado, acumulou estoques, cresceu em produção e voltou forte ao mercado. “Mesmo que o seu produto tenha menor qualidade, este arroz vai para o principal mercado atendido pelo Brasil que é o africano”. Um ponto positivo destacado por ele, é o aumento do consumo no continente de 2,6%, que deve ter um consumo este ano de dez milhões de toneladas. Segundo ele, a palavra chave para o Brasil é continuidade e para isso, deve solucionar alguns gargalos como a logística. Além disso, o país precisa incluir o arroz nas mesas de negociações com outros países.

 

Fonte: Portal do Agronegócio

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Embrapa lança software que orienta gestão e irrigação do solo

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), unidade Solos, divulgou a segunda versão do Sistema Brasileiro de Classificação de Terras para Irrigação (SiBCTI). O software, lançado nesta semana, orienta agricultores, gestores da área agrícola, professores e estudantes na classificação dos solos e melhores tipos de irrigação para uma área específica, com informações totalmente adaptadas ao solo brasileiro.

“Antes do sistema, não havia uma forma precisa para que o governo adotasse políticas de irrigação, sobretudo na regiãoNordeste, onde uma distribuição inadequada de água é capaz de tornar toda a área desértica, com o solo absolutamente salgado”, explica o pesquisador da Embrapa Solos, Fernando Cézar Amaral.

O pesquisador citou o exemplo de Petrolina, cidade de Pernambuco, que apresenta a maior área irrigável do Brasil. Apesar dessa condição, de acordo com o sistema americano, que era o único disponível até então, a região não era considerada própria para irrigação, por apresentar solo arenoso.

Além da versão eletrônica, as informações também estão disponíveis na versão impressa. O software, responsável pelo cruzamento de dados e indicações do melhor tipo de irrigação, estará disponível até março.

O sistema é fruto de uma parceria com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e foi estruturado para atender aos diversos níveis tecnológicos e de manejo praticados, principalmente na região de solo semiárido. A linguagem simplificada, segundo a Embrapa, possui vários graus de ajuda, possibilitando sua utilização mesmo que o usuário não seja um especialista. O software avalia o ambiente para irrigação, cruza informações do solo, da água, da planta e do sistema de irrigação escolhidos.

 

Fonte: Globo Rural

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Portarias autorizam venda de milho em diferentes regiões

Postado por Grupo Santana
ás 08:51h

O governo federal autorizou a venda dos estoques públicos de milho, com concessão da subvenção econômica, por meio de leilões de Valor de Escoamento de Produto (VEP) e, também, por meio da venda direta, denominada Venda Balcão. Em ambos os casos, a operacionalização se dará pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU), nesta sexta-feira (2/3), com o aval dos ministérios da Agricultura, Fazenda e Planejamento.

As medidas são uma forma de o governo abastecer o mercado com carência do produto e atender ao setor que enfrenta dificuldade devido à quebra da safra por conta das oscilações climáticas. Para os leilões de VEP, a Portaria nº 143 autoriza a comercialização de até 500 mil toneladas e beneficiará os estados do Rio Grande do Sul (RS), Santa Catarina (SC), Espírito Santo (ES), Rio de Janeiro (RJ), além das regiões Norte e Nordeste e norte de Minas Gerais (MG). No caso específico do RS e de SC, os adquirentes são avicultores, suinocultores, bovinocultores de leite, cooperativas de criadores de aves, de suínos e de bovinos de leite. Já no Espírito Santo, no Rio de Janeiro e nos estados das regiões Norte e Nordeste, além do norte de Minas Gerais, são avicultores, suinocultores, ovinocultores, caprinocultores, bovinocultores de leite; cooperativas de criadores de aves, suínos, ovinos, caprinos e bovinos de leite e indústrias de ração para avicultura, suinocultura, ovinocultura e caprinocultura.

Na Venda Balcão, a Portaria Interministerial Nº 144 autoriza a liberação de até 200 mil toneladas de milho para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, em razão da estiagem. Os beneficiados com a medida são avicultores, suinocultores e bovinocultores de leite; além das cooperativas detentoras de Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Agricultura Familiar Jurídica (DAP Jurídica). O produto será vendido a R$ 21 a saca de 60 quilos. O Mapa informa, em comum acordo com os ministérios da Fazenda e do Planejamento, que a quantidade poderá ser ampliada, à medida que houver necessidade. O secretário de Política Agrícola do ministério da Agricultura, Caio Rocha, explicou que a medida é um esforço do governo para garantir o abastecimento do produto no mercado. “É uma forma de ampararmos a cadeia produtiva do milho, o produtor”, enfatizou.

 

Fonte: Globo Rural

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Uso de inoculante para aumento da produtividade do feijoeiro

Postado por Grupo Santana
ás 08:00h

A inoculação de bactérias fixadoras de nitrogênio em culturas de feijoeiro comum, feijão-caupi, soja por meio de espécies leguminosas usadas para adubação verde é uma tecnologia limpa que substitui o uso de fertilizante nitrogenado mineral. Adotando esta técnica, os produtores evitam a contaminação do solo e de recursos hídricos. Outro aspecto relevante é que essa tecnologia contribui significativamente para o aproveitamento otimizado de nutrientes, especialmente o nitrogênio que, de modo geral, é o mais exigido pelas plantas.

O Prosa Rural desta semana fala sobre o uso do inoculante microbiano na cultura do feijoeiro. O pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Fábio Mercante traz informações sobre as vantagens da adoção dessa técnica em relação à adubação química por nitrogênio, destacando o aspecto do aumento da produtividade. “De maneira geral as produtividades médias da cultura do feijoeiro no Brasil são muito baixas. Elas ficam em torno de 900 a 1.000 quilos por hectare. Os resultados das nossas pesquisas têm mostrado que os rendimentos da cultura do feijão com o uso do inoculante pode chegar a até 2.500, 3000 quilos por hectare”, informa o pesquisador. “Esse é um benefício muito importante para todos os segmentos da agricultura que trabalham na cadeia do feijoeiro”, acredita.

O programa chama a atenção dos produtores rurais para os benefícios econômicos, ambientais e sociais dessa tecnologia: econômicos, porque diminui os custos de produção e aumenta a rentabilidade dos grãos; ambientais, porque a fixação biológica reduz a emissão de gases do efeito estufa e substitui a adubação com o uso de nitrogênio químico que, em quantidades excessivas, é altamente poluente; e sociais, porque há um aumento da renda familiar, pois a tecnologia permite maior rentabilidade com a lavoura, o que contribui para fixar o homem ao campo.

“Usando o inoculante, diminuí muito meus gastos”, garante o produtor José Aparecido, da cidade de Juti, no Mato Grosso do Sul, que também participa do Prosa Rural. Durante muito tempo, ele usou a ureia como fonte de nitrogênio para o solo e, há três anos, substituiu o produto pelo inoculante microbiano. “Agora eu percebo que o solo tem mais vida, com mais matéria orgânica e o feijão produz mais”, explica.

Saiba mais sobre este assunto ouvindo o Prosa Rural desta semana, o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Epagri e Basf lançam cultivar de arroz irrigado

Postado por Grupo Santana
ás 08:00h

A cultivar SCS117CL é tolerante ao herbicida que permite o controle do arroz vermelho, que é a principal planta daninha da cultura do arroz irrigado. “Abre-se a possibilidade de produção de arroz comercial, com elevada qualidade, em áreas contaminadas com esta planta daninha”, informa o pesquisador e coordenador da equipe do projeto de arroz irrigado da Epagri, Moacir Antonio Schiocchet que destaca outra vantagem para o produtor, que é a redução do custo de produção.

A descoberta do gene de tolerância para os herbicidas do grupo químico das imidazolinonas em arroz foi feita por pesquisadores da Universidade da Louisiana (LSU) nos Estados Unidos. Por meio de trabalhos em parceria, envolvendo a Epagri e a Basf esta característica de tolerância foi incorporada através de hibridação e melhoramento convencional, em cultivares de arroz adaptadas ao sistema pré-germinado, predominante em Santa Catarina.

A SCS117CL é uma cultivar de ciclo tardio, com 144 dias da emergência até a completa maturação dos grãos, para as condições da Estação Experimental de Itajaí. Possui excelente arquitetura de planta e perfilhamento e altura média de 104 cm na fase de completa maturação. Em condições experimentais, a cultivar apresentou produtividade de 9 toneladas por hectare na média de três anos em cinco locais do estado de Santa Catarina. É considerada médio/resistente a brusone, suscetível à mancha-parda e resistente à toxidez indireta por ferro.

“Vale lembrar que a manutenção e preservação deste eficiente sistema de controle de arroz vermelho está diretamente associada à adoção, pelos agricultores, das recomendações técnicas do Sistema de Produção Clearfield de Arroz”, alerta o chefe da EEItajaí, José Alberto Noldin. Além de utilizar a SCS117CL da Epagri, em associação com a aplicação do herbicida Only da Basf, é essencial seguir o programa de monitoramento das lavouras, avaliando a efetividade do controle. O conjunto das ações – cultivar Clearfield SCS117CL, herbicida Only e programa de monitoramento é denominado “Sistema de Produção Clearfield”.

Schiocchet informa que os produtores de arroz irrigado interessados em adquirir sementes da nova cultivar SCS117CL para plantio da safra 2012/2013, encontrarão semente comercial junto aos produtores de semente associados a Associação Catarinense de Produtores de Semente de Arroz Irrigado (Acapsa) e licenciados pela Basf. A produção de semente básica continua sob a responsabilidade da Epagri na Estação Experimental de Itajaí.

O arroz irrigado em Santa Catarina

Graças às pesquisas desenvolvidas pela EEI, Santa Catarina é o segundo produtor nacional de arroz irrigado, com produtividade média de 7 mil quilos por hectare, um aumento de mais de 300% se comparada à década de 70, quando as produtividades catarinenses de arroz irrigado eram menores que 2 mil quilos/ha. Em Santa Catarina, o arroz é cultivado em mais de 12 mil propriedades agrícolas com a participação efetiva de 8 mil produtores rurais que atuam na atividade principalmente na forma de exploração familiar.

O estado de SC também é reconhecido por produzir a melhor semente de arroz irrigado do Brasil. A Acapsa congrega 26 associados que abastecem com semente certificada todo mercado catarinense e a demanda dos estados brasileiros que são produtores. A Estação Experimental de Itajaí já desenvolveu e disponibilizou aos produtores de semente, 16 novas cultivares de arroz. Estão em fase de lançamento duas novas cultivares dos tipos vermelho e preto, destinadas a mercados especiais de arroz integral. Além dessas cultivares, o trabalho de pesquisa na Estação Experimental de Itajaí desenvolveu e adaptou tecnologias para o cultivo sustentável do arroz irrigado. A adequação e disseminação do cultivo, com a utilização de sistema pré-germinado em todo o Estado, foi uma das razões que possibilitaram a permanência dos agricultores na atividade. A recomendação de utilização de adubação em doses e épocas adequadas juntamente com a aplicação de produtos registrados para o controle de plantas daninhas, combate a insetos e doenças também possibilitou a redução de custos e elevação da renda do produtor. Atualmente são cultivados aproximadamente 150 mil hectares com uma produção de 1,05 milhão de toneladas. Em valores brutos são movimentados a cada safra de arroz irrigado, R$600milhões.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil financiará programa de compra de alimentos na África

Postado por Grupo Santana
ás 09:00h

O Brasil destinará cerca de US$ 2,37 milhões a um novo programa de compra de alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e do Programa Mundial de Alimentos (PMA), em benefício da população mais vulnerável de Etiópia, Malauí, Moçambique, Níger e Senegal. O acordo foi assinado nesta terça-feira (22/1), na sede da FAO, em Roma, segundo informou a organização em comunicado.

O Brasil financiará o projeto e compartilhará sua experiência adquirida através de seu programa nacional de compra de alimentos, baseado na aquisição da produção de pequenos agricultores e sua distribuição às camadas mais vulneráveis da sociedade, como crianças e jovens através de refeitórios escolares.

Segundo o acordo assinado, a FAO receberá US$ 1,55 milhão que destinará à produção, provisão de sementes e adubos e impulsionará a capacidade dos pequenos agricultores e das associações de camponeses para cultivar, processar e vender seus artigos.

O PMA, por sua parte, receberá um financiamento de US$ 800 mil e se encarregará da organização das compras e de distribuir os alimentos nas escolas e entre os grupos mais vulneráveis. Os programas de aquisição de alimentos representam uma nova perspectiva no desenvolvimento agrícola e nas intervenções alimentícias.

A ênfase tradicional na transferência de tecnologia e ajudas é substituída assim por um esforço em alcançar as condições sociais e institucionais necessárias para garantir que a população ameaçada pela insegurança alimentícia tenha acesso à comida de qualidade.

O acordo foi assinado pelo representante permanente do Brasil na FAO, Antonino Marques Porto e Santos; o subdiretor-general da FAO à frente do Departamento de Cooperação Técnica, Laurent Thomas, e o subdiretor executivo e chefe de Operações do PMA, Amir Abdulla.

Fonte: Globo Rural

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BNDES vai financiar projetos de controle do efeito estufa

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) começará a operar, neste ano, linhas de financiamento com condições especiais para projetos voltados à redução de emissões de gases do efeito estufa e ao desenvolvimento de tecnologias de adaptação às mudanças climáticas. Os recursos virão do Fundo Nacional Sobre Mudança do Clima, que tem, atualmente, R$ 560 milhões.

O BNDES foi escolhido pelo Ministério do Meio Ambiente para administrar a carteira de crédito reembolsável do Fundo Clima, composto por 60% do valor de Participações Especiais da exploração de petróleo no país recebido pelo ministério. A intenção é estimular investimentos privados e de governos municipais e estaduais em empreendimentos ou pesquisa aplicada.

Dos R$ 230 milhões acumulados no fundo em 2011, R$ 30 milhões foram destinados a um programa de apoio financeiro não reembolsável operado diretamente pelo ministério. Os R$ 200 milhões restantes serão somados aos R$ 360 milhões que serão aportados no fundo este ano para as operações administradas pelo BNDES.
Captação
O fundo deve captar até R$ 750 milhões por ano das participações especiais do petróleo, mas poderá elevar esse teto com doações de outros segmentos, como empresas, entidades e governos de outros países. O fundo é um dos instrumentos do governo brasileiro para cumprir o compromisso voluntário do país com a redução entre 36,1% e 38,9% das emissões de carbono projetadas até 2020, assumido na convenção sobre o clima de Copenhague.

Com as linhas do Programa Fundo Clima, o BNDES oferecerá taxas de juros ainda mais vantajosas do que as tradicionais do banco. Para projetos de geração de energia solar, por exemplo, o banco oferecerá taxas entre 2,5% e 5,6% ao ano, com redução de quase 5 pontos porcentuais em relação às taxas usuais do banco.

Há ainda taxas reduzidas para projetos relacionados a transporte urbano, carvão vegetal, combate à desertificação, disposição e reaproveitamento de resíduos, energias renováveis dos oceanos, biomassa e eólica.
Mais competitividade
O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse que o programa será um instrumento a mais do banco para incentivar o desenvolvimento de tecnologias que ajudem a aumentar a competitividade do Brasil num ambiente econômico de crescente valorização da redução dos teores de carbono. Ele citou como exemplo o interesse do governo no desenvolvimento de veículos elétricos.

“Em um primeiro momento, o custo de desenvolvimento de novas tecnologias é alto. Com a produção em escala, o preço cai, mas há um período de indução à inovação e o fundo é uma ferramenta para fazer isso com taxas mais baixas”, disse Coutinho, em entrevista coletiva na sede do BNDES, onde recebeu a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

O presidente do banco de fomento ressaltou que as linhas do Fundo Clima não serão usadas para financiar a aquisição de equipamentos já viáveis comercialmente, mesmo que tenham conotação ambiental. O objetivo é apoiar projetos que agreguem novas soluções. “Tem que adicionar algo novo”, frisou Coutinho. “Se olharmos as várias cadeias industriais, estimular o desenvolvimento de equipamentos que reduzam o consumo de energia já é uma grande contribuição. Mas é preciso induzir isso inicialmente para que as inovações ganhem escala.”

Fonte: Globo Rural

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China ‘troca’ infraestrutura por grãos na América do Sul

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

Diante das restrições a estrangeiros para a aquisições de terras no Brasil e na Argentina, os chineses passaram a privilegiar aportes em infraestrutura em troca do direito exclusivo de comprar a colheita.

Abastecimento – Para o Rabobank, banco holandês líder em financiamentos ao setor de agronegócios, a China tende a aumentar exponencialmente seus investimentos na América do Sul como forma de garantir seu abastecimento, sobretudo de soja, e aumentar cada vez mais as compras de milho.

Montante – O banco menciona que estimativas da consultoria Deloitte sobre investimentos chineses no Brasil indicam que, em geral, o montante poderá alcançar US$ 40 bilhões até 2014. Em 2007, o estoque era inferior a US$ 100 milhões. Na Argentina, os aportes passaram de US$ 10 bilhões desde 2009. Outros US$ 3 bilhões a 4 bilhões foram anunciados em novos projetos agrícolas.

Infraestrutura – Renato Rasmussen, economista do Rabobank e um dos autores do estudo do banco sobre a expansão chinesa no agronegócio da América do Sul, nota que o plano inicial de Pequim era comprar terras e produzir. Agora, para evitar problemas depois que Brasil e Argentina impuseram restrições à aquisição ou leasing de terras por estrangeiros, grupos chineses partiram para um modelo que corresponde, em parte, ao desejo desses países em atrair investimentos em infraestrutura e exportar produtos de maior valor agregado.

Bahia – Para o Rabobank, provavelmente o primeiro grande investimento chinês nesse novo modelo ocorrerá em Barreiras, na Bahia. É onde a companhia Chongqing Grain passará a processar 2 milhões de toneladas de soja já nesta safra 2011/12, produzida por parceiros em joint venture em 100 mil hectares de terra. Rasmussen voltou de Pequim com a convicção de que o projeto em Barreiras será maior do que o previsto inicialmente. Em 2011, o plano era de investimentos de US$ 2 bilhões.

Goiás – Conforme o banco, outro grande projeto pelo novo modelo pode envolver US$ 7,5 bilhões em investimentos em Goiás pela companhia Hopeful Sanhe. O plano é investir em transporte e armazenamento de soja para assegurar o suprimento anual de 6 milhões de toneladas para a China, o equivalente a 80% de toda a produção de soja de Goiás, que foi de 8,2 milhões de toneladas no ciclo 2010/11. Pequim também poderá fornecer fertilizantes, defensivos e sementes para aumentar a produção agrícola no Estado e viabilizar o comércio.

Argentina – O mesmo modelo está sendo proposto na Argentina. O Beidahuang Group fez um acordo com o governo da Província de Rio Negro para investir US$ 1,5 bilhão durante dez anos na irrigação de vales que atualmente não têm produção agrícola. Em troca, a empresa garante exclusividade para comprar a produção local de soja, milho e trigo. O projeto envolve 300 mil hectares de terra.

Insumos – Companhias chinesas também investem em insumos. A Tierra Del Fuego Energia y Química quer construir uma planta na área, e a Sinochem International está abrindo uma subsidiária na Argentina focada em agroquímicos.

Colheita – O banco vê potencial também para a expansão de acordos, por meio dos quais as companhias chinesas asseguram o acesso à produção na América do Sul através de financiamento barato das colheitas. Pequim tem centenas de bilhões de dólares em reservas e pode financiar a custos bem mais baixos do que a maioria dos concorrentes.

Dependência – A China tanto assegura contratos de longo prazo para reduzir sua exposição a vulnerabilidades no abastecimento agrícola, como torna-se menos dependentes das grandes companhias tradings e evita custos de intermediação.

Maior importador – O país é o maior consumidor desses produtos e não pode atender sua demanda com a produção doméstica. Por isso, é o maior importador do complexo soja para atender sua indústria de suínos e aves, representando metade do volume negociado internacionalmente. Suas importações podem alcançar 58 milhões de toneladas de soja em grão em 2011/12, mais do que a produção da Argentina (53 milhões).

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mapa define novas regras para a classificação do arroz

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou no Diário Oficial da União de terça-feira (7) a Instrução Normativa nº 2, que altera a forma de avaliar a qualidade do arroz em casca. A partir de agora, o classificador deverá verificar o percentual de grãos “rajados” no arroz e não mais a quantidade de grãos vermelhos e pretos. A medida iguala o modo de avaliação da matéria-prima (arroz em casca) à avaliação do produto final (arroz beneficiado). O texto muda a redação da Instrução Normativa nº 6, de 16 de fevereiro de 2009.

De acordo com o Departamento de Qualidade Vegetal do Mapa, essa análise será realizada no processamento do produto, ou seja, a matéria-prima irá passar pelo beneficiamento para a retirada da casca e depois será submetida ao “brunimento” ou polimento. A mudança vale para o arroz em casca natural e para o arroz em casca parboilizado. Essa IN revoga a Instrução Normativa n° 11, de 11 de março de 2011, que perderia sua validade a partir do dia 01/03/2012 e sugeria a avaliação do arroz pelo percentual de grãos vermelhos e pretos.

O arroz do subgrupo em casca natural é o mais utilizado pelos produtores para venda ao poder público (PGPM). Os outros subgrupos são mais usados pelas indústrias. O governo deve observar essa alteração ao comprar e vender o arroz. Os novos parâmetros nacionais também valem para importar o produto.

Arroz – O regulamento técnico aplica-se aos grãos provenientes da espécie Oryza sativa L. Esse produto é classificado em grupos (formas de apresentação: em casca ou beneficiado), subgrupos (natural, parboilizado, integral, polido, parboilizado integral e parboilizado polido), classes (curto, médio, longo, longo fino e misturado) e tipos (de acordo com a quantidade de grãos defeituosos). Nesses casos, existem tipos de 1 a 5, sendo que o primeiro é de melhor qualidade.

Para os demais tipos de arroz, continuam as regras da Instrução Normativa n° 6/2009, que estabelece o Regulamento Técnico do grão. O documento definiu o padrão oficial de classificação, com os requisitos de identidade, qualidade, modo de apresentação e de rotulagem do produto e foi elaborado por técnicos do Ministério da Agricultura em conjunto com representantes da cadeia produtiva.

Saiba Mais

É considerado arroz o grão proveniente da espécie Oryza sativa L. O tipo em casca natural é aquele produto que, antes do beneficiamento, não passa por qualquer preparo industrial ou processo tecnológico. A classificação do arroz se dá por tipos 1, 2, 3, 4 e 5, sendo o primeiro o que possui a menor quantidade de grãos defeituosos.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Um mercado menos importante para o Brasil

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

As exportações de carne bovina do Brasil para a União Europeia (UE) despencaram 68% entre 2007-2011. Primeiro, por causa de embargo do bloco à carne brasileira, e depois pela perda crescente de importância do bloco para os exportadores brasileiros.

Em 2007, o Brasil vendeu 363,8 mil toneladas de carne bovina para o mercado comunitário, ou 65% do que os europeus importaram. Entre janeiro e novembro de 2011, foram 115 mil toneladas, 39% do total importado pela UE.

“A competitividade da carne brasileira caiu muito, por causa do câmbio, e os produtores do Brasil, no momento, estão mais interessados em seu próprio mercado interno”, afirma Jean-Luc Meriaux, secretário-geral da União Europeia do Comercio de Gado e Carne (UECBV, na sigla em francês).

O número de fazendas brasileiras autorizadas a exportar para a UE caiu de 10 mil para as atuais cerca de 2 mil, depois que Bruxelas se dobrou ao lobby irlandês contra o produto do Brasil. As exigências de rastreabilidade, por exemplo, aumentaram e passaram a custar mais, de forma que o produtor brasileiro desviou as exportações para outros mercados.

Agora é a UE que quer retomar as compras de produto brasileiro. Recentemente, Bruxelas transferiu para o Ministério da Agricultura brasileiro toda a gestão para autorizar quais fazendas podem exportar. Em janeiro, Meriaux tratou com o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, em Berlim, maneiras de estimular a retomada das exportações.

Fontes da indústria exportadora de carne bovina no Brasil dizem que, apesar de os consumidores europeus estarem fugindo de cortes mais nobres, a UE de fato precisa importar, até porque a produção nos países do continente em geral está menor, reflexo de redução de subsídios e aumento de custos. Além disso, o produto europeu ainda é mais caro que o brasileiro.

Nesse cenário, o Brasil tem vantagem, já que a oferta doméstica de gado bovino deve se recuperar nos próximos anos enquanto em alguns países concorrentes ainda não há aumento da produção. O Uruguai, por exemplo, está retendo matrizes, e o Paraguai sofre os efeitos dos dois recentes focos de febre aftosa.

Uma fonte de um grande frigorífico brasileiro lembra que, apesar de os preços da carne estarem elevados, a alta já foi maior. Os preços do filé mignon na exportação, estavam na casa dos US$ 19 mil por tonelada em janeiro. No ano passado, bateram US$ 23 mil, mas ainda bem distante dos US$ 30 mil de 2008, antes do recrudescimento da crise global.

José Vicente, da Informa FNP, considera, porém, que a crise na Europa pode estimular ímpetos protecionistas, ao contrário do que sinalizou Jean-Luc Meriaux. “Em momentos de crise, sempre há tendência de os países ficarem mais protecionistas. Numa crise severa, com depressão de consumo, [o país] não vai permitir que seu mercado seja invadido”.

Mas Vicente minimiza o impacto de uma eventual redução ainda mais acentuada das importações da União Europeia, justamente porque o mercado perdeu importância para o Brasil. “A exportação para a Europa já não é tão importante. Já vem ruim, pode piorar, mas não fará tanta diferença”, diz o analista.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Grupo Santana é tema de reportagem na Band

Postado por Grupo Santana
ás 19:06h

O Presidente da Federação da Agricultura da Paraíba, Mário Borba, e o Secretário Executivo de Agropecuária e Pesca, Rômulo Montenegro, falam sobre o agronegócio paraibano, destacando a participação do Grupo Santana na retomada da cultura do Algodão no estado. Confira a entrevista completa na série de vídeos abaixo:

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Contra biopirataria, projeto dá ao açaí o título de fruta nacional

Postado por Grupo Santana
ás 10:00h

A Câmara analisa o Projeto de Lei 2787/11, que pretende dar ao açaí o título de fruta nacional. A proposta já foi aprovada pelo Senado Federal e tem o objetivo de evitar o uso da marca “açaí” por empresas estrangeiras e garantir o domínio brasileiro sobre o fruto da região amazônica, utilizado nas indústrias de alimentos e de cosméticos.

“Ao se declarar o açaí fruta nacional, o objetivo é chamar a atenção para o potencial nutricional e econômico guardado pela floresta amazônica. Ademais, é importante também que seja assegurada a plena utilização da biodiversidade de nosso país”, justifica o autor da proposta, senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA).

Em 2003, o açaí foi patenteado pelo Japão como propriedade da empresa K.K. Eyela Corporation. O governo brasileiro conseguiu cancelar o registro da marca somente em 2007. As autoridades brasileiras também foram à justiça para questionar o uso da marca por empresas norte-americanas, alemãs e inglesas.

Essa não é a primeira vez que o congresso evita o uso indevido de marcas brasileiras. Em 2008, o cupuaçu virou fruta nacional pela lei 11.675/08, originada de um projeto de lei do então senador Arthur Virgílio (PSDB-AM).

O cupuaçu, que como o açaí é um fruto da região amazônica, também foi objeto de briga entre o governo brasileiro e uma empresa japonesa que patenteou a marca. Na época, foi necessária uma representação do governo brasileiro na Organização Mundial de Comércio (OMC) para garantir ao país o direito de uso do nome do cupuaçu. Segundo informações da Agência Câmara, outro produto nacional que foi patenteado por empresas estrangeiras é a rapadura.

O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Educação e Cultura; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Globo Rural

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Exportações de milho crescem em janeiro

Postado por Grupo Santana
ás 14:00h

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Brasil exportou 852,5 mil toneladas de milho em janeiro de 2012. O faturamento foi de US$ 243,1 milhões.

O volume cresceu 4,7% em relação ao embarcado em dezembro de 2011, mas diminuiu 17% frente a janeiro do ano passado.

O faturamento com as exportações em janeiro deste ano também aumentou 4,7% em relação a dezembro, já que o preço médio ficou estável, em US$ 285 por tonelada.

Em relação a janeiro de 2011 o faturamento caiu 3,3%. O preço médio da tonelada de milho exportada foi de US$ 244 naquela oportunidade.

A expectativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de que o Brasil exporte 8,5 milhões de toneladas de milho em 2012. No ano passado foram embarcadas 9,5 milhões de toneladas do grão.

O Brasil exportou 852,5 mil toneladas de milho em janeiro de 2012.

Fonte: Globo Rural

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